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![Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
Será que a produtividade depende em exclusivo dos trabalhadores?
Será que temos de trabalhar muitas horas para sermos produtivos?
Será que o lucro é diretamente proporcional à produtividade?
Ou será que a produtividade depende de muitos mais fatores e atores?
O economista Hugo Figueiredo acha que sim e, em conjunto com o Hugo van der Ding, vai desmistificar estes e muitos outros mitos relacionados com o assunto. Eles vão falar, entre outros, da influência da gestão na produtividade, dos benefícios da criação de comunidades dentro das empresas (isso mesmo, comunidades e não pessoas de costas viradas), da importância da comunicação dentro das empresas e do papel do Estado. É verdade: a produtividade tem muito mais que se lhe diga e os mitos que tanto a têm definido não são argumentos para a falta dela.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Lucros e Capitalismo:
Produtividade e Comunidades:
BIOS
HUGO VAN DER DING
Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
HUGO FIGUEIREDO
É professor de Economia na Universidade de Aveiro, investigador do CIPES - Centro de Investigação em Políticas do Ensino Superior e colaborador do GOVCOPP – Unidade de Investigação em Governança, Competitividade e Políticas Públicas. É licenciado em Economia pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências Empresariais pela Universidade de Manchester. Os seus interesses de investigação centram-se nas áreas da economia do trabalho, da educação e do ensino superior
Açúcar não é o mesmo que adoçante, mas este último até é mais doce. Os ‘E’ que aparecem nos rótulos afinal não são todos maus. O sal é um bom conservante porque adora a água. Há alimentos que nunca se estragam, e um deles é o mel.
Seja bem-vindo ao Masterchef dos alimentos ou ao mundo dos alimentos ‘Transformers’. Seja qual fôr o seu gosto, a Inês Lopes Gonçalves e o Nuno Maulide vão fazer questão de lhe explicar exata e profundamente o que anda a comer.
Os dois, vão decompor os alimentos nos seus elementos químicos mais estruturais para que perceba o bem que fazem (ou não), quando deve pensar seriamente em deita-los fora, e até como se influenciam ou se entreajudam. Um episódio delicioso, a não perder.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Antarctica fruitcake: 106 year-old dessert
Sobre o mel:
https://www.amazon.com/Healing-Honey-Natural-Remedy-Wellness/dp/1599424851
https://www.smithsonianmag.com/science-nature/the-science-behind-honeys-eternal-shelf-life-1218690/
Sobre o Arroz:
https://www.tandfonline.com/doi/full/10.3109/09637486.2013.866638
Sobre as comidas que não se estragam:
https://theconversation.com/eight-foods-that-nearly-last-forever-82538
Sobre o rum:
https://home.binwise.com/blog/rum-origin-and-history
BIOS
INÊS LOPES GONÇALVES
É uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e
apresentadora de televisão. Na rádio, é atualmente uma d’As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é anfitriã do talk show Traz Pr’a Frente, na RTP e RTP Memória.
Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP, e desde 2017 que é uma das caras do Festival da canção. O seu percurso começou na informação como jornalista da Rádio Renascença, passou pela Sport TV, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
NUNO MAULIDE
Nascido em Lisboa em 1979, é professor catedrático premiado e diretor do Instituto de Química Orgânica da Universidade de Viena.
Foi eleito Cientista do Ano na Áustria, em 2018.
Estudou Piano e Química em Lisboa, tendo realizado estadas de investigação nas Universidade Católica de Louvain, École Polytechnique em Paris e na Universidade de Stanford. Em 2009, assumiu o cargo de chefe de equipa no Instituto Max Planck para a Investigação sobre o Carvão, em Mülheim an der Ruhr (Alemanha).
Desde 2013, ocupa a cátedra de Síntese Orgânica na Universidade de Viena. É autor do best-seller “Como se Transforma Ar em Pão” e de “Como Desvendar o Quebra-Cabeças da Origem da Vida?”, livros em que procura desmistificar a Química e explicar que ela – a Química – é omnipresente nas nossas vidas.
