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"É um cenário provável", mas que seria um "erro enorme", defende Luís Marques Mendes no seu comentário habitual de domingo na SIC e podcast. O comentador explica que "uma derrota pesada do PS nas eleições europeias, um continuado desgaste do Governo, e a ideia de que o País quer uma alternativa" são os fatores que, acumulados, levariam o país a ter novamente eleições antecipadas. "O país está muito zangado com António Costa. O trambolhão é monumental. Não é impossível recuperar, mas não vai ser fácil", defende Luís Marques Mendes no seu comentário emitido na SIC a 29 de janeiro, acrescentando que é necessário "sangue novo" no Governo, com uma "grande remodelação" no executivo.
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Além da TAP, a luta dos professores está em destaque, assim como as suspeitas de corrupção na Câmara Municipal de Lisboa que levaram o antigo presidente, Fernando Medina, a vir a público dar explicações. Uma matéria que, na opinião do comentador, “começou já há vários anos com uma investigação jornalística”. Um problema que tem, para lá da dimensão judicial, uma dimensão política que pode vir a ser “um tiro no porta-aviões governamental”.
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Mais uma semana, mais um caso de corrupção política nas autarquias. Na opinião de Luís Marques Mendes, houve muitos anos de total impunidade onde muitos autarcas tiveram descaramento para fazer um conjunto de ilegalidades: “Durante muitos anos dizia-se ‘Ele rouba mas faz’”, uma frase que também explica a passividade em não levar à justiça estes casos. Marques Mendes considera também que há muito facilitismo dos partidos políticos ao escolher os seus candidatos: “A política não pode ser a arte do vale-tudo”, afirma, mas é também, na opinião do comentador, a burocracia que facilita a corrupção: “Criam-se dificuldades e depois vendem-se facilidades”. A inflação foi outro dos temas em análise neste comentário exibido no Jornal da Noite da SIC a 15 de janeiro.
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"Esta situação é papel químico do que aconteceu lá fora nos Estados Unidos", diz Luís Marques Mendes no seu comentário de domingo à noite. O comentador diz que não compreende como não houve uma antecipação por parte das autoridades: "Há vários dias e há várias semanas que bolsonaristas andavam a manifestar-se. Depois do que aconteceu nos EUA, tinha de haver outra compreensão". O programa foi emitido na SIC no dia 8 de janeiro.
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Governo até 2026 ou eleições em 2024? A propósito da TAP e das demissões de Alexandra Reis e Pedro Nuno Santos, Luís Marques Mendes faz as suas previsões na primeira emissão de 2023 do seu comentário em podcast. Naquele que considera ser um "tsunami" na imagem do Governo de António Costa, o comentador analisa as mais recentes saídas de governantes socialistas do executivo. A "imoralidade" de Alexandra Reis, que recebeu 500 mil euros de indemnização mas queria 1.5 milhões. E o "politicamente debilitado" Pedro Nuno Santos, que também se terá demitido agora por "cálculo político" e para não sair "esturricado" mais tarde com outros dossiês para além do da TAP. A opinião de Luís Marques Mendes foi emitida a 1 de janeiro de 2023, na SIC Notícias.
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A folga do Governo e a irritação de António Costa no comentário semanal de Luís Marques Mendes em podcast. Segundo o comentador, o novo apoio anunciado pelo primeiro-ministro é "positivo", mas defende que teria "sido possível fazer mais" com os "cofres cheios" do Estado no combate à inflação, como aumentar os funcionários públicos e pensionistas, e descer os impostos de produtos alimentares. Sobre António Costa, aquele que considera ser a figura do ano em Portugal, o advogado refere que o seu "tom irritado" em entrevista ou em troca de declarações públicas com Carlos Moedas se deve ao facto de saber que o seu "sonho europeu" já não se poderá cumprir. "Vai ter de fazer um esforço para ultrapassar", recomenda Marques Mendes na SIC a 18 de dezembro.
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O processo legeslativo da eutanásia, cuja lei foi aprovada na globalidade, tem divisões. À esquerda e à direita. Na opinião de Marques Mendes, “é mais uma razão para se dar voz aos portugueses, pois matérias fraturantes não devem ser decididas por deputados na Assembleia”. O contrato que ainda prende o selecionador nacional, Fernando Santos, até 2024 e a recente eliminação do Mundial do Catar, como ponto de partida para uma análise à possível continuidade - ou não- de um treinador que, segundo o comentador, “é um enorme berbicacho”. Ainda as críticas “justas” à proteção civil na reação às cheias e a polémica que envolve altos quadros da Defesa Nacional em mais um caso de corrupção. A intolerância dos portugueses e a complacência dos políticos.
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A galopante situação de caos nas urgências do Serviço Nacional de Saúde é o grande destaque do comentário semanal de Luís Marques Mendes: “É legítimo perguntar a um governo que está em funções há 7 anos como é que se deixou chegar a situação a este ponto.” Os médicos são mal pagos, apesar da delicadeza das suas funções. Na opinião do comentador “é preciso tornar a profissão de médico no SNS mais atrativa”. A inflação foi outro dos temas em destaque: segundo um recente estudo, 46% dos portugueses vão poupar o subsídio de Natal. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 4 de dezembro.
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António Costa poderá ultrapassar no final do mandato o recorde de longevidade de Cavaco Silva como Primeiro-Ministro. O que se segue? Luís Marques Mendes diz que tem duas hipóteses: ou sair, ou continuar na política. Caso continue, pode voltar a candidatar-se como primeiro-ministro, rumar à Europa, algo que o comentador diz que Costa “já terá tirado da cabeça”, ou candidatar-se à presidência da república, algo que o primeiro-ministro já disse publicamente que não fará. O programa foi emitido no Jornal da Noite de 27 de novembro.
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Do livro sobre Carlos Costa ao "Mundial mais polémico de sempre", a opinião de Luís Marques Mendes deste domingo em podcast. O comentador diz que preferia que Marcelo Rebelo de Sousa, Augusto Santos Silva e António Costa não estivessem presentes no Mundial de futebol no Catar, "para dar um sinal claro de condenação da situação" de violação de direitos humanos naquele que será o país do desporto-rei durante o próximo mês. "Milhões de portugueses vão apoiar a Seleção sem ir ao Catar", por isso não é necessário as mais altas figuras da nação estarem presentes, defende o advogado. Sobre as mensagens de ódio nas Forças de Segurança reveladas na investigação do Consórcio de Jornalistas de Investigação Portugueses, Marques Mendes afirma que PSP e GNR "não podem ter este tipo de comportamentos" e que "não é com base em crimes que se reivindicam condições de trabalho". A opinião de Luís Marques Mendes foi emitida no Jornal da Noite da SIC de 20 de novembro.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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