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![Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
É, supostamente, o nosso ‘país irmão’. Aparentemente, falamos a mesma língua. O sistema político tem, tal como o nosso, o nome de democracia. Mas, será que somos assim tão semelhantes? Até que ponto conhecemos realmente este país que é quase um continente, chamado Brasil?
Neste ano em que se comemoram os 200 anos do Brasil e em que o país enfrenta uma profunda clivagem com o aproximar das eleições presidenciais, Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira falam-nos dos diversos ‘estados’ desta nação. Cruzando os tempos da escravatura com as diferentes dimensões do soft power brasileiro, passando por Machado de Assis e chegando ao Grito do Ipiranga, este é um episódio onde não faltam factos e surpresas acerca deste Brasil-Brasileiro onde a Ordem e o Progresso se vestiram de verde e amarelo.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Brasil: uma biografia, Heloísa Starling e Lília Schwarcz
Sobre o autoritarismo brasileiro, Lília Schwarcz
Portugal, Brasil, Encontros e Desencontros, Carmen Fonseca e Letícia Pinheiro
BIOS
RAQUEL VAZ-PINTO
É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde leciona a disciplina de Estudos asiáticos.
Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Científica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA
Nasceu em Lisboa, em 1975.
Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
Como vai evoluir o mundo do trabalho?
O avanço da tecnologia vai constituir uma ameaça ou uma enorme oportunidade?
Como é que a diminuição da natalidade nos vai afectar?
A emigração é uma solução ou um problema?
E como é que tudo isto se relaciona com a performance do Estado Social?
Acredite ou não, o filme Top Gun Maverick tem muito mais a ver com o futuro do Estado Social do que alguma vez pensou. Quem o disse à Ana Markl foi o Amílcar Moreira; e esta ‘in pertinência’ não é apenas uma forma de criar mais interesse por este episódio, mas uma chamada de atenção a como o futuro vai influenciar tantos sectores da nossa vida e, por consequência, o Estado Social. Não perca o último episódio desta trilogia especial.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
LIVROS, CAPÍTULOS & ARTIGOS:
Moreira, A. (Coord), Azevedo, A., Manso, L., Nicola, A. (2019) Sustentabilidade do sistema de pensões português, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
https://ffms.pt/pt-pt/estudos/sustentabilidade-do-sistema-de-pensoes-portugues
Pereira da Silva, J., Almeida Ribeiro, G. (2017) Justiça intergeracional e sustentabilidade, Lisboa: Justiça intergeracional e sustentabilidade
https://www.ffms.pt/pt-pt/estudos/justica-intergeracional-e-sustentabilidade
Ribeiro Mendes, F. (2011) Segurança Social: o Futuro Hipotecado, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
https://www.ffms.pt/pt-pt/livraria/seguranca-social-o-futuro-hipotecado
Moura Ferreira et al (2018) Portugal e o 2018 Ageing Report. Policy-Brief 2018, Instituto do Envelhecimento
www.ics.ulisboa.pt/flipping/ie2018_2/
VÍDEOS & PODCASTS:
Estado Social - Todos por Todos (Documentário)
https://www.rtp.pt/play/p9602/estado-social
O que podemos fazer pelo futuro do Estado Social?
Da Capa À Contracapa: https://rr.sapo.pt/artigo/da-capa-a-contracapa/2021/12/14/o-que-podemos-fazer-pelo-futuro-do-estado-social/264526/
Fronteiras XXI: Que apoios sociais teremos?
https://www.ffms.pt/pt-pt/ffms-play/fronteiras-xxi/que-apoios-sociais-teremos
Trinta Por Uma Linha: Estado Social devia ser repensado?
https://pod.link/1536727944/episode/23672f40fc8a81aa5054cf8b8ea29934
OUTROS:
O Sistema Complementar de Pensões: Ainda é possível recuperar o tempo perdido?
O Sistema Complementar de Pensões: Ainda é possível recuperar o tempo perdido? – CCP
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015&
Criptomoedas. NFT’s. Blockchain. O mundo digital também está a revolucionar a nossa vida ao nível das transações. E a melhor chave para abrir e compreender esta porta é a tão falada Blockchain.
O Hugo van der Ding quis saber e por isso fez as perguntas à Joana Pais que lhe vão permitir perceber por que razão se criou a Blockchain, quais as transações que facilita, a sua ligação íntima com as criptomoedas.
Pelo caminho, conhecerá também como o mundo da arte se somou ao universo digital e saberá que, através dela, também os contratos se tornaram mais inteligentes.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Cowen, T. e Tabarrok, A. (2022). Cryptoeconomics.
https://a16zcrypto.com/wp-content/uploads/2022/06/cryptoeconomics-chapter-in-modern-principles-of-economics_tylercowen-alextabarrok.pdf
Satoshi Nakamoto (2008). Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System:
https://bitcoin.org/bitcoin.pdf
[Two-sided markets] Jean Tirole (2017). Economics for the Common Good. Princeton University
Press. Capítulo 14.
BIOS
JOANA PAIS
Joana Pais é professora de Economia no ISEG da Universidade de Lisboa. Obteve o seu Ph.D. em Economia na Universitat Autònoma de Barcelona em 2005. Atualmente é coordenadora do programa de Mestrado em Economia e do programa de Doutoramento em Economia, ambos do ISEG, e membro da direção da unidade de investigação REM - Research in Economics and Mathematics. É ainda coordenadora do XLAB – Behavioural Research Lab, um laboratório que explora a tomada de decisão e o comportamento económico, político e social, suportado pelo consórcio PASSDA (Production and Archive of Social Science Data). Os seus interesses de investigação incluem áreas como a teoria de jogos, em particular, a teoria da afetação (matching theory), o desenho de mercados, a economia comportamental e a economia experimental.
HUGO VAN DER DING
Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo do Golfo da Biscaia, durante uma viagem entre Amesterdão e Lisboa, e cresceu numa comunidade hippie nos arredores de Montpellier. Estudou História das Artes Decorativas Orientais, especializando-se em gansos de origami. Em 2012, desistiu da carreira académica para fazer desenhos nas redes sociais. Depois do sucesso de A Criada Malcriada deixou de precisar de trabalhar. Ainda assim, escreve regularmente em revistas e jornais, é autor de alguns livros e podcasts, faz ocasionalmente teatro e televisão, e continua a fazer desenhos nas redes sociais. Desde 2019 é um dos apresentadores do programa Manhãs da 3, na Antena 3.
O ser humano é capaz de actos de enorme bondade.
Mas também consegue cometer actos terríveis.
Porque somos assim?
Seremos a espécie mais violenta?
Quando é que a Ciência se começou a interessar por estes temas?
O título deste episódio e o do seguinte (adiantamos já) parecem remeter para um bestseller; mas na verdade são uma boa representação de um dos temas preferidos do Paulo Gama Mota. Com a ajuda da curiosidade da Inês Lopes Gonçalves, irá perceber qual é a diferença entre altruísmo e cooperação, conhecer como diferentes espécies as praticam de diferentes formas, saber que a espécie humana afinal é a mais cooperativa de todas (sim!) e que até houve um cientista que conseguiu estudar o altruísmo ao ponto de o traduzir numa equação.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
LIVROS:
O gene egoísta, Richard Dawkins
VÍDEOS:
Uma explicação muito simples de selecção de parentesco (kin selection)
https://www.youtube.com/watch?v=eyiUuuQ9dXE
Selfish gene nas palavras de Richard Dawkins
https://www.youtube.com/watch?v=j9p2F2oa0_k
Selfish gene and altruism – Richard Dawkins
https://www.youtube.com/watch?v=n8C-ntwUpzM
Paul Bloom numa perspectiva muito pessoal sobre inteligência social e universal morality
https://www.youtube.com/watch?v=Gy5hejk4vl4
Justiça no mundo animal - Franz de Waal TED talk
https://www.ted.com/talks/frans_de_waal_moral_behavior_in_animals?language=pt
BIOS
INÊS LOPES GONÇALVES
Inês Lopes Gonçalves é uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio é actualmente uma d'As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é a anfitriã do talk show Traz Pr'á Frente, na RTP e RTP Memória.
Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP e desde 2017 que é uma das caras do Festival da Canção. O seu percurso começou na informação como jornalista na Rádio Renascença, passou pela Sport Tv, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
PAULO GAMA MOTA
Paulo Gama Mota é biólogo, doutorado pela Universidade de Coimbra, Professor Associado do Departamento de Ciências da Vida da FCTUC e investigador do CIBIO. Investiga o comportamento animal e a compreensão das suas causas evolutivas, incluindo a comunicação animal e selecção sexual. É docente em áreas relacionadas com a evolução e a evolução do comportamento. Mantém um grande interesse pela comunicação de ciência, tendo sido Director de vários museus e responsável pelo projecto e Director do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (2006-2015). Comissariou várias exposições de ciência e coordenou vários projectos de ciência cidadã, sempre com a preocupação de aproximar os cidadãos da ciência.
SINOPSE
A arte nem sempre é, ou foi, apenas ‘pura e casta’.
A História bem o demonstra: ao longo dos tempos, a arte tem sido um veículo poderoso do poder, das mais diversas ideias políticas e também forma de contestação ou de chamada de atenção para desigualdades, injustiças e ‘sinais de alarme’.
Neste episódio, Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira tentam trocar de papéis, assumindo Raquel o pelouro de quem faz perguntas e Pedro, o de especialista. Claro está que rapidamente retomam o seu ritmo de conversa habitual, começando na antiguidade, passando pela Idade Média, cruzando o Renascimento, a Europa das duas Grandes Guerras e terminando com a menção justa ao quanto sobraria por dizer. O que lhe podemos garantir é que, depois de ouvir este episódio vai ver a Arte com outros olhos.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
História da Guerra do Peloponeso, Tucídides
Nineteen eighty-four, George Orwell
O caminho para Wigan Pier, George Orwell
Na penúria em Paris e Londres, George Orwell
Africa is not a country, Dipo Faloyin
O solilóquio do Rei Leopoldo, Mark Twain
As aventuras de Tom Sawyer, Mark Twain
As aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain
BIOS
RAQUEL VAZ-PINTO
É investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA
Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
SINOPSE
Estará o Estado Social a definhar?
Como reagiu o nosso Estado Social à crise financeira de 2010?
E à pandemia? Como responderam o nosso e o dos outros?
Qual das duas crises ‘infectou’ mais o Estado Social português?
Ana Markl deu o pontapé de saída com a possível necessidade de repensar o Estado Social. Amílcar Moreira respondeu com todas as letras, e depois ambos exploraram as duas crises que nos assolaram no espaço de 10 anos. Como corolário compreenderá que se duas crises nunca são exactamente iguais, elas são ainda menos iguais no que toca ao modo como podem afectar o Estado Social, ou seja, ‘infectar-nos’ a todos.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
LIVROS, CAPÍTULOS & ARTIGOS:
R. Branco. (2022). Proteção Social no Portugal Democrático. Trajetórias de Reforma.
(Publicação FFMS. Sai durante a feira do livro)
Moreira, A., Hick, R., (2021) COVID-19, the Great Recession and social policy: Is this time different?
https://doi.org/10.1111/spol.12679
VÍDEOS & PODCASTS:
Estado Social - Todos por Todos (Documentário)
https://www.rtp.pt/play/p9602/estado-social
Da Capa À Contracapa: Colocar a luta contra a pobreza na Segurança Social?
https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2021/04/15/colocar-a-luta-contra-a-pobreza-na-seguranca-social-isso-vai-falhar-de-certeza-absoluta/234799/
Trinta Por Uma Linha: Estado Social devia ser repensado?
https://pod.link/1536727944/episode/23672f40fc8a81aa5054cf8b8ea29934
OUTROS:
Portugal Desigual: Um Portal Sobre as Desigualdades de Rendimento e a Pobreza no País
https://portugaldesigual.ffms.pt/
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
AMÍLCAR MOREIRA
Doutorado em Política Social pela Universidade de Bath (Reino Unido), é atualmente Professor Auxiliar Convidado no ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, e Investigador do SOCIUS, Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações.
Anteriormente, exerceu funções enquanto investigador no Trinity College Dublin e na Oslo Metropolitan University.
Tendo-se especializado no estudo de políticas sociais, nomeadamente sistemas de pensões e programas de rendimento mínimo, tem obra publicada em editoras internacionais, como Oxford University Press ou Policy Press; ou em revistas internacionais da especialidade - como Social Policy & Administration, European Journal of Social Security, Journal of Population Ageing e European Journal of Ageing.
Coordenou o estudo sobre a ‘Sustentabilidade do Sistema de Pensões Português’ da Fundação Francisco Manuel dos Santos
SINOPSE
O que é a economia de mercado?
Que vantagens e desvantagens tem?
Como, quando e porque foi criada?
Será que no estado actual da humanidade e do planeta, este sistema ainda faz sentido?
Se estas são questões que já lhe passaram pela cabeça, venha conhecer os factos com a Joana Pais e o Hugo van der Ding. Começando pela História e pelo famoso sistema de trocas, passando pelas razões de criação do sistema económico actual, e chegando à moderna Doughnut Economics (leu bem, Donut), a Joana e o Hugo viram a economia do avesso e fazem-nos pensar se a exclusiva orientação para o lucro já não estará à beira da reforma.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Referência geral:
Jean Tirole (2017). Economics for the Common Good. Princeton University Press.
Sobre desigualdade que acompanha a economia de mercado
Autor, David, David Dorn, Lawrence F. Katz, Christina Patterson, and John Van Reenen. 2017."Concentrating on the Fall of the Labor Share." American Economic Review, 107 (5): 180-85.
Sobre as consequências da automação:
Autor, David H. 2015. "Why Are There Still So Many Jobs? The History and Future of Workplace Automation." Journal of Economic Perspectives, 29 (3): 3-30.
Sobre formas alternativas de governança:
Ostrom, Elinor, et al. “Covenants With and Without a Sword: Self-Governance Is Possible.” The American Political Science Review, vol. 86, no. 2, 1992, pp. 404–17.
Sobre a Doughnut Economy:
Kate Raworth (2018). Doughnut Economics Seven Ways to Think Like a 21st-Century Economist. Random House.
BIOS
JOANA PAIS
Joana Pais é professora de Economia no ISEG da Universidade de Lisboa. Obteve o seu Ph.D. em Economia na Universitat Autònoma de Barcelona em 2005. Atualmente é coordenadora do programa de Mestrado em Economia e do programa de Doutoramento em Economia, ambos do ISEG, e membro da direção da unidade de investigação REM - Research in Economics and Mathematics. É ainda coordenadora do XLAB – Behavioural Research Lab, um laboratório que explora a tomada de decisão e o comportamento económico, político e social, suportado pelo consórcio PASSDA (Production and Archive of Social Science Data). Os seus interesses de investigação incluem áreas como a teoria de jogos, em particular, a teoria da afetação (matching theory), o desenho de mercados, a economia comportamental e a economia experimental.
HUGO VAN DER DING
Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo do Golfo da Biscaia, durante uma viagem entre Amesterdão e Lisboa, e cresceu numa comunidade hippie nos arredores de Montpellier. Estudou História das Artes Decorativas Orientais, especializando-se em gansos de origami. Em 2012, desistiu da carreira académica para fazer desenhos nas redes sociais. Depois do sucesso de A Criada Malcriada deixou de precisar de trabalhar. Ainda assim, escreve regularmente em revistas e jornais, é autor de alguns livros e podcasts, faz ocasionalmente teatro e televisão, e continua a fazer desenhos nas redes sociais. Desde 2019 é um dos apresentadores do programa Manhãs da 3, na Antena 3.
SINOPSE:
Há Produtores.
Há Consumidores Primários.
Há Consumidores Secundários.
Há Decompositores.
Não, não estamos a falar de Economia, estamos a referir-nos a uma pequena parte do grande todo que é a Biodiversidade.
Mas o que é a Biodiversidade? Como é que nós, seres humanos, a temos afectado? E de que maneira isso nos pode afectar? A Inês Lopes Gonçalves fez as perguntas (e foram muitas), o Paulo Gama Mota respondeu a todas, e ainda acrescentou pelo menos 10 formas de fazermos a diferença. Prepare-se para se sentir mais responsável e, esperamos nós, mais parte deste enorme e maravilhoso ‘sistema’ que tem a enorme generosidade de… nos manter vivos.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
LIVROS:
E. O. Wilson. (2016). Da Terra metade.
https://www.wook.pt/livro/da-terra-metade-edward-o-wilson/23334678
E. O. Wilson. Uma janela para a eternidade.
https://www.wook.pt/livro/uma-janela-para-a-eternidade-edward-o-wilson/16470670
E. O. Wilson. Biofilia.
https://www.fnac.pt/Biofilia-Edward-O-Wilson/a8721783
VÍDEOS:
The Serengeti rules
https://www.youtube.com/watch?v=rB72Hy5AGuA
David Attenborough - Uma vida no nosso planeta
https://www.wook.pt/livro/uma-vida-no-nosso-planeta-david-attenborough/24176621
OUTROS:
Aichi biodiversity targets:
https://www.cbd.int/sp/targets/
Áreas protegidas no mundo – Our World in Data
https://ourworldindata.org/protected-areas-and-conservation
Serviços de ecossistemas - FAO
https://www.fao.org/ecosystem-services-biodiversity/background/regulating-services/en/
Fundação Oceano Azul
https://www.oceanoazulfoundation.org/pt-pt/#m150page
Monterey Bay Aquarium
https://www.montereybayaquarium.org/
BIOS
INÊS LOPES GONÇALVES
Inês Lopes Gonçalves é uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio é actualmente uma d'As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é a anfitriã do talk show Traz Pr'á Frente, na RTP e RTP Memória.
Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP e desde 2017 que é uma das caras do Festival da Canção. O seu percurso começou na informação como jornalista na Rádio Renascença, passou pela Sport Tv, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
PAULO GAMA MOTA
Paulo Gama Mota é biólogo, doutorado pela Universidade de Coimbra, Professor Associado do Departamento de Ciências da Vida da FCTUC e investigador do CIBIO. Investiga o comportamento animal e a compreensão das suas causas evolutivas, incluindo a comunicação animal e selecção sexual. É docente em áreas relacionadas com a evolução e a evolução do comportamento. Mantém um grande interesse pela comunicação de ciência, tendo sido Director de vários museus e responsável pelo projecto e Director do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (2006-2015). Comissariou várias exposições de ciência e coordenou vários projectos de ciência cidadã, sempre com a preocupação de aproximar os cidadãos da ciência.
SINOPSE
O título que escolhemos para este episódio é também o título de um dos livros recomendados pela dupla Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira.
Uma afirmação que espelha de forma magnífica a maneira como ainda vemos esta região do mundo que, é bom repetir, não é um país mas um vasto continente, pleno de diversidade e pujança, no seu crescimento a todos os níveis.
Neste [IN] PERTINENTE, Raquel e Pedro conduzem-nos a todas as cores de África: as cores da antiguidade, as cores dos países que a compõem, a cor triste da escravatura, a cor da violência, a cor do preconceito, e a cor tão especial de um dos líderes mais emblemáticos, não apenas deste continente, mas também do mundo: Nelson Mandela.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Masters of Command, Barry Strauss
The Rise of the Roman Empire, Polibius
The War with Hannibal, Livy
A world beneath the sands , Toby Wilkinson
Africa is not a country, Dipo Faloyin
Atlas do Antigo Egipto, Claire Somaglino
Mandela, Anthony Sampson
Carthage must be destroyed, Richard Miles
Magnífica e Miserável, Ricardo Soares de Oliveira
Uma breve história de todas as pessoas que já viveram, Adam Rutherford
O solilóquio do Rei Leopoldo, Mark Twain
Invictus, William Ernest Henley:
https://www.poetryfoundation.org/poems/51642/invictus
Invictus (Filme):
https://www.imdb.com/title/tt1057500/
Discurso do Embaixador do Quénia nas Nações Unidas:
https://www.theguardian.com/world/video/2022/feb/22/kenyas-enoy-to-un-cites-colonial-past-as-he-condemns-russian-move-into-ukraine-video
BIOS
RAQUEL VAZ-PINTO
É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA
Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
SINOPSE
Para que serve o estado social?
Por que razão foi criado?
Poderíamos viver sem ele?
Viveríamos melhor sem ele?
Como é o dos outros países?
Que desafios enfrenta o nosso?
Na sua estreia no [IN] Pertinente, Amílcar Moreira atreve-se a desvendar a Ana Markl a história e os meandros do estado social, um tema controverso que, à maioria das pessoas, traz muitas questões ou algum desconforto. Prepare-se para esta trilogia de episódios; prepare-se para correr o sério risco de afinal compreender o valor de um estado, que, afinal, não faz mais do que providenciar para todos nós.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
LIVROS:
R. Branco. (2022). Proteção Social no Portugal Democrático. Trajetórias de Reforma.
R. Carmo e A. Barata (2014). Estado Social: De Todos para Todos.
https://www.bertrand.pt/livro/estado-social-renato-miguel-do-carmo/15700991
VÍDEOS & PODCASTS:
Estado Social - Todos por Todos (Documentário)
https://www.rtp.pt/play/p9602/estado-social
Fronteiras XXI: Que Apoios Sociais Teremos?
https://fronteirasxxi.pt/segurancasocial/
Trinta Por Uma Linha: Estado Social devia ser repensado?
https://pod.link/1536727944/episode/23672f40fc8a81aa5054cf8b8ea29934
Da Capa À Contracapa: https://rr.sapo.pt/artigo/da-capa-a-contracapa/2020/10/10/como-reduzir-a-desigualdade-em-portugal-sistemas-publicos-de-qualidade/210344/
OUTROS:
Portugal Desigual: Um Portal Sobre as Desigualdades de Rendimento e a Pobreza no País
https://portugaldesigual.ffms.pt/
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
AMÍLCAR MOREIRA
Doutorado em Política Social pela Universidade de Bath (Reino Unido), é atualmente Professor Auxiliar Convidado no ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, e Investigador do SOCIUS, Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações. Anteriormente, exerceu funções enquanto investigador no Trinity College Dublin e na Oslo Metropolitan University. Tendo-se especializado no estudo de políticas sociais, nomeadamente sistemas de pensões e programas de rendimento mínimo, tem obra publicada em editoras internacionais, como Oxford University Press ou Policy Press; ou em revistas internacionais da especialidade - como Social Policy & Administration, European Journal of Social Security, Journal of Population Ageing e European Journal of Ageing. Coordenou o estudo sobre a ‘Sustentabilidade do Sistema de Pensões Português’ da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
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