Como foi criado o sistema eleitoral português?
Mantém-se o mesmo desde o 25 de Abril?
Que vantagens e desvantagens tem?
É semelhante aos existentes nos restantes países da Europa?
Com o 25 de Abril ganhámos o direito ao voto e, acima de tudo, a possibilidade real de escolha. Mas, que escolha é essa? A Ana Sofia Martins gosta especialmente deste tema e por isso não perdeu a oportunidade de confrontar o especialista José Santana Pereira com estas e muito mais perguntas.
Vai ficar a conhecer melhor o nosso sistema de eleições e compreender como se assemelha muito, mas mesmo muito, a um sortido de bolachas no qual nunca sabemos quais são as outras que nos calham.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
LIVROS
Braga da Cruz, Manuel (2017). O Sistema Político Português (capítulo 1). Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Fernandes, Jorge (2015). O Parlamento Português (capítulo 1). Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Freire, André, e Meirinho, Manuel (2009). Sistema Eleitoral e Qualidade da Democracia. Número Especial da Revista Eleições. Disponível aqui: http://www.rcc.gov.pt/SiteCollectionDocuments/revista_eleicoes_12.pdf
Raimundo, Filipa, e Cancela, João (coordenadores) (2021). As Eleições de 1975: Eleições Fundadoras da Democracia Portuguesa (capítulos 2 e 3). Lisboa: Assembleia da República.
ARTIGO:
História, Explicação e Simulador do Método de Hondt
TELEVISÃO:
1986, Série de Nuno Markl
Debate sobre Reforma do Sistema Eleitoral no Prós e Contras (RTP)
BIOS
ANA SOFIA MARTINS
Apresentadora, modelo e actriz portuguesa. Foi descoberta por uma agência de modelos aos 14 anos e desde então até vingar na moda, foi um passo. Participou em inúmeras campanhas de publicidade e editoriais nacionais e internacionais.
Na televisão, após a sua passagem pela MTV Portugal como apresentadora, estreou-se na representação, num dos projectos de maior sucesso da TVI. O seu currículo conta ainda com projectos de ficção internacionais, com destaque para Devils 2, entre outros ainda por estrear brevemente.
A par da sua carreira profissional as causas sociais são uma das grandes preocupações da actriz. Exemplo disso é o apadrinhamento da Casa de Acolhimento “Casa Nova”.
JOSÉ SANTANA PEREIRA
José Santana Pereira (Nisa, 1982) é professor de Ciência Política no ISCTE, investigador e membro do consórcio Sondagens ICS-ISCTE.
Doutorado em Ciências Políticas e Sociais pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, tem, nos últimos 15 anos, desenvolvido investigação na área do comportamento eleitoral e da opinião pública, bem como sobre sistemas eleitorais, a relação entre política e entretenimento, ou os efeitos dos média e das campanhas.
Seremos bons anfitriões para quem se muda para o nosso país?
Facilitamos a sua chegada e integração?
Damos aos imigrantes boas condições de trabalho?
Acolhemo-los como algo que pode trazer muito de bom a Portugal, ou ainda nos deixamos levar pelo preconceito?
«Temos de fazer um esforço maior de aproximação. Mas temos de nos habituar a quem chega e quem chega tem de se habituar a nós.» Quem o diz é o sociólogo Pedro Góis neste segundo episódio do trio sobre as migrações.
A sua perspetiva é positiva mas também refere o quanto há ainda por fazer; e o Pedro, interpelado pela Ana Markl sobre muitas das questões que envolvem a receção daqueles que vêm de outros países à procura de uma vida melhor, desvenda o que seria possível fazer para os acolher de verdade, em vez de perpetuar a eterna sensação de ser um «estranho numa terra estranha».
