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Para alguns erros, algumas mancadas, alguns passos tortos, o perdão do outro não é suficiente para fazer a gente seguir, é necessário a gente se perdoar. Mas para a gente se perdoar é preciso, antes de tudo, se reconhecer de novo. A culpa faz com que a gente fique com o nome, o formato e a sensação do erro. A gente, de repente, perde a nossa identidade e vira o grito na hora errada, a ofensa, o egoísmo, o vacilo. E para se perdoar a gente precisa reconhecer que o passo errado foi nosso, mas que, mesmo sendo nosso, ele não é o único que a gente deu, nem o único que a gente pode dar. Para se perdoar, a gente precisa se reconhecer como alguém que errou, não como alguém que é um erro. Para se perdoar, a gente não precisa negar a culpa, nem se apossar dela, a gente pode usá-la como caminho na busca de decisões melhores.
Às vezes a frustração vem rasgando, não vem? A gente não passa na prova, não entra no emprego, não recebe a mensagem de volta. Mais do que isso: às vezes a gente é demitido, deixado, trocado. A frustração é foda. Eu passei por ela duas vezes. Mas eu saí e é sobre como eu saí que eu falo no episódio hoje. Papo sincerão...Cê vem?
Tem dia que é foda, não é? A gente tem vontade de largar tudo, mudar tudo, sair de tudo, pedir para riscarem o nosso nome de tudo. Tem fase que a gente tá cansado, triste, exaurido. Tem fase que parece que por mais que a gente tente, nada muda. Nesse episódio eu falo sobre um período assim, difícil. Um período em que eu tive que fazer uma aposta muito grande na esperança. Era questão de vida ou morte. Tudo ou nada. Era uma tentativa. Nesse episódio eu te conto como tudo terminou. Adianto: a felicidade voltou.
Às vezes dá um puta medo, não dá? E às vezes, junto com o medo, dá uma puta dúvida, não dá? Às vezes a gente se pega pensando: será que é isso, mesmo? E se der errado? E se não for isso? A verdade é que às vezes a gente até sabe o que quer, até sabe o que deseja, mas lidar com o caminho até o nosso desejo, enfrentar as incertezas, trava a gente no meio, não trava? No episódio dessa semana, eu falo disso, desses dois monstros que vez ou outra cruzam o nosso caminho e das estradas que eu peguei para lidar com eles.
Quase todo mundo já rejeitou. Quase todo mundo já foi rejeitado. Mas será que a gente rejeita só por falta de interesse? Tenho a suspeita de que não. Nesse episódio trago um outro olhar sobre esse assunto. Começa aqui...mas pode terminar com você me contando o que achou no instagram do podcast @paradarnomeascoisas
Eu acredito que autoestima tem tudo a ver com dar nome para a nossa corda. Corda, isso. Dar nome para a nossa corda. Corda é o nome que eu dou para aquilo que nos prende em situações de desvalor, é o que nos faz aceitar pouco, a é o que nos faz acreditar que não somos suficientes. Para fortalecer a nossa autoestima, eu acho que, antes, a gente precisa achar a nossa corda. Eu achei a minha. E foi só quando eu soltei ela, que deu para dar uns passos nesse assunto. Nesse episódio, eu te conto como eu fiz. Quem sabe faz sentido para você também. Se não fizer, a calabresa frita é por minha conta.
Depois de uma intoxicação alimentar, eu descobri que não era só meu corpo que estava precisando se livrar de alguns venenos, mas a minha alma. Nesse episódio eu te falo de três coisas que eu resolvi soltar, abandonar, deixar, me livrar e que, desde então, tem deixado minha vida muito mais leve. Bora juntos nessa travessia?
Às vezes a gente responde aquela mensagem, às vezes a gente sai com aquela pessoa, às vezes a gente estica mais um dia no trabalho, às vezes a gente aumenta os nossos buracos justamente por não saber, ao certo, como fecha-los. Nesse episódio eu divido com vocês o que eu fiz para parar de me rasgar onde já doía. E aí, cicatrizar. Cê vem?
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