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"Campanha de marketing", considera Marques Mendes no seu tradicional comentário de domingo na SIC sobre a hipótese de António Costa rumar a outros cargos na União Europeia. "Dá sempre jeito quando o primeiro-ministro está em perda de popularidade cá dentro, nada melhor do que mostrar que a Europa o deseja muito. E depois António Costa diz 'não vou', fica um bonito gesto para eleitor ver", ironiza o comentador. Nesta edição do seu comentário, emitido na SIC a 25 de junho, Luís Marques Mendes abordou ainda a auditoria à auditoria à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no que diz respeito ao mandato do ex-Provedor, Edmundo Martinho, e as declarações do ministro João Galamba sobre a hipótese de ter o novo aeroporto em Santarém, criando "a suspeita de que o ministro intervém porque quer condicionar a decisão final".
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No seu espaço semanal de comentário, Luís Marques Mendes defende que não irá haver nenhuma remodelação no governo de António Costa: “O primeiro-ministro acha que todos se devem manter em funções”. João Galamba é “irremodelável”, pois a sua saída daria ao Presidente da República a vitória negada por António Costa meses atrás. Talvez possa existir a criação de um novo cargo, de Vice-Primeiro-Ministro, mas é difícil encontrar alguém de prestígio que aceite ir para essa posição. A sondagem SIC/Expresso mereceu também destaque: Marques Mendes considera que o PSD tem falta de ambição e deve aproveitar as férias de verão para refletir. A CPI da TAP foi outro dos temas em análise no comentário exibido no Jornal da Noite da SIC a 18 de junho.
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Luís Marques Mendes considera que “discursos triunfantes sobre os dados da economia podem ser ofensivos para milhares de pessoas” nesta fase de elevado grau de insatisfação dos portugueses com o país em geral. Portugal é o terceiro país da zona euro onde se paga menos pelos depósitos. “A banca tem grande liquidez, por isso não precisa de aumentar os juros dos depósitos”, explica o comentador, que considera o ato legal, mas imoral. “A banca paga em média 1% aos depositantes. Mas depois deposita