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Migrações, Pordata
Plano Estratégico para as Migrações (PEM)
Plano Nacional de Implementação do Pacto Global das Migrações
Políticas Locais para Acolhimento e Integração de Migrantes
MIGRANT INTEGRATION POLICY INDEX (MIPEX)
Filmes sobre migrações
O papel dos media na promoção da integração
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras; licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o Canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
PEDRO GÓIS
Pedro Góis, doutorado, mestre e licenciado em Sociologia pela Universidade de Coimbra. È actualmente Professor Associado na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e Investigador Sénior do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra - Laboratório Associado, onde se tem dedicado à investigação na área da Demografia das Migrações Internacionais. Colabora com várias agências e instituições nacionais e internacionais, como a Organização Internacional de Migrações, o Centro Internacional para o Desenvolvimento de Políticas de Migração, a Comissão Europeia, o Conselho da Europa ou a Rede Europeia de Migrações.
Toda a gente tem uma opinião sobre a produtividade. Muito se fala sobre quem é ou não produtivo. E mais ainda se opina, se critica e se discute acerca da produtividade no nosso país. Mas o que é realmente a produtividade? Quais são as dimensões que a caracterizam e das quais ela depende? Talvez seja melhor começar pela definição (ampla, avisamos já) do termo em termos económicos para que possamos dispor dos factos que nos permitam formar melhores argumentos. Hugo van der Ding (com a sua ‘impertinência habitual) quis saber, e o economista Hugo Figueiredo explicou. Está preparado para ser mais produtivo naquilo que pensa sobre a produtividade?
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
BIOS
HUGO VAN DER DING
É muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
HUGO FIGUEIREDO
É professor de Economia na Universidade de Aveiro, investigador do CIPES - Centro de Investigação em Políticas do Ensino Superior e colaborador do GOVCOPP – Unidade de Investigação em Governança, Competitividade e Políticas Públicas. É licenciado em Economia pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências Empresariais pela Universidade de Manchester. Os seus interesses de investigação centram-se nas áreas da economia do trabalho, da educação e do ensino superior.
Aviso: este episódio contém descrições que podem dar a volta ao estômago dos mais sensíveis: vamos falar de cadáveres, insetos que adoram decomposição, cheiros nauseabundos. Mas tudo em prol da química forense.
Se adora aqueles filmes ou séries em que há sempre uma equipa maravilha que, por mais arrevesado que seja o caso, consegue sempre descobrir o assassino através de espetaculares luzes azuis, fumos extraordinários ou microscópios que parecem ter vida própria, este episódio é para si.
Nuno Maulide e Inês Lopes Gonçalves resolveram demonstrar que aquilo que aparece nos filmes de crimes é verdade: a química ajuda mesmo a resolver casos complicados. Prepare-se para perceber como a marca dos lábios, os dentes ou até a sola dos sapatos podem denunciar muita coisa.
Prometemos-lhe que, a partir daqui, verá este género cinematográfico ainda com mais prazer (e talvez com maior grau de nojo).
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Luminol
Impressoes digitais
Sobre Química Forense
Relação entre química forense e comunicação de Ciência
BIOS
INÊS LOPES GONÇALVES
É uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio, é atualmente uma d’As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é anfitriã do talk show Traz Pr’a Frente, na RTP e RTP Memória.
Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP, e desde 2017 que é uma das caras do Festival da canção. O seu percurso começou na informação como jornalista da Rádio Renascença, passou pela Sport TV, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
NUNO MAULIDE
Nascido em Lisboa em 1979, é professor catedrático premiado e diretor do Instituto de Química Orgânica da Universidade de Viena. Foi eleito Cientista do Ano na Áustria, em 2018. Estudou Piano e Química em Lisboa, tendo realizado estadas de investigação nas Universidade Católica de Louvain, École Polytechnique em Paris e na Universidade de Stanford. Em 2009, assumiu o cargo de chefe de equipa no Instituto Max Planck para a Investigação sobre o Carvão, em Mülheim an der Ruhr (Alemanha). Desde 2013, ocupa a cátedra de Síntese Orgânica na Universidade de Viena. É autor do best-seller Como se Transforma Ar em Pão e de Como Desvendar o Quebra-Cabeças da Origem da Vida?, livros em que procura desmistificar a Química e explicar que ela – a Química – é omnipresente nas nossas vidas.
