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![Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
Há quem acredite que o Homem não foi à Lua.
Há quem diga que os grandes líderes mundiais são…répteis alienígenas!
São milhares as efabulações acerca da morte de JFK, e outras tantas as que explicam a morte da Princesa Diana.
E são muitos os que pensam que o COVID foi inventado de modo a colocar um chip nos nossos organismos…
São as tão famosas teorias da conspiração! Qualquer semelhança entre estas e as teorias científicas não é pura coincidência porque não existem mesmo quaisquer semelhanças. Assim explica José Santana Pereira, no início deste episódio gravado ao vivo no grande auditório do ISCTE.
Em conversa com a Ana Sofia Martins, ambos percorrerão as teorias mais conhecidas, explicando como se criam e disseminam de forma rápida. Sendo este um episódio de Política, não ficará de fora a maneira como as teorias da conspiração estão mais ligadas a certos quadrantes políticos, os efeitos que podem ter nas instituições democráticas e as características que nos tornam algumas pessoas mais permeáveis às mesmas.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Butter, Michael, e Peter Knight (eds.) (2020). Routledge Handbook of Conspiracy Theories. Londres: Routledge;
Butter, Michael, e Peter Knight (2023). Covid Conspiracy Theories in Global Perspective. Nova Iorque: Taylor & Francis.
Merlan, Anna (2019) Republic of Lies: American Conspiracy Theorists and their Surprising Rise to Power. Nova Iorque : Random House;
Podcast Teorias da Conspiração, Antena 1.
BIOS
ANA SOFIA MARTINS
Apresentadora, modelo e atriz portuguesa. Foi descoberta por uma agência de modelos aos 14 anos e desde então até vingar na moda, foi um passo. Participou em inúmeras campanhas de publicidade e editoriais nacionais e internacionais.
Na televisão, após a sua passagem pela MTV Portugal como apresentadora, estreou-se na representação, num dos projectos de maior sucesso da TVI. O seu currículo conta ainda com projectos de ficção internacionais, com destaque para Devils 2, entre outros ainda por estrear brevemente.
A par da sua carreira profissional as causas sociais são uma das grandes preocupações da actriz. Exemplo disso é o apadrinhamento da Casa de Acolhimento Casa Nova.
JOSÉ SANTANA PEREIRA
José Santana Pereira (Nisa, 1982) é professor de Ciência Política no ISCTE, investigador e membro do consórcio Sondagens ICS-ISCTE.
Doutorado em Ciências Políticas e Sociais pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, tem, nos últimos 15 anos, desenvolvido investigação na área do comportamento eleitoral e da opinião pública, bem como sobre sistemas eleitorais, a relação entre política e entretenimento, ou os efeitos dos média e das campanhas.
«Tu és jovem, não pensas.»
«Os jovens não sabem o que querem!»
«Esta geração é apática, não vibra com nada.»
«Estes miúdos são uns radicais.»
Nesta nova trilogia de episódios a Ana Markl recebe Vítor Sérgio Ferreira para falar sobre os Jovens. Apesar de sempre terem existido, esta condição social é, no entanto, bastante recente e nasce apenas no início do século XX. Surpreendida/o? Prepare-se para mais.
O Vítor vai questionar as ideias feitas relativas aos jovens e evidenciar a ambiguidade de serem rotulados de pouco «interessados» em causas, enquanto são apontados pelo radicalismo com que se envolvem nessas mesmas causas. Quase como se disséssemos (nas palavras da Ana): Manifestem-se, mas sem incomodar as pessoas.
Numa era em que o culto da juventude nunca foi tão exacerbado, é caso para perguntar: «preso por ser jovem ou preso por não o ser», em que ficamos?
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Estudo - «Os Jovens em Portugal, Hoje»
Estudos sobre Jovens e Participação Política, e sobre Justiça Intergeracional
Publicações:
Geração Milénio? Um retrato social e político
A arte de construir cidadania
Leite, Miriam; Ferreira, Vitor Sérgio; Machado, Valéria (Orgs.) (2019) «Dossiê: Jovens e ativismos em (des)construção: socializações e (in)ações políticas», Práxis Educativa, 14 (3)
Vieira, Maria Manuel; Ferreira, Vitor Sérgio (Orgs), (2019) «Juventude(s) do local ao nacional - que intervenção?» Afrontamento
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras; licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o Canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
VÍTOR SÉRGIO FERREIRA
É doutorado em Sociologia, com especialidade de Sociologia da Educação, Cultura e Comunicação, pelo ISCTE-IUL, Portugal (2006). Atualmente, é investigador principal no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. É coordenador do grupo de pesquisa LIFE – Percursos de Vida, Desigualdades e Solidariedades, e vice-coordenador do Observatório Permanente da Juventude.
