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Raminhos vive intensamente os jogos do Benfica. Vai ao Estádio da Luz e acompanha a equipa em vários jogos fora, incluindo nas deslocações ao estrangeiro. Embora admita que continua a sofrer com as derrotas, diz que a fase de adepto mais intolerante foi-lhe passando com os anos. “Hoje a doença é mais positiva. Tinha aquilo que acontece com muitos adeptos. Insultava e era agressivo com outras pessoas, sobretudo na fase da adolescência.” Começou a mudar a sua postura e a relação com adeptos de outros clubes depois de um episódio que o marcou: “Depois de um Benfica-FC Porto, em que o Benfica ganhou, quando devia ter uns 14 anos, tive uma atitude de puto estúpido. Depois do jogo, eu e uns amigos começámos a insultar umas pessoas do FC Porto. Houve um momento em que olhei para a cara daquelas pessoas e vi medo. Percebi que não queria ser aquela pessoa e nunca mais fiz isso.” Saiba mais sobre a relação do humorista com o futebol neste Ontem Já Era Tarde.
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Jorge Coroado foi o primeiro árbitro português a atingir a marca dos 200 jogos na Liga, num percurso feito entre 1986 e 2001. Recorda com saudade os tempos de arbitragem e diz que a atual geração de árbitros tem menos qualidade do que as anteriores: “João Pinheiro é grande, mas não é grande coisa e Luís Godinho considera-se uma estrela de cinema”. Na sua habitual análise ao trabalho dos árbitros, no jornal O Jogo, Coroado também já focou Luís Godinho, após um jogo entre Braga e FC Porto, na temporada 2020/2021. A sua apreciação levou a que Luís Godinho apresentasse uma queixa-crime, mais tarde arquivada. Sobre isto, deixa a nota: "Um árbitro que acha que é uma estrela do futebol não presta. As estrelas dos jogos são os jogadores, não os árbitros”. Saiba mais sobre a história e opinião de Jorge Coroado com o novo episódio de Ontem Já Era Tarde em podcast.
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Presença semanal no programa Irritações, da SIC Radical, José de Pina vibrou com a recente vitória do Sporting frente ao FC Porto a qual classifica de “totalmente merecida”. Considera Gyokeres “um bicho do mato que faz a diferença” e vê a expulsão de Pepe como o reflexo de uma cultura que está a acabar: “O FC Porto na Europa é um orgulho para Portugal, mas não percebo porque joga na Champions impecavelmente e não faz o mesmo no campeonato”. O argumentista e humorista acredita que os dragões estão a chegar “ao fim de um ciclo”: “Esta coisa da guerra Norte-Sul começa a não fazer sentido e já nem dá frutos. Se André Villas-Boas ganhar, o FC Porto vai entrar na versão 2.0.”
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Passou duas vezes pelo Sporting e treinou o FC Porto na temporada 2015/16. Apesar de estar a treinar fora de Portugal há vários anos, José Peseiro nunca escondeu o desejo de completar o círculo dos três maiores clubes portugueses com uma passagem pela Luz: “Ainda tenho a ambição de um dia treinar o Benfica, mas não vejo que neste momento isso seja fácil de concretizar. Mas tudo pode acontecer no futebol.” Apesar dessa vontade, Peseiro não se posiciona para o cargo “ao contrário de outros treinadores”: “Há gente que faz isso quando há convulsão nos clubes grandes, como agora acontece com o Benfica. Isso não é bom. E ainda bem que Rui Costa, depois de algumas notícias, foi muito claro a apoiar o seu treinador.”
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“Estive cinco épocas no Benfica e ganhei dois campeonatos. Se houvesse tecnologia, tinha ganho uns quatro.” Isaías não tem dúvidas em afirmar que no seu tempo de águia ao peito existiram situações de arbitragem complicadas. “Muito disso ficou provado com o Apito Dourado. Era difícil.” O antigo avançado diz que em alguns jogos nem valia a pena protestar. “Levava entradas fortes e se dissesse alguma coisa ainda via amarelo.” Entre os adversários mais duros que encontrou no futebol português, destaca “Oceano, do Sporting, Eusébio, do Beira-Mar, Bobó, do Boavista, e todos do FC Porto. Saiba mais sobre a história de Isaías com o novo episódio de Ontem Já Era Tarde.
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Enquanto sportinguista, Virgul diz que só tem a agradecer a Rúben Amorim pelo trabalho realizado. “Dizem-me que ele é um bocadinho teimoso, mas se calhar é isso que faz com que vá tendo sucesso. Não vai na conversa dos treinadores de bancada.” Lembra o campeonato por Amorim na primeira época completa e está “com fé que possa voltar a acontecer” nesta temporada. “Fomos campeões com ele, algo que já não acontecia há muitos anos. Continuo alegre e estou confiante que este campeonato pode ser nosso. Por isso, Rúben Amorim, i’m happy contigo e que fiques mais uns anos, mas só se formos campeões [risos]”. Ouça o novo episódio de Ontem Já Era Tarde com o membro dos Da Weasel.
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Fernando Meira, juntamente com os ex-jogadores Pedro Mendes e Nuno Assis, são os proprietários da agência de jogadores MNM Sports que, entre outros, representa Paulinho, avançado do Sporting. Apesar dos elogios ao seu jogador, “alguém que marca golos, mas também constrói jogo”, Meira admite que a seleção nacional, a cargo de Roberto Martínez, tem muitas soluções para o ataque e não será fácil a entrada de Paulinho para o lote final do Euro 2024. “Tem condições para isso e Martínez já reconheceu os méritos do Paulinho, mas numa seleção como a nossa, com tanta qualidade, o trabalho do selecionador é complicado e as escolhas nunca serão pacificas.”
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Após a final da Liga Europa ganha contra o Benfica, em 2014, Daniel Carriço e Rakitic protagonizaram uma imagem que correu mundo. Os dois jogadores beijaram-se na boca em pleno relvado. “Não me lembro do momento, só depois é que vi em vídeo. Em Espanha, os jogadores têm o hábito de se cumprimentar com dois beijos na cara e se calha era o que íamos fazer ali só que depois ao virar a cara houve aquele momento. Com a imagem parada parece uma cena de filme de romance.” Ouça o novo episódio de Ontem Já Era Tarde.
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Com apenas 18 anos, Zequinha troca Setúbal pelo FC Porto. Os dragões deram-lhe um apartamento e um elevado salário, mas o jogador não resistiu a outras tentações. "Era jovem, solteiro, fazia muitas noitadas, havia muitas mulheres." Mesmo com um estilo de vida oposto ao de profissional de futebol, o FC Porto chegou a renovar com Zequinha por mais três anos, entre diferentes empréstimos, mas o jogador não mudou: "Não me deixava controlar. Achava que o talento chegava para me impor, mas só não singrei no FC Porto por culpa própria."
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Augusto Inácio passou por todos os papéis no futebol. Foi jogador, conquistando uma Liga dos Campeões pelo FC Porto, treinador, devolvendo ao Sporting um campeonato nacional que escapava aos leões há 18 anos, e dirigente. Assumiu o cargo de diretor-geral do emblema de Alvalade durante a presidência de Bruno de Carvalho e não tem dúvidas em afirmar que o treinador Marco Silva nunca esteve comprometido com o clube: "Fez tudo para ser despedido em Dezembro. Pensava que poderia entrar num dos rivais do Sporting."
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O futebol é o ponto de partida nestas conversas sem fronteiras ou destino agendado. Todas as semanas, sempre à quinta-feira, Luís Aguilar entra em campo com um convidado diferente. O jogo começa…

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