Para que serve o governo?
Como se constitui, como funciona?
Como se ‘entra’ no governo?
Que funções desempenham os ministros, os secretários de estado e os sub-secretários de estado?
Quantas horas trabalham?
Tanto se diz sobre ’o governo’! Uns acham que de pouco serve, outros acham que não podemos viver sem ele. No [IN] Pertinente preferimos começar pela base, ir aos bastidores e compreender o que é isto do governo, quem são e em que trabalham os que dele fazem parte. Para isso, contámos com a ajuda das perguntas certeiras da Ana Sofia Martins e das respostas sábias do José Santana Pereira.
Bem-vindo/a à antecâmara do governo.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Costa Lobo, Marina (2005), Governar em Democracia. Imprensa de Ciências Sociais.
Martins, Carla (2015). Mulheres, Liderança Política e Média. Aletheia.
Silva, Patricia (2020). Jobs for the Boys? Nomeações para a Administração Pública. Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Silveira, Pedro (2021). Os Secretários de Estado: Conflito e Liderança no Ministério. Imprensa de Ciências Sociais.
Silveira, Pedro (2022). Governo de Portugal. Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Sousa, Fernando de, e Meireles Pereira, Conceição (2021). Os Primeiros Ministros de Portugal 1820-2020 (Vol. 3). Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Tavares de Almeida, Pedro, Costa Pinto, António e Bermeo, Nancy (2006). Quem Governa a Europa do Sul? Imprensa de Ciências Sociais.
BIOS
ANA SOFIA MARTINS
Apresentadora, atriz e modelo portuguesa. Foi descoberta por uma agência de modelos aos 14 anos e desde então até vingar na moda, foi um passo. Participou em inúmeras campanhas de publicidade e editoriais nacionais e internacionais. Na televisão, após a sua passagem pela MTV Portugal como apresentadora, estreou-se na representação, num dos projetos de maior sucesso da TVI. O seu currículo conta ainda com projetos de ficção internacionais, com destaque para Devils 2, entre outros ainda por estrear brevemente. A par da sua carreira profissional as causas sociais são uma das grandes preocupações da atriz. Exemplo disso é o apadrinhamento da Casa de Acolhimento “Casa Nova”.
JOSÉ SANTANA PEREIRA
É professor de Ciência Política no ISCTE, investigador e membro do consórcio Sondagens ICS-ISCTE. Doutorado em Ciências Políticas e Sociais pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, tem, nos últimos 15 anos, desenvolvido investigação na área do comportamento eleitoral e da opinião pública, bem como sobre sistemas eleitorais, a relação entre política e entretenimento, ou os efeitos dos média e das campanhas
24 de fevereiro de 2023: cumpre-se, hoje, um ano exato de guerra na Ucrânia.
Milhares de pessoas saíram do seu país em fuga, muitas delas para Portugal.
12 meses depois, como olhamos o ‘outro’? De que forma vemos os migrantes, os refugiados? Como os recebemos no nosso país? Estaremos a ser mais capazes de vislumbrar o que de bom isso nos traz?
O Pedro Góis acha que sim. Juntando-se à Ana Markl nos três primeiros episódios da nova temporada do [IN]Pertinente Sociedade, este especialista na área das migrações, traz uma visão verdadeiramente positiva sobre as oportunidades que os movimentos migratórios proporcionam ao mundo e a Portugal.
Uma lufada de ar fresco que traz alguma luz e esperança sobre um tema deveras complexo que mexe profundamente com a nossa sociedade.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Migrações, Pordata
Relatório Estatístico Anual Indicadores de Integração de Imigrantes 2022
Estrangeiros em Portugal: Quantos São e Como Vivem?