Pagamos?
Não pagamos?
Recebemos de volta?
Deveríamos pagar de outra forma?
É caso para se dizer que, no que toca ao tema das propinas (que tem estado bastante ‘quente’), nem sim, nem não; e que também não se vai aqui recomendar o tão famoso ‘nim’.
Provocado por Hugo van der Ding, o economista Hugo Figueiredo vai debruçar-se sobre o custo-benefício das políticas públicas. Vai olhar para a realidade do Ensino Superior português, explicar as implicações das diferentes políticas de propinas e dar exemplos mais ou menos bem-sucedidos de países como os Estados Unidos ou o Reino Unido. Pelo caminho, ficará a conhecer outros casos em que as políticas públicas se revelaram um sucesso, e compreenderá que, tal como em tudo na vida, também aqui, simplificar é uma das palavras de ordem.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Vale a pena investir recursos públicos no ensino superior?:
Deming, D. J. (2019). The economics of free college. Economics for Inclusive Prosperity Policy, Brief, 14.
Nathaniel Hendren, Ben Sprung-Keyser, A Unified Welfare Analysis of Government Policies, The Quarterly Journal of Economics, Volume 135, Issue 3, August 2020, Pages 1209–1318,
Os efeitos de eliminar propinas:
Denny, K. (2014). The effect of abolishing university tuition costs: Evidence from Ireland. Labour Economics, 26, 26-33.
Nguyen, H. (2019). Free tuition and college enrollment: Evidence from New York’s Excelsior program. Education Economics, 27(6), 573-587.
Nguyen, H. (2020). Free college? Assessing enrollment responses to the Tennessee Promise program. Labour Economics, 66, 101882.
Uma alternativa melhor?:
Sarrico, C. (2023). Propinas no Ensino Superior: estude agora, pague depois. Observador.
Peralta, S. (2020). Menos 200 euros de propina não ajuda os pobres. Público.
Peralta, S. (2019). Empréstimos para estudantes: Help me, Obi-Wan Kenobi. És a minha única esperança! Público.
A experiência de outros países:
Murphy, R., Scott-Clayton, J., & Wyness, G. (2019). The end of free college in England:Implications for enrolments, equity, and quality. Economics of Education Review, 71, 7-22.
Solis, A. (2017). Credit access and college enrollment. Journal of Political Economy, 125(2), 562-622.
Barreiras de Acesso ao Ensino Superior e Desenho de Políticas
Burland, E., Dynarski, S., Michelmore, K., Owen, S., & Raghuraman, S. (2023). The power of certainty: Experimental evidence on the effective design of free tuition programs. American Economic Review: Insights, 5(3), 293-310.
Dynarski, S., Libassi, C. J., Michelmore, K., & Owen, S. (2018). Closing the gap: The effect of a targeted, tuition-free promise on college choices of high-achieving, low-income students (No. w25349). National Bureau of Economic Research.
Se adorou o episódio anterior da dupla da Ciência, saiba que esta parte II não vai ficar atrás.
Sabia que…
… os peixes e os mariscos também podem ser desnaturados?
… a água de cozedura do grão-de-bico tem (quase) nome de fada?
… o papel de alumínio não tem um lado bom?
… os ovos também podem sofrer de gases?
Pois é: a Inês Lopes Gonçalves e o Nuno Maulide gostam mesmo de cozinhar e de perceber tudo o que se passa na cozinha. Este é mais um episódio em que se desmistificam mitos e se explicam aqueles fenómenos da culinária que quase parecem magia: é que um simples ovo guarda muitos mais segredos na casca (suja) do que parece; já para não falar da clara que, sendo líquida, de repente se agiganta e forma um castelo firme.
A dupla vai falar do poder transformista de muitos alimentos, mas ainda vai mais longe, trazendo à colação o poder do micro-ondas, da película aderente, do papel de alumínio e tantos outros. Vão ainda deixar-lhe uma receita para que faça um brilharete culinário com quem muito bem lhe apetecer. Diga lá se não lhe abrimos o apetite?
