Cuidando da Alma Podcast

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By Rossandro KlinjeyEducationSelf-Improvement
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Cuidando da Alma Podcast episodes

  • EP 62 | A quem devemos ser gratos?

    É fácil se concentrar nos aspectos negativos da vida, ou nas pessoas que nos machucaram ou nos machucam. Mas, a verdade é que todos nós passamos por estresse e dificuldades com situações que devemos suportar, e dores provocadas por pessoas, as quais muitas são, por natureza, inevitáveis.   


    Mesmo que tenhamos que enfrentar elementos desafiadores, ACREDITE, a gratidão tem uma força impressionante e efeitos incríveis sobre nossa vida. Mas, diante de tanta gente tóxica no mundo, tem muita gente boa, sem as quais não seríamos quem somos e não chegaríamos aonde chegamos. É sobre elas que quero falar hoje em nosso Cuidando da Alma: A quem devemos ser gratos?

    Produção: wepod.com.br

    30 min
  • EP 61 | É possível transformar Tragédia em Trajetória?

    Todos os dias somos confrontados com as dores e tragédias humanas, seja na nossa vida ou na vida dos outros que acompanhamos pela TV ou através das redes sociais.  Isso alimenta um profundo sentimento de insegurança e precariedade.   

    Embora nos conheçamos o ditado “Deus dá o frio conforme o coberto”, às vezes parece que estamos no Alasca com uma fronha de travesseiro e nessas horas não parece que iremos conseguir lidar com o frio e as tempestades da vida. É como se o fardo estivesse pesado demais para carregar.  Luto, fim de relacionamento inesperado, um traição, um câncer, um acidente, um suicídio, guerra, uma catástrofe natural.   

    E ficamos paralisados em pensamentos do tipo: “Não foi isso imaginei na minha vida” – “Não tenho forças para lidar com isso” – “Eu queria sumir” – “Isso é muito desumano”. Mas, nenhum desses medos são infundados e podem ou irão acontecer com todos nós. Mas, alguns ficam presos a tragédias e não avançam, enquanto outros aprendem a usam a dor para criar uma nova trajetória.  

    Pegar aquele cobertor pequeno demais para o frio, e esticá-lo, tecer novos fios e dar conta do que está acontecendo com resiliência.   

    Mas, fica a pergunta, COMO ISSO É POSSÍVEL?  Esse é tema do nosso "Cuidando da Alma" de hoje: É possível transformar tragédia em trajetória? Bem vinda, bem vindo ao Cuidando da Alma.


    Produção: wepod.com.br

    27 min
  • EP 60 | Como ser o meu maior amor?

    O escritor, poeta e dramaturgo irlandês, Oscar Wilde nos dizia que: “Amar a si mesmo é o começo de um romance para toda a vida”. Mas, como todo romance que se preze, tem altos e baixos, arranca rabos, noites em claro, discussões profundas, pois só assim se desenvolve a intimidade, o companheirismo e o amor. Dito isto, fica claro que o amor-próprio não algo dado, mas algo a ser conquistado, construído e reconstruído, todos os dias.


    Não existe essa de um dia acordar, se olhar no espelho e dizer: finalmente estou me amando. É preciso decidir fazer isso, pois o amor-próprio é o sentimento mais poderoso e revolucionário que podemos sentir, pois, até para amar profundamente as pessoas que nos cercam e dão cor às nossas vidas, precisamos amar aquele que ama, ou seja, a nós mesmos.  

    Afinal, se você NÃO se ama, amar ao próximo como a si mesmo será sempre um convite à tragédia, à decepção e ao rancor. Além disso, o amor-próprio tem um poder de destruir todo rancor que sentimos por nós mesmos, toda aquela dúvida sobre nossas capacidades, as muitas vezes que nos subestimamos, e todos os demais sentimentos que nos impedem de alcançar todo o nosso potencial.  

    Não podemos, sem amor-próprio, sequer cogitar sentir felicidade. Quando não nos amamos, não validamos nada de bom em nós, e por mais que alguém diga que nos ama ou por maiores que sejam as nossas conquistas EXTERNAS, sem o amor-próprio ainda nos sentiremos indignos e NÃO merecedores do amor.  

    Mas, POR QUE temos tanta dificuldade de nos amar? Esse é tema desse episodio do Cuidando da Alma.   Bem vinda, bem vindo ao Cuidando da Alma.

    Produção: wepod.com.br

    28 min
  • EP 59 | Até onde eu posso ajudar o outro a mudar?

    Frases como: “Fazer o bem sem olhar a quem”; “podemos economizar tudo, menos nossa disposição para ajudar os outros” criam em nossa mente a ideia de que não podemos medir esforços para ajudar as pessoas, sobretudo as que amamos e com as quais convivemos. Mas, todavia, entretendo, porém NÃO É BEM ASSIM.

    Ajudar quem precisa se esforçar sozinho, ajudar quem não deseja ajuda, ajudar quem usa sua bondade para lhe usar, ajudar para obter o amor dos outros por carência, e por aí vai. Enfim, como tudo na vida, precisamos de equilíbrio e para que um gesto tão nobre não se transforme num problema para sua vida e para vida dos que você deseja ajudar.

    Então a primeira coisa que devemos fazer quando vamos ajudar alguém é perguntar sinceramente, a nós mesmos: Por que estou ajudando? A resposta a essa pergunta nos ajudará a descobrir as motivações certas ou erradas na hora de ajudar alguém. E se você tiver que se justificar muito para fazer alguma coisa por alguém, provavelmente você pode estar ajudando de forma errada.

    Bem vinda, bem vindo ao Cuidando da Alma.

    Produção: wepod.com.br

    32 min
  • EP 58 | Você Escuta? Atenda às chamadas não atendidas de sua alma

    Todos dizem que sabemos falar, mas não escutar. Que existe cursos e mais cursos de oratória, mas que deveria existir curso de "escutatória". Eu concordo com o argumentos, mas e um curso de "AUTO ESCUTATÓRIA", também não seria bom?  

    Sim, pois só conseguimos oferecer algo genuíno ao outro, quando sabemos oferecer a nós mesmos. Se você não se escuta, não está atento aos sinais de sua alma,  aos gritos que ela dá no seu corpo, então como você pode se candidatar a escutar os outros?  

    Seja bem vindo ao Cuidando da Alma.

    Produção: wepod.com.br

    29 min
  • EP 57 | Perguntas e respostas sobre Autoestima

    Nesta semana iniciamos uma Jornada sobre Autoestima, no lançamento da nova turma do Curso Aprendendo a se Amar e Parar de se Sabotar. Diante de tantos pedidos para responder perguntas sobre a autoestima resolvemos atender abrir este espaço. Caso queira se inscrever no curso, o link está abaixo.  https://curso.rossandro.com/matricula...

    Você sente que não é bom o suficiente?  Não vale a pena?  Atormentado pela dúvida? Talvez você se sinta uma fraude? Um impostor? Se ao menos os outros soubessem a verdade sobre você...  Você constantemente se critica duramente? O seu diálogo interno está definido para o rádio da desgraça e da melancolia O TEMPO TODO?    


    Em algum momento de nossas vidas, todos nós experimentamos esses tipos de pensamentos e crenças negativas e autodestrutivas. Mas, quando são constantes, podem ser destrutivos para sua saúde, seu bem-estar, seus relacionamentos, seu trabalho e podem até levar à depressão e ansiedade.  

    A autoestima refere-se ao nosso senso geral de dignidade ou valor. É como pensamos sobre nós mesmos. Como avaliamos nosso próprio valor e habilidades. A autoestima pode ser pensada como um senso de autovalorização e autoconfiança. Envolve como vemos nossa aparência, nossas realizações e capacidades e como os outros nos veem e respondem a nós. A autoestima afeta a forma como pensamos, sentimos e agimos e influencia a forma como nos relacionamos conosco e com os outros. A autoestima saudável está relacionada ao ajuste psicológico, emoção positiva, confiança social, comportamento pró-social, bem-estar no trabalho, relacionamentos satisfatórios e satisfação geral com a vida.  

    Neste episódio respondo as perguntas dos que seguem o Cuidando da Alma.

    Produção: wepod.com.br

    35 min
  • EP 56 | Como ser o Pacificador do Lar?

    No ambiente complexo e desafiador chamado família, inevitavelmente somos machucados, gerando o que em psicologia chamamos de trauma.


    Sobre isso é importante salientar que pessoas traumatizadas tendem a traumatizar, ou seja, traumas muitas vezes geram traumas: a maioria dos pais que maltratam seus filhos provavelmente também foi maltratada.

    Para quebrar esse triste ciclo, quem se sente dolorido pela forma como foi tratado pelos pais, conseguiria crescer muito ao enxergá-los não apenas como negligentes, perversos, narcisistas ou hostis, mas como mal equipados para criar o tipo de ambiente familiar que promovesse confiança e vínculos seguros, simplesmente porque nunca tiveram isso.

    Não se trata de minimizar a dor de alguém com um “deixar para lá e seguir em frente” ou “perdão” simplista, por mais úteis que possam ser.  Em vez disso, cada um de nós que vive em família, deve chegar a uma compreensão mais completa de por que nossos pais se comportaram daquela maneira, para que possamos evitar ficar presos a esses padrões de dor por isso e repeti-los nos próximos relacionamentos, prejudicando as próximas gerações.  

    Um dos maiores perigos de carregar sentimentos crônicos de raiva em relação a um dos pais não está simplesmente no que isso faz com o relacionamento entre nós e nossos pais, mas como isso pode afetar nossos relacionamentos com um parceiro íntimo ou nossos filhos. Ou seja, não se trata de como isso nos afetou, mas de como isso AINDA nos afeta.

    Produção: wepod.com.br

    30 min
  • EP 55 | Conte-me sobre sua mãe…

    Existe um estereótipo equivocado de que a terapia é simplesmente um processo de arqueologia psíquica que envolve uma escavação do passado com o objetivo de encontrar alguém para culpar. Geralmente, a mãe. 


    Uma coisa que percebi como terapeuta é que a maioria das mães está fazendo o melhor que pode. 


    No entanto, às vezes elas precisam fazer um trabalho melhor e às vezes não têm o apoio necessário. 


    Por isso, quando alguém vem me falar sobre um impacto negativo causado por sua mãe, eu digo: “Fale mais sobre sua mãe”. 


    Em vez de menosprezá-la, eu realmente quero saber mais sobre a mãe, suas dores, lutas e lutos. 


    Muitas vezes, abrir a porta para a empatia e a aceitação pode gerar mais espaço para crescimento do que para culpa.


    Nesse episódio do cuidando da Alma especial do Dia das Mães, vou conversar com @daniela.migliari sobre o tema: "E aí, a culpa é da mãe?"


    Produção: wepod.com.br


    34 min
  • EP 54 | Que seja infinito enquanto dure" Como ressignificar o fim do relacionamento?

    Quanto tempo leva para superar uma separação? Como aceitar o fim de uma separação? Por que uma separação dói tanto? 

    Se um relacionamento romântico durou algumas semanas ou vários anos, uma separação sempre dói. E para sair dela, muitas vezes passamos por diferentes fases, comparáveis a algumas que encontramos no processo de luto. Mas, como voltar a vida depois dessa dor. 

    Esse é tema do nosso cuidando da alma de hoje. 

    Produção: wepod.com.br

    29 min
  • EP 53 | Como lidar com a Ansiedade no retorno ao presencial?

    A flexibilização das restrições tem nos permitido voltar ao trabalho, à escola, e encontrar as pessoas que amamos. Parece fantástico isso, e é, mas não estranhe se isso também exigir ajustes e desafios. Muitas pessoas, por exemplo, ainda temem o retorno total, outras com o ritmo das mudanças ou com o que o futuro pode trazer.

    Por isso, mais do que nunca, seja paciente consigo mesmo e com seus sentimentos. O surto de coronavírus (COVID-19) foi e ainda tem sido difícil para todos nós, nos fazendo experimentar os efeitos de maneira diferente. O mesmo ocorre com retorno a vida ao presencial. Mesmo sendo inegavelmente uma mudança positiva, ela pode desenvolver ansiedade em algumas pessoas. Em alguma medida muitos de nós desaprendemos a convier e pode levar tempo para nos reajustarmos com o que  não fazemos há algum tempo.

    É provável que sentimentos de ansiedade passem com o tempo à medida que nos acostumamos com o "novo normal", mas é importante fazer o que pudermos para cuidar de nossa saúde mental.

    Há muitas coisas que podem ajudá-lo a gerenciar esses sentimentos e facilitar o ajuste e é sobre isso que o este episódio do Cuidando da Alma irá abordar.

    Produção: wepod.com.br

    53 min

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Cuidando da Alma é um podcast semanal com reflexões profundas sobre sentido da vida, desenvolvimento emocional, perdão e esperança, sempre com olhar humano e espiritual.

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