Sobre a migração de refúgio com origem na Ucrânia
FILMES
Lisboetas, de Sérgio Tréfaut
Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa
BIOS
ANA MARKL
Nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras; licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o Canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
PEDRO GÓIS
Doutorado, mestre e licenciado em Sociologia pela Universidade de Coimbra. È actualmente professor associado na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador Sénior do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra - Laboratório Associado, onde se tem dedicado à investigação na área da Demografia das Migrações Internacionais. Colabora com várias agências e instituições nacionais e internacionais, como a Organização Internacional de Migrações, o Centro Internacional para o Desenvolvimento de Políticas de Migração, a Comissão Europeia, o Conselho da Europa ou a Rede Europeia de Migrações.
Muitas vezes são demonizadas, vistas como símbolos de poder abusivo ou trituradoras de pessoas. Mas, será que as empresas são mesmo isso?
A terceira temporada do [IN] Pertinente arranca com um novo especialista na área da Economia. Hugo Figueiredo vai fazer dupla com Hugo van der Ding e, neste primeiro episódio da nova temporada, vai ajudar-nos a compreender que, apesar de tudo, as empresas existem por razões bem melhores do que a fama que muitas vezes as precede; que, entre muitas outras coisas, são extremamente necessárias para que exista e funcione aquilo que nos faz avançar: a inovação.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
Porque existem Empresas?
O Valor dos Gestores
Gestão e Produtividade
BIOS:
Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
Hugo Figueiredo é professor de Economia na Universidade de Aveiro, investigador do CIPES - Centro de Investigação em Políticas do Ensino Superior e colaborador do GOVCOPP – Unidade de Investigação em Governança, Competitividade e Políticas Públicas. É licenciado em Economia pela Universidade do Porto e doutorado em Ciências Empresariais pela Universidade de Manchester. Os seus interesses de investigação centram-se nas áreas da economia do trabalho, da educação e do ensino superior.
O corpo humano é uma fábrica de compostos químicos.
Tudo o que fazemos resulta de milhares de milhões de interações químicas que acontecem dentro de nós. E a química dos outros também provoca reações em nós. Quem o diz é Nuno Maulide, o novo especialista em ciência.
A terceira temporada do [IN] Pertinente vai estar recheada de pequenas partículas que, em conjunto ou isoladamente, determinam ou provocam grandes efeitos. É isso mesmo, vamos falar de química e de como ela está, permanentemente, no meio de nós.
Prepare-se para a dupla Inês Lopes Gonçalves e Nuno Maulide.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
LIVROS:
ARTIGOS
https://pubs.acs.org/doi/10.1021/cn500255p
https://doi.org/10.3389%2Ffnbeh.2012.00031
BIOS
Inês Lopes Gonçalves é uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio, é atualmente uma d’As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é anfitriã do talk show Traz Pr’a Frente, na RTP e RTP Memória. Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP, e desde 2017 que é uma das caras do Festival da canção. O seu percurso começou na informação como jornalista da Rádio Renascença, passou pela Sport TV, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso.
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Nuno Maulide nasceu em Lisboa em 1979 e é professor catedrático premiado e diretor do Instituto de Química Orgânica da Universidade de Viena.
Foi eleito Cientista do Ano na Áustria, em 2018.
Estudou Piano e Química em Lisboa, tendo realizado estadas de investigação nas Universidade Católica de Louvain, École Polytechnique em Paris e na Universidade de Stanford. Em 2009, assumiu o cargo de chefe de equipa no Instituto Max Planck para a Investigação sobre o Carvão, em Mülheim an der Ruhr (Alemanha).
Desde 2013, ocupa a cátedra de Síntese Orgânica na Universidade de Viena. É autor do best-seller “Como se Transforma Ar em Pão” e de “Como Desvendar o Quebra-Cabeças da Origem da Vida?”, livros em que procura desmistificar a Química e explicar que ela – a Química – é omnipresente nas nossas vidas.
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4 comunicadores, 4 especialistas, 4 temas - Economia, Sociedade, Política e Ciência -, todas as semanas no [IN] Pertinente. Um confronto bem disposto entre a curiosidade e o saber. Porque quando há…

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