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Agar or alginate spherification: what’s the difference?
Plastic wrap and food safety
Science on the shelves
Do you always have to rinse rice?
Real reason for aluminium foil shiny dull side
Myth Debunked: Aluminium Foil, shiny side IN or OUT?
The float test
Never store eggs in fridge
BIOS
INÊS LOPES GONÇALVES
Inês Lopes Gonçalves é uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio, é atualmente uma d’As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é anfitriã do talk show Traz Pr’a Frente, na RTP e RTP Memória.
Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP, e desde 2017 que é uma das caras do Festival da canção. O seu percurso começou na informação como jornalista da Rádio Renascença, passou pela Sport TV, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
NUNO MAULIDE
Nascido em Lisboa em 1979, é professor catedrático premiado e diretor do Instituto de Química Orgânica da Universidade de Viena. Foi eleito Cientista do Ano na Áustria, em 2018.
Estudou Piano e Química em Lisboa, tendo realizado estadas de investigação nas Universidade Católica de Louvain, École Polytechnique em Paris e na Universidade de Stanford. Em 2009, assumiu o cargo de chefe de equipa no Instituto Max Planck para a Investigação sobre o Carvão, em Mülheim an der Ruhr (Alemanha).
Desde 2013, ocupa a cátedra de Síntese Orgânica na Universidade de Viena. É autor do best-seller “Como se Transforma Ar em Pão” e de “Como Desvendar o Quebra-Cabeças da Origem da Vida?”, livros em que procura desmistificar a Química e explicar que ela – a Química – é omnipresente nas nossas vidas.
Que diferenças existem entre a esquerda e a direita?
Que importância têm a família, o contexto social e escolar, na formação de uma preferência política?
É verdade que somos mais de esquerda quanto mais novos somos, e aproximamo-nos da direita à medida que ficamos mais velhos?
Vai ouvir falar de caviar e de mortadela, de vestidos pretos e de muitos tons de cinzento; acredite ou não, tudo isto está relacionado com o tema deste episódio: como crescemos dentro de uma preferência política e nos mantemos por lá, ou a abandonamos, nem que seja ‘por momentos’.
José Santana Pereira e Ana Sofia Martins vão conversar sobre ‘esquerda’ e ‘direita’, trazer dados surpreendentes sobre diferenças geracionais, falar do desgaste daquelas etiquetas, e inclusivamente deixar conselhos aos pais que desejam dar ferramentas aos seus filhos para que desenvolvam espírito crítico e, quem sabe, se mantenham na preferência da família. Esteja a sua num dos lados, no outro, ou no espectro entre os dois, venha ouvir os factos que constroem melhores argumentos sobre este assunto.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Araújo, António (2016). Da direita à esquerda: Cultura e sociedade em Portugal, dos anos 80 à atualidade. Lisboa: Saída de Emergência.
Freire, André (2006). Esquerda e direita na política europeia. Lisboa: Instituto de Ciências Sociais
Tavares, Rui (2015). Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI. Lisboa: Tinta da China.
Onde param a esquerda e a direita?
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ANA SOFIA MARTINS
Apresentadora, modelo e actriz portuguesa. Foi descoberta por uma agência de modelos aos 14 anos e desde então até vingar na moda, foi um passo. Participou em inúmeras campanhas de publicidade e editoriais nacionais e internacionais.
Na televisão, após a sua passagem pela MTV Portugal como apresentadora, estreou-se na representação, num dos projectos de maior sucesso da TVI. O seu currículo conta ainda com projectos de ficção internacionais, com destaque para Devils 2, entre outros ainda por estrear brevemente.
A par da sua carreira profissional as causas sociais são uma das grandes preocupações da actriz. Exemplo disso é o apadrinhamento da Casa de Acolhimento “Casa Nova”.
JOSÉ SANTANA PEREIRA
José Santana Pereira (Nisa, 1982) é professor de Ciência Política no ISCTE, investigador e membro do consórcio Sondagens ICS-ISCTE.
Doutorado em Ciências Políticas e Sociais pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, tem, nos últimos 15 anos, desenvolvido investigação na área do comportamento eleitoral e da opinião pública, bem como sobre sistemas eleitorais, a relação entre política e entretenimento, ou os efeitos dos média e das campanhas.
