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No 101º episódio do podcast Soundbite, as apostas num cenário complexo depois das eleições legislativas de 2024. Com uma maioria de direita, mas com um forte crescimento do Chega, haverá condições para Luís Montenegro aprovar o seu primeiro Orçamento do Estado?
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O PCP vai avançar com uma moção de rejeição ao programa do Governo que deverá ser liderado pelo PSD. Na conferência de imprensa para dar conta das conclusões do Comité Central de terça-feira, Paulo Raimundo acenou com o recurso a “todos os meios ao seu dispor” para combater o governo de direita. É um erro estratégico para os comunistas?
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Sem uma maioria folgada e com a linha vermelha traçada ao Chega, Luís Montenegro terá de procurar o conforto parlamentar necessário para governar caso venha a ser nomeado primeiro-ministro. O líder da Aliança Democrática (AD) terá de garantir, pelo menos, a abstenção do PS e do Chega para assegurar a viabilização das propostas sociais-democratas. Os Orçamentos do Estado e eventuais moções de censura serão a maior dor de cabeça para o governo liderado pelo PSD, que deverá incluir o CDS e, segundo apurou o PÚBLICO, a Iniciativa Liberal. Mas participar num Governo de perspectiva instável vale o risco para os liberais? Episódio gravado ao vivo no auditório da Universidade Lusófona, no âmbito da Semana da Comunicação, Artes e Tecnologia.
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Em entrevista à TVI/CNN Portugal, na noite desta segunda-feira, André Ventura manifestou-se disponível para “negociar o orçamento medida a medida”, mas queixou-se da – até agora – indisponibilidade do PSD para dialogar com o Chega. Ventura acabou por afirmar que Marcelo Rebelo de Sousa lhe disse o contrário da última manchete do Expresso, que garante que Marcelo não quer o Chega no Governo. Quem diz a verdade?
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Marcelo Rebelo de Sousa tem agora uma realidade – e não um “cenário” – muito mais complexa de gerir do que quando iniciou o seu primeiro mandato presidencial em 2016. A sua presença em Belém coincide com o crescimento da direita radical populista e a recente decisão de convocar eleições na sequência da demissão de António Costa acabou por resultar na transformação do Chega num partido de grande peso na Assembleia da República. A Aliança Democrática (AD) venceu as eleições e elegeu 79 deputados com 28,66% dos votos. O PS ficou com 77 deputados e um resultado de 28,70%. O Chega é o vencedor da noite eleitoral com um crescimento em que mais do que quadruplica a bancada. Tornou-se Portugal ingovernável?
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Haverá onda laranja? Quem terá maioria para governar? Será a Aliança Democrática mais votada? Ou será o Partido Socialista? E onde ficará o Chega? O PAN sai fora do Parlamento? Pode entrar um novo partido na Assembleia da República depois destas eleições legislativas? Onde fica o BE, Livre e a CDU? E como correu a campanha? As incógnitas destas eleições são alvo de aposta de zero a 100% neste último Soundbite especial dedicado à campanha das eleições legislativas 2024.
Neste episódio vamos ainda à estrada à boleia dos jornalistas PÚBLICO: Ana Bacelar Begonha, na campanha do Bloco de Esquerda, Maria Lopes, no PS, e Sofia Rodrigues, no PSD.
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A Aliança Democrática (AD) continua à frente do PS por seis pontos percentuais, embora ambos tenham subido um ponto percentual cada na sondagem desta semana, a última da actual campanha eleitoral, feita pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica para o PÚBLICO, RTP e Antena 1. O Chega desce um ponto percentual e a CDU sobe dois. A diferença entre AD e PS está claramente fora da margem de erro. Os indecisos baixam para 16%. A análise à última sondagem antes das eleições está neste Soundbite. Neste episódio vamos uma última volta à campanha do Chega com o jornalista Luciano Alvarez.
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O antigo líder do PSD, Rui Rio, juntou-se a campanha da Aliança Democrática (AD) em Viana do Castelo, caminhando ao lado de Luís Montenegro e do ex-ministro José Pedro Aguiar-Branco, cabeça de lista no distrito. “Quem pensar no futuro de amanhã pode justificar outro voto, quem pensar no futuro dos seus filhos, dos seus netos, tem de mudar porque está provado que isto foi uma governação ao longo dos anos que pensou no dia de amanhã e não pensou no futuro de Portugal”, disse Rio. E onde andam os notáveis do PS? É tema para análise neste Soundbite.
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Luís Montenegro, líder da Aliança Democrática, desvalorizou posições internas no PSD sobre entendimentos eleitorais com o Chega, como a de Rui Gomes da Silva, e as declarações do próprio André Ventura. “Posso fazer um resumo: Não participo no recreio”, afirmou quase no final de uma arruada, em Aveiro. E ao décimo dia, a campanha do Chega mudou de forma radical. André Ventura, que quase não ia à rua, agora irá todos os dias até ao fim da jornada eleitoral. O que se está a passar na campanha da direita é o ponto de partida para análise neste Soundbite.
Este episódio foi gravado ao vivo na Culturgest, em Lisboa, no âmbito dos 34 anos do jornal PÚBLICO.
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Depois de António Costa, no sábado, e de Isabel Soares, no domingo, Pedro Nuno Santos começou a fazer também o apelo directo e dramatizado ao voto neste fim-de-semana. E voltou a fazê-lo esta segunda-feira de manhã, mostrando que será essa a estratégia desta derradeira semana de campanha: mobilizar os indecisos. O voto útil, à esquerda e à direita, pode esvaziar os partidos mais pequenos. Será que irá acontecer de novo? É ainda tema as dúvidas infundadas que o líder do Chega, André Ventura, coloca no sistema eleitoral português.
Neste Soundbite vamos ainda à campanha da Iniciativa Liberal, com o jornalista Henrique Pinto de Mesquita.
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Os sons que marcam o dia político em análise por Ana Sá Lopes e Helena Pereira, num podcast do PÚBLICO com moderação de Ruben Martins.

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