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Empresária, produtora, fundadora de diversos projetos incríveis e únicos, entre tanto mais que poderia acrescentar - mas deixo-vos o convite para que escutem a partilha desta semana com esta irmã-sereia, a linda Violeta Lapa, que desenvolve todo um trabalho-missão “ARTivista” profundamente conectado ao elemento água e a todo o impacto que as nossas escolhas (conscientes ou não) estão a causar.
De uma “mochila cheia de medos” recebeu o chamamento para criar aquela que hoje em dia é a sua empresa, o Oceans and Flow, e foi também desde esse lugar que, não só enfrentou os seus receios com a água, como ainda descobriu a sua verdadeira missão e se tornou desperta para toda a ecologia e vida marítima que sustenta a vida que cada um de nós conhece em terra.
Este episódio está muito bonito (fluído como a água) e tem o apoio de Sobba 🙏🏻🙏🏻🙌🏻😊
Tal como prometido, eis alguns dos links que a Violeta nos deixa como sugestão:
Sê muito bem-vindo a mais um episódio tão especial :)
E a convidada desta semana é a linda Mafalda Rodiles que tem uma força incrível a falar sobre este tema que, pessoalmente, considero muito importante de trazer até ti (tanto porque, eventualmente, esta será a semana em que irei parir o meu 6.º filho, como e até para desmistificar um assunto que diz respeito a todos nós, a toda a sociedade).
Assim, sejas tu mulher ou homem, convido-te desde já a ouvir este episódio em total abertura de consciência - para que JUNTOS nos possamos empoderar enquanto UM e sociedade que somos.
A frase escolhida para o título do episódio é de Michel Odent, o médico criador da cesariana que, após se deparar com o excesso de cesarianas e de aplicação de ocitocina sintética ou de outras intervenções médicas que têm acontecido (maioritariamente por moda e por protocolo médico), tem dedicado a vida a apelar a uma abordagem de parto mais natural, salientando o quão é imprescindível que não se percam todas as oportunidades que o parto natural em si proporciona - como por exemplo, a de sintetizar organicamente aquela que é a hormona do Amor.
A cesariana e todas as tecnologias descobertas são maravilhosas MAS somente para quando são realmente necessárias, não como “moda” ou como “pré-escolha”, e muito menos sem colocar na mesa, de forma séria, todas as consequências que estão implícitas. O certo é que o ser humano (na maioria) anda tão distante de si que até quando falamos sobre a vinda ao mundo se vê isso… Andamos tão distantes da nossa verdadeira essência que, até no processo de parto, entregamos o nosso poder pessoal ao outro. Vibramos no medo, fazemos o que nos ditam sem uma pesquisa aprofundada ou pensamento crítico, em vez de aproveitarmos o momento para nos centrarmos no corpo e nos conectarmos (a um outro nível) com o que é para fazer.
Ora, assim, distantes de nós mesmos e da nossa essência, como não vibrar no medo e na dor? Como não depositar no exterior uma decisão e ato que deveria ser sentido e empoderado desde de dentro? Como é que as mulheres de hoje não haveriam de “cair” na visão de que alguma coisa vai correr mal (como se isso fosse algo a esperar em 100% das vezes e não em menos de 15% das mulheres)?
Como sabemos, os hospitais, apesar de um sítio onde ninguém gosta propriamente de ir, passaram a ser O local do nascimento, e o médico passou a desempenhar o papel principal (e para que lhe seja comodo, a mulher tem de parir deitada, ser sujeita à episiotomia, entre uma série de procedimetos nada naturais - já não é a mulher nem o seu sentir que contam, tão pouco é o bebé ou a natureza em si.
E para que este modelo funcionasse - em que a intervenção de um médico é vista como sendo imprescindível -, era fundamental que as mulheres adquirissem a ideia de que são incapazes de fazer por si mesmas algo que sempre foi natural para que a Vida acontecesse (em todas as espécies); era fundamental que a mulher duvidasse de si, do seu poder interior (físico, mental, emocional e espiritual), que duvidasse da própria natureza e se sentisse incompetente para esta missão de dar Vida.
No fundo, toda esta visão são formas de querer controlar - até no que toca a Nascer.
Mas, como mudar o mundo se não alargarmos horizontes e nos permitirmos realmente conectar e confiar na Vida, até a este nível?
Escuta mesmo esta partilha com muito carinho e uma total abertura de coração e consciência. Depois, adoraria que nos deixasses o teu comentário. 🙏🏻😊
Gratidão Sobba por este apoio a mais um tema tão pertinente.
Médico (no verdadeiro sentido da palavra, pois é aquele que ensina); autor de inúmeros livros bestsellers como o Chegar Novo a Velho, entre outros; conhecido dentro da abordagem à dieta do paleolítico (que de forma tão bonita e coerente já mudou positivamente a vida de tantas pessoas) e igualmente conceituado na Medicina e abordagem de Anti-envelhecimento (Medicina do Futuro), o nosso convidado desta semana é este grande senhor - o Dr. Manuel Pinto Coelho.
As suas pesquisas e práticas “fora da caixa”, já receberam várias críticas dos seus pares (que acima de tudo, simplesmente desconhecem esta visão mais abrangente da saúde e do ser humano), mas Manuel nunca perdeu os seus valores - pois os resultados clínicos são evidentes e falam por si e, no fundo, é isso mesmo que ele pretende: A CURA e Melhoria da qualidade de Vida das pessoas que lhe chegam.
É, assim, uma espécie de “alfaiate” da Saúde, que personaliza sempre a abordagem de cada pessoa e ajusta a suplementação a este nível individual - quer a nível nutricional como hormonal, a cima de tudo respeitando o princípio de Primum Non Nocere e verdadeiramente ensinando cada pessoa a viver com maior qualidade de Vida.
Falamos sobre tudo isso, sobre a qualidade vazia do alimento de hoje em dia, sobre vitamina A e D, sobre meditação, exercício físico, sono e sobre tantos outros “instrumentos preciosos” que temos ao nosso dispor - só precisamos de REALMENTE os implementar no nosso dia a dia.
Deixo-vos esta linda frase citada por Manuel (frase de João Lobo Antunes, no livro A Nova Medicina): “Eu não sei para onde vamos mas sei o que me preocupa: é que a Medicina empolgada pela ciência, seduzida pela tecnologia, atordoada pela burocracia, apague a sua face mais humana e ignore a individualidade única da pessoa que sofre”.
Que linda visão 🙌🏻 e TÃO PERTINENTE, tão sábia 🙏🏻
Este é sem dúvida um episódio que te convido a ver com toda a atenção.
Gratidão Sobba pelo vosso apoio à partilha destes conteúdos 🫶😊
Quem é que já nos ouviu? O que te tocou?
Esta semana trago-vos um tema muito especial para o qual peço a vossa total atenção - e para falar sobre ele, quem melhor do que a querida Filipa Pinto Coelho, que se tem dado de corpo, Alma e coração a normalizar esta realidade, esta missão, de forma prática e muito através dos cafés Joyeux e da Associação Vilas com Vida.
Falamos de diferença e da não exclusão, falamos do facto da mesma ainda ser olhada com estranheza e com medo (reação do corpo àquilo que se desconhece), algo que continuará a ser visto assim enquanto a diferença não fizer parte das nossas vidas - porque, aliás, ela faz parte da Vida em si e, como tal, precisa de ser acolhida, precisa de ser normalizada, precisa de deixar de ser um tabu… Mais ainda, há que perceber que a diferença e a não exclusão nos transformam - porque não há como não crescer (e MUITO) enquanto ser humano e ser espiritual, quando realmente contactamos (com tempo e entrega) e acolhemos essa diferença.
“Nós não vemos (no dia a dia) e por não vermos é que estranhamos… E eu própria estranhei, eu que tinha um bebé” - diz-nos a Filipa. “É preciso fazer qualquer coisa para unir estes 2 mundos. É preciso levar a montanha a Maomé”.
Uma notícia do Observador apontava que “o trabalho pela inclusão das crianças com deficiência em Portugal começou há cerca de 30 anos e já há "97,5% destas crianças e jovens na escola.”… No entanto, como é a vida dessas crianças na escola? Como é a sua adaptação e que tipo de estímulos recebem? Serão estes os mais adequados? Serão ajustados e individualizados perante os interesses, capacidades e potenciais destas crianças, ou serão standardizados, como sempre, e formatados para uma “massa”? E quando se fala de vida social (e não só), onde se encontram estas crianças, estes adolescentes e jovens adultos? (porque se olharmos com atenção, não é costume vê-los a passear em parques, praias, supermercados, cinema, a apanhar o autocarro ou outro transporte público) - lá está, é preciso normalizar e “unir estes dois mundos”.
“Tem muito a ver com o estímulo que recebem, porque se há casos que não conseguem ir mais longe porque não têm, efetivamente, essa capacidade, também há casos em que só não foram ou não vão mais longe porque não tiveram nem estão a ter o devido estímulo” - diz-nos a Filipa.
(O que nos revela um pouca da negligência de todos nós, afinal, Vidas diferentes são na mesma VIDAS e merecem as mesmas oportunidades, as mesmas alegrias, a mesma possibilidade de se sentirem realizados)!
Mas como é que a sociedade, as escolas e as próprias famílias têm abordado estas questões? Será que promovem esse estímulo de capacidades, potenciais e autonomia? Ou, sem querer, de um modo inconsciente e até pela falta de visão e de informação “diferente”, acabam por não os estimular tanto, por não os incentivar a adquirir a dita autonomia e independência, ao seu próprio tempo e ritmo?
Por fim e no que diz respeito ao mercado de trabalho, terão eles um acesso facilitado ou, pelo menos, igual ao da grande maioria?
(Nota que estas são apenas questões que coloco aqui para nos ajudarem a expandir a Consciência sobre este assunto, em nenhum momento pretendem ser uma “crítica” a algo ou alguém).
Que lindo episódio temos aqui - é o que te digo - Ouve-o com todo o carinho e abre o teu Coração, para que, também através de ti, se possa Normalizar a Vida nas suas diferenças, a Vida no seu Todo!
Um grande bem-haja desde já por nos ouvires e não te esqueças de deixar o teu comentário e de visitares os cafés Joyeux :)
Obrigada Sobba por apoiares este episódio.
Criativa, empreendedora, amorosa, cuidadora, e muito mais poderia dizer sobre a linda Rita Ferro Alvim :)
Conhecemo-nos antes de eu ir dar a volta ao mundo pois a Rita convidou-nos (a mim e a toda a minha família) para um artigo na sua então revista Tribo e foi aquela empatia imediata, tanto entre nós como entre os nossos filhos. Desta vez, foi a vez de ser ela a convidada a trazer a sua voz, a sua visão, a sua própria experiência :)
Falámos da importância de cuidarmos de nós, de pararmos um pouco (e de verdade), de nos ouvirmos, de não nos apagarmos… e do quanto a determinação e o elogio aos pequenos passos nos permitem mesmo alcançar grandes mudanças - até no que diz respeito à saúde, com alteração de hábitos alimentares e perda de peso.
Está um episódio lindo, com uma energia boa, leve, simples… tal como a vida pode ser vivida, se abrirmos o coração a vivê-la assim.
Escuta-o com todo o teu carinho pois encontrarás aqui várias mensagens para ti.
Este episódio tem o apoio de Sobba.
O convite desta semana é de verdadeiro mergulho interior - vamos mesmo até ao nosso intestino aprender mais sobre a importância deste órgão que se conhece como um segundo cérebro e que está tão relacionado às nossas emoções e à nossa imunidade.
Para tal, a convidada desta semana é a querida Ana Garcez, uma especialista em nutrição integrativa que me bastou ouvir falar uma vez para sentir imediatamente que a queria trazer aqui, até ti.
Falamos de intestino e de toda a vida que aí existe, falamos de alimentação saudável e do que se deve evitar, falamos de emoções, de oncologia, de reverter quadros clínicos e de tanto, tanto mais - pelo que este é um daqueles episódios riquíssimos em conhecimento que te aconselho mesmo a ouvir.
:)
Obrigada NÜWA e BioBarra por me ajudarem a levar a cabo esta missão de, gratuitamente, poder partilhar todos estes conteúdos preciosos e que fomentam o desenvolvimento pessoal e espiritual de todos os que abrirem o Coração a isso. 🙏🏻
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