O cinema já retratou as cidades do futuro de muitas maneiras:
Frias e asséticas.
Escuras, poluídas, sem espaços verdes.
Dominadas pela tecnologia, desumanas.
Serão um dia assim, as cidades do futuro?
O geoógrafo Gonçalo Antunes acha difícil de prever, sobretudo pensando num horizonte temporal superior a 50 anos. Contudo, as tendências que se desenham são bem mais positivas do que as retratadas pelo cinema.
A Ana Markl quis então saber como é que o design atual das nossas cidades, tão dominado pelo uso do automóvel, se pode vir a transformar. Tudo parece orientar-se para uma urbe mais inteligente, mais descarbonizada, favorecendo o ambiente e uma mobilidade mais suave.
Será que um dia viveremos nessas cidades? Será esse o legado urbano que deixaremos aos nossos filhos?
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Leituras:
Triumph of the City: How Our Greatest Invention Makes Us Richer, Smarter, Greener, Healthier, and Happier, de Edward Glaeser.
The City in History: Its Origins, Its Transformations, and Its Prospects, Lewis Mumford.
Cities of Tomorrow, de Peter Hall
Metrópoles: a história da cidade, a maior criação da civilização, de Ben Wilson.
The Death and Life of Great American Cities, Jane Jacobs.
The Just City, Susan S. Fainstein.
Cities for People, Jan Gehl.
Outros:
Baraka, Ron Fricke, 1992
Home, Yann Arthus-Bertrand, 2009
Blade Runner
Blade Runner 2049
The Jetsons
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras; licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o Canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
GONÇALO ANTUNES
Geógrafo, doutorado em Geografia e Planeamento Territorial pela Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas (NOVA FCSH) da Universidade Nova de Lisboa.
Professor universitário na NOVA FCSH, actual coordenador da Licenciatura em Geografia e Planeamento Regional e investigador integrado no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA).
É especialista em políticas de habitação, dinâmicas do mercado imobiliário, políticas públicas urbanas, Geografia urbana, planeamento e ordenamento do território e de forma lata em estudos
urbanos. Dentro destas temáticas tem várias publicações científicas, é coordenador de projetos
científicos e organizou exposições na qualidade de curador, entre outras actividades de
disseminação do conhecimento.
Que valor tem a sua vida? E a vida animal? Quanto vale um parque natural ou uma praia?
É comum dizer-se que certas coisas ‘não têm preço’. Geralmente, a expressão pressupõe que o seu valor é incalculável; mas, economistas como Hugo Figueiredo, discordam, dizendo que a não atribuição de um valor provoca precisamente o efeito contrário: faz com que o mesmo passe a ser zero.
Esta desvalorização tem efeitos profundos e acaba por se traduzir na maneira como respeitamos (ou não) a natureza, a vida humana e tantos outros.
Em conversa com Hugo van der Ding, Hugo Figueiredo dá inúmeros exemplos e ajuda-nos a compreender como é possível fazer análises de custo/benefício e calcular o ‘preço’ de tudo aquilo que nos parece impossível quantificar, mesmo quando os benefícios são imateriais.
Parece-lhe demasiado duro e objetivo? Prepare-se: a sua vida vale muito mais do que provavelmente imagina.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Quanto vale uma vida?
Viscusi, W. (2018). Pricing lives: Guideposts for a safer society. Princeton University Press.
Kniesner, T. J., & Viscusi, W. K. (2019). The Value of a Statistical Life. In Oxford Research Encyclopedia of Economics and Finance.
Friedman, H. S. (2021). Ultimate price: The value we place on life. University of California Press.
Thaler, R., & Rosen, S. (1976). The value of saving a life: evidence from the labor market.
In Household production and consumption (pp. 265-302). NBER.
Athey, S., Kremer, M., Snyder, C., & Tabarrok, A. (2020). In the race for a coronavirus vaccine, we must go big. really, really big. New York Times, 4.
Avaliação de bens ambientais:
Banzhaf, H. (2023). Pricing the Priceless: A History of Environmental Economics (Historical Perspectives on Modern Economics). Cambridge: Cambridge University Press.
Riera, P., McConnell, K. E., Giergiczny, M., & Mahieu, P. A. (2011). Applying the travel cost method to Minorca beaches: some policy results. The international handbook on non-market environmental valuation, 60-73.
Haefele, M., Loomis, J. B., & Bilmes, L. (2016). Total economic valuation of the National Park Service lands and programs: Results of a survey of the American public. Harvard Kennedy School Working Papers Number of, 48.
Economistas:
Kip Viscusi
Howard Friedman
Spencer Banzhaf
BIOS
HUGO VAN DER DING
Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
HUGO FIGUEIREDO
É professor de Economia na Universidade de Aveiro, investigador do CIPES - Centro de Investigação em Políticas do Ensino Superior e colaborador do GOVCOPP – Unidade de Investigação em Governança, Competitividade e Políticas Públicas. É licenciado em Economia pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências Empresariais pela Universidade de Manchester. Os seus interesses de investigação centram-se nas áreas da economia do trabalho, da educação e do ensino superior.
Neste episódio vamos falar de…
… bolos que crescem e subitamente desabam;
… fermentações químicas e biológicas;
… emulsionar, reduzir e clarificar;
… e também de alimentos que precisam de muito ‘amor’, outros que picam na língua, e ainda alguns que ganham ranço.
Não, a Inês Lopes Gonçalves e o Nuno Maulide não decidiram largar tudo e dedicar-se à culinária; em vez disso, trazem uma nano-série de dois episódios dedicados à química que acontece nas nossas cozinhas de cada vez que decidimos preparar um prato, nos esquecemos de guardar a manteiga no frigorífico ou nos dispomos a fazer a tão famosa massa-mãe.
Vai ouvir falar de ‘ingredientes’ que não se encontram no supermercado ou na mercearia mas que ‘andam aí’. São substâncias com nomes complexos e efeitos poderosos como a capsaicina ou o ácido butírico. Acredite que pelo menos um destes dois é capaz de lhe dar a volta ao estômago. Se quer saber qual, carregue no play.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
How to salt pasta water the right way
Pressure cooking
Desnaturação das proteínas
Fermento químico
Fermento biológico
Guia completo sobre a química do pão e seus diferentes tipos
Diferença entre fermento biológico e fermento químico
What is dry yeast
Changes in quality properties of kimchi based on the nitrogen content of fermented anchovy sauce
The science of rancidity
Manteiga clarificada
The science of beating eggs
Pavlova: why do egg whites foam?
Starch structure
What is dry yeast
BIOS
INÊS LOPES GONÇALVES
É uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio, é actualmente uma d’As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é anfitriã do talk show Traz Pr’a Frente, na RTP e RTP Memória.
Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP, e desde 2017 que é uma das caras do Festival da canção. O seu percurso começou na informação como jornalista da Rádio Renascença, passou pela Sport TV, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
NUNO MAULIDE
Nascido em Lisboa em 1979, é professor catedrático premiado e diretor do Instituto de Química Orgânica da Universidade de Viena. Foi eleito Cientista do Ano na Áustria, em 2018.
Estudou Piano e Química em Lisboa, tendo realizado estadas de investigação nas Universidade Católica de Louvain, École Polytechnique em Paris e na Universidade de Stanford. Em 2009, assumiu o cargo de chefe de equipa no Instituto Max Planck para a Investigação sobre o Carvão, em Mülheim an der Ruhr (Ale
Indignamo-nos com ela.
Criticamos políticos e partidos à sua conta.
Desprezamos os media que não a referem ou que dela se aproveitam.
Mas … será que sabemos o que é a corrupção, como se manifesta, previne e combate?
Ana Sofia Martins arranca este episódio com uma provocação; José Santana Pereira usa-a para definir o que é corrupção, traz à luz as diferenças entre ética e legalidade, põe o dedo na ferida referindo o que é aceitável e o que não é.
A dupla leva-nos ao índice de corrupção (sim, existe um) e à surpresa de que, afinal, Portugal não está assim tão mal na classificação. Depois vêm os factos: clientelismo, o ‘fator C’, o populismo e… as zonas cinzentas. Sim, porque, como se diz no país vizinho, ‘que las hay, las hay’, e coisas que nos parecem tão simples como a pequena cunha para evitar uma multa também são corrupção. Está preparado/a para ouvir?
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Coroado, Susana (2017). O Grande Lóbi: Como se influenciam as decisões em Portugal. Lisboa: Objectiva;
De Sousa, Luís (2011). Corrupção. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos;
De Sousa, Luís, e Coroado, Susana (2022). Ética e Integridade na Política. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos;
Silva, Patrícia (2020). Jobs for the Boys? Nomeações para a Administração Política. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
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ANA SOFIA MARTINS
Apresentadora, actriz e modelo portuguesa. Foi descoberta por uma agência de modelos aos 14 anos e desde então até vingar na moda, foi um passo. Participou em inúmeras campanhas de publicidade e editoriais nacionais e internacionais.
Na televisão, após a sua passagem pela MTV Portugal como apresentadora, estreou-se na representação, num dos projectos de maior sucesso da TVI. O seu currículo conta ainda com projectos de ficção internacionais, com destaque para Devils 2, entre outros ainda por estrear brevemente.
A par da sua carreira profissional as causas sociais são uma das grandes preocupações da actriz. Exemplo disso é o apadrinhamento da Casa de Acolhimento “Casa Nova”.
JOSÉ SANTANA PEREIRA
José Santana Pereira (Nisa, 1982) é professor de Ciência Política no ISCTE, investigador e membro do consórcio Sondagens ICS-ISCTE.
Doutorado em Ciências Políticas e Sociais pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, tem, nos últimos 15 anos, desenvolvido investigação na área do comportamento eleitoral e da opinião pública, bem como sobre sistemas eleitorais, a relação entre política e entretenimento, ou os efeitos dos média e das campanhas.
Assistimos com preocupação à falta de casas, a preços e condições acessíveis para viver nas grandes cidades do nosso país. A tão famosa crise da habitação é tema recorrente nas notícias. Contudo, será que este é um problema inteiramente novo? Ou será que apenas mudam as causas para um problema que não é novo?
O Gonçalo Antunes diz-nos que sim. E não fica por aí: em conversa com a Ana Markl, identifica os factos que estão na base deste problema (que realmente não é novo) do acesso à habitação. Explica como viviam as famílias em tempos não assim tão distantes e explica que ‘a história das cidades também se faz destas dificuldades do acesso à habitação’.
Porém, a Ana Markl vai querer conhecer as razões actuais, as conhecidas e as menos faladas; vai questionar sobre se poderemos ter esperança num acesso mais fácil a ter casa, e fará ainda uma pergunta sacramental: que lições deveremos retirar para o futuro?
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Leituras:
Antunes, G. (2018). Políticas de habitação - 200 anos. Lisboa: Editora Caleidoscópio. Antunes, G. (2021a). Direitos humanos e habitação - evolução do direito à habitação em Portugal. Lisboa: Editora Caleidoscópio.
Antunes, G. & Seixas, J. (2022). Impactos da pandemia na evolução do acesso à habitação na Área Metropolitana de Lisboa. CIDADES, Comunidades e Territórios, 45, pp. 55-79.
Antunes, G. & Ferreira, J. (2021). Short-term rentals: how much is too much - spatial patterns in Portugal and Lisbon. Tourism and Hospitality Management, 27, 3, 581‒603.
Aalbers, M.B. (2016). The Financialisation of Housing: a Political Economy Approach. Londres: Routledge.
Becker, E. (2013). Overbooked: The Exploding Business of Travel and Tourism. Nova Iorque: Simon & Schuster.
Brenner, N., Marcuse, P. & Mayer, M (eds.). (2012). Cities for People, Not for Profit. Critical Urban Theory and the Right to the City. Londres: Routledge.
Lees, L. & Phillips, M. (2018). Handbook of Gentrification Studies. Cheltenham: Edward Elgar Publishing.
Seixas, J. (2021). Lisboa em metamorfose. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Davis, M. (2005). Planet of slums. Nova Iorque: Verso Books.
Documentário:
Do Bairro, Diogo Varela Silva, 2021
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras; licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o Canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
GONÇALO ANTUNES
Geógrafo, doutorado em Geografia e Planeamento Territorial pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (NOVA FCSH) da Universidade Nova de Lisboa.
Professor universitário na NOVA FCSH, coordenador do Departamento de Geografia e Planeamento Regional e investigador integrado no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA). É especialista em políticas de habitação, dinâmicas do mercado imobiliário, políticas públicas urbanas, Geografia urbana, planeamento e ordenamento do território e de forma lata em estudos urbanos. Dentro destas temáticas tem várias publicações científicas, é coordenador de projetos científicos e exposições na qualidade de curador, entre outras atividades de disseminação do conhecimento.
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