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É fácil se concentrar nos aspectos negativos da vida, ou nas pessoas que nos machucaram ou nos machucam. Mas, a verdade é que todos nós passamos por estresse e dificuldades com situações que devemos suportar, e dores provocadas por pessoas, as quais muitas são, por natureza, inevitáveis.
Todos os dias somos confrontados com as dores e tragédias humanas, seja na nossa vida ou na vida dos outros que acompanhamos pela TV ou através das redes sociais. Isso alimenta um profundo sentimento de insegurança e precariedade.
Embora nos conheçamos o ditado “Deus dá o frio conforme o coberto”, às vezes parece que estamos no Alasca com uma fronha de travesseiro e nessas horas não parece que iremos conseguir lidar com o frio e as tempestades da vida. É como se o fardo estivesse pesado demais para carregar. Luto, fim de relacionamento inesperado, um traição, um câncer, um acidente, um suicídio, guerra, uma catástrofe natural.
E ficamos paralisados em pensamentos do tipo: “Não foi isso imaginei na minha vida” – “Não tenho forças para lidar com isso” – “Eu queria sumir” – “Isso é muito desumano”. Mas, nenhum desses medos são infundados e podem ou irão acontecer com todos nós. Mas, alguns ficam presos a tragédias e não avançam, enquanto outros aprendem a usam a dor para criar uma nova trajetória.
Pegar aquele cobertor pequeno demais para o frio, e esticá-lo, tecer novos fios e dar conta do que está acontecendo com resiliência.
Mas, fica a pergunta, COMO ISSO É POSSÍVEL? Esse é tema do nosso "Cuidando da Alma" de hoje: É possível transformar tragédia em trajetória? Bem vinda, bem vindo ao Cuidando da Alma.
O escritor, poeta e dramaturgo irlandês, Oscar Wilde nos dizia que: “Amar a si mesmo é o começo de um romance para toda a vida”. Mas, como todo romance que se preze, tem altos e baixos, arranca rabos, noites em claro, discussões profundas, pois só assim se desenvolve a intimidade, o companheirismo e o amor. Dito isto, fica claro que o amor-próprio não algo dado, mas algo a ser conquistado, construído e reconstruído, todos os dias.
Frases como: “Fazer o bem sem olhar a quem”; “podemos economizar tudo, menos nossa disposição para ajudar os outros” criam em nossa mente a ideia de que não podemos medir esforços para ajudar as pessoas, sobretudo as que amamos e com as quais convivemos. Mas, todavia, entretendo, porém NÃO É BEM ASSIM.
Ajudar quem precisa se esforçar sozinho, ajudar quem não deseja ajuda, ajudar quem usa sua bondade para lhe usar, ajudar para obter o amor dos outros por carência, e por aí vai. Enfim, como tudo na vida, precisamos de equilíbrio e para que um gesto tão nobre não se transforme num problema para sua vida e para vida dos que você deseja ajudar.
Então a primeira coisa que devemos fazer quando vamos ajudar alguém é perguntar sinceramente, a nós mesmos: Por que estou ajudando? A resposta a essa pergunta nos ajudará a descobrir as motivações certas ou erradas na hora de ajudar alguém. E se você tiver que se justificar muito para fazer alguma coisa por alguém, provavelmente você pode estar ajudando de forma errada.
Bem vinda, bem vindo ao Cuidando da Alma.
Produção: wepod.com.br
Todos dizem que sabemos falar, mas não escutar. Que existe cursos e mais cursos de oratória, mas que deveria existir curso de "escutatória". Eu concordo com o argumentos, mas e um curso de "AUTO ESCUTATÓRIA", também não seria bom?
Sim, pois só conseguimos oferecer algo genuíno ao outro, quando sabemos oferecer a nós mesmos. Se você não se escuta, não está atento aos sinais de sua alma, aos gritos que ela dá no seu corpo, então como você pode se candidatar a escutar os outros?
Seja bem vindo ao Cuidando da Alma.
Produção: wepod.com.br
Nesta semana iniciamos uma Jornada sobre Autoestima, no lançamento da nova turma do Curso Aprendendo a se Amar e Parar de se Sabotar. Diante de tantos pedidos para responder perguntas sobre a autoestima resolvemos atender abrir este espaço. Caso queira se inscrever no curso, o link está abaixo. https://curso.rossandro.com/matricula...
Você sente que não é bom o suficiente? Não vale a pena? Atormentado pela dúvida? Talvez você se sinta uma fraude? Um impostor? Se ao menos os outros soubessem a verdade sobre você... Você constantemente se critica duramente? O seu diálogo interno está definido para o rádio da desgraça e da melancolia O TEMPO TODO?
No ambiente complexo e desafiador chamado família, inevitavelmente somos machucados, gerando o que em psicologia chamamos de trauma.
Existe um estereótipo equivocado de que a terapia é simplesmente um processo de arqueologia psíquica que envolve uma escavação do passado com o objetivo de encontrar alguém para culpar. Geralmente, a mãe.
Uma coisa que percebi como terapeuta é que a maioria das mães está fazendo o melhor que pode.
No entanto, às vezes elas precisam fazer um trabalho melhor e às vezes não têm o apoio necessário.
Por isso, quando alguém vem me falar sobre um impacto negativo causado por sua mãe, eu digo: “Fale mais sobre sua mãe”.
Em vez de menosprezá-la, eu realmente quero saber mais sobre a mãe, suas dores, lutas e lutos.
Muitas vezes, abrir a porta para a empatia e a aceitação pode gerar mais espaço para crescimento do que para culpa.
Nesse episódio do cuidando da Alma especial do Dia das Mães, vou conversar com @daniela.migliari sobre o tema: "E aí, a culpa é da mãe?"
Produção: wepod.com.br
Quanto tempo leva para superar uma separação? Como aceitar o fim de uma separação? Por que uma separação dói tanto?
Se um relacionamento romântico durou algumas semanas ou vários anos, uma separação sempre dói. E para sair dela, muitas vezes passamos por diferentes fases, comparáveis a algumas que encontramos no processo de luto. Mas, como voltar a vida depois dessa dor.
Esse é tema do nosso cuidando da alma de hoje.
Produção: wepod.com.br
A flexibilização das restrições tem nos permitido voltar ao trabalho, à escola, e encontrar as pessoas que amamos. Parece fantástico isso, e é, mas não estranhe se isso também exigir ajustes e desafios. Muitas pessoas, por exemplo, ainda temem o retorno total, outras com o ritmo das mudanças ou com o que o futuro pode trazer.
Por isso, mais do que nunca, seja paciente consigo mesmo e com seus sentimentos. O surto de coronavírus (COVID-19) foi e ainda tem sido difícil para todos nós, nos fazendo experimentar os efeitos de maneira diferente. O mesmo ocorre com retorno a vida ao presencial. Mesmo sendo inegavelmente uma mudança positiva, ela pode desenvolver ansiedade em algumas pessoas. Em alguma medida muitos de nós desaprendemos a convier e pode levar tempo para nos reajustarmos com o que não fazemos há algum tempo.
É provável que sentimentos de ansiedade passem com o tempo à medida que nos acostumamos com o "novo normal", mas é importante fazer o que pudermos para cuidar de nossa saúde mental.
Há muitas coisas que podem ajudá-lo a gerenciar esses sentimentos e facilitar o ajuste e é sobre isso que o este episódio do Cuidando da Alma irá abordar.
Produção: wepod.com.br
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