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Rui Tavares, co-porta-voz do Livre, voltou a sublinhar esta sexta-feira que o partido nunca disse que iria apoiar um governo de direita, mas que isso não quer dizer que os partidos da esquerda e da direita democrática não possam nem devam dialogar. Está o Livre à procura do eleitor que quer pagar menos impostos e ter mais serviços públicos?
Já a Aliança Democráticas voltou a estar envolvida em polémica depois das declarações negacionistas sobre as alterações climáticas do cabeça-de-lista por Santarém. Questionado sobre a circunstância de estar a ser obrigado a esclarecer sucessivas polémicas, como a da alteração à lei do aborto, da imigração, Luís Montenegro justificou-se com a pluralidade da AD.
Neste Soundbite Série Legislativas 2024 vamos ainda à estrada com a Maria Lopes na caravana do Partido Socialista.
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Em Odemira, Rui Tavares foi questionado sobre cenários pós-eleitorais e respondeu que "a direita democrática tem de ter com quem dialogar". E quando a Aliança Democrática clarificar "que não conta com a extrema-direita para nada, é possível fazer muita coisa em conjunto que é necessária para melhorar a nossa democracia", acrescentou. O que quis dizer o porta-voz do Livre? O som do dia é do "fazedor" Pedro Nuno Santos e, em modo PÚBLICO na Estrada, vamos à boleia da caravana do Chega, com o jornalista Luciano Alvarez.
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O líder da Aliança Democrática, Luís Montenegro, foi atingido nesta quarta-feira à entrada da FIL, em Lisboa, por uma lata de tinta verde arremessada por um jovem activista climático. Montenegro continuou a sua marcha para o interior do pavilhão, coberto de tinta, enquanto o jovem foi agarrado por pessoas da comitiva.
O incidente veio desviar as atenções para as vozes discordantes dentro da AD. Mais de 15 anos depois da lei que legalizou a Interrupção Voluntária da Gravidez até às 10 semanas em Portugal, o tema do aborto entrou na campanha para as eleições legislativas. Paulo Núncio, vice-presidente e antigo secretário de Estado do CDS, participou num debate nesta terça-feira à noite no qual defendeu a realização de um referendo ao aborto.
Neste jornal de campanha, o PÚBLICO na estrada é com Henrique Pinto de Mesquita, na caravana da Iniciativa Liberal, e Ana Bacelar Begonha, na campanha do Bloco de Esquerda.
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A presença de Pedro Passos Coelho deixou ecos na campanha para as legislativas, para além da pressão sobre Luís Montenegro para ganhar as eleições: o antigo líder social-democrata colocou em cima da mesa o tema da imigração e da segurança, que era até aqui monopólio de André Ventura. A campanha da Aliança Democrática ganhou com a aparição de Passos Coelho? Neste jornal de campanha acompanhamos também a campanha da CDU com a jornalista Mariana Tiago.
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No primeiro Soundbite em modo de campanha para as Legislativas 2024, a aparição de Pedro Passos Coelho no segundo dia de campanha da Aliança Democrática. O antigo primeiro-ministro foi orador num comício da AD em Faro onde Luís Montenegro agradeceu o “trabalho patriótico” nos tempos da troika. Mas será positiva a colagem da AD a um líder marcado pela austeridade? E como deve reagir Montenegro à porta aberta que Passos Coelho deixou para acordos com o Chega? Neste episódio trazemos a análise de Ana Sá Lopes e Helena Pereira, com reportagem na caravana da AD, em Beja, pela jornalista Sofia Rodrigues. No fim ainda temos um explicador sobre estas eleições da autoria de Madalena Moreira.
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Se as eleições fossem hoje, a Aliança Democrática (AD) sairia vencedora, com 35% dos votos. Esta é a estimativa da sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de opinião (Cesop) da Universidade Católica para o PÚBLICO, RTP e Antena 1, mostrando que a aliança que junta PSD, CDS e PPM tem mais intenções de voto do que no último estudo, publicado em 5 de Fevereiro, quando tinha 32%. A Aliança Democrática sobe três pontos e com os 6% da IL até poderia garantir a maioria absoluta. PS cresce apenas um, ficando-se nos 29%. Chega desce, mas tem 17%. Livre, com 3%, à frente da CDU. Neste Soundbite trazemos a análise à sondagem da Universidade Católica para o PÚBLICO/RTP.
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Com a expectativa de que nenhum partido ou coligação conquiste uma maioria absoluta nas próximas legislativas, a pré-campanha eleitoral centra-se, em parte, nos cenários de governabilidade à esquerda e à direita, quer seja o PS a ganhar as eleições (o mais votado) ou a coligação Aliança Democrática (AD), que inclui PSD, CDS e PPM. A maior trapalhada do líder do PS deu espaço a Montenegro para fugir a esclarecer o que vai fazer o PSD caso o PS ganhe as eleições com minoria.
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O líder da Aliança Democrática tem mantido reserva sobre o cenário em que a coligação perde as eleições e o PS se apresenta na Assembleia da República com uma solução minoritária de Governo. Esta quarta-feira, ao início da tarde, questionado pelos jornalistas sobre o assunto, Montenegro disse ser "difícil" comentar a posição de Pedro Nuno por ser "muito rápido a mudar de opinião" e a fazer "piruetas".
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Questionado, nesta terça-feira, sobre a manifestação dos polícias em frente ao Teatro Capitólio na noite do debate entre o líder do PSD e o do PS, o líder do CDS-PP, Nuno Melo, ao contrário do que tinha feito Montenegro, criticou directamente a acção dos agentes: “O que ontem aconteceu não respeita a lei e a ordem. E eu lamento. As polícias estiveram mal". A Aliança Democrática fala a duas vozes? Ou até a três?
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No debate que fechou o ciclo dos frente-a-frente nas televisões, Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro protagonizaram um encontro com muitas interrupções. O secretário-geral dos socialistas, Pedro Nuno Santos, tornou claro que viabilizará um governo minoritário da Aliança Democrática.
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Os sons que marcam o dia político em análise por Ana Sá Lopes e Helena Pereira, num podcast do PÚBLICO com moderação de Ruben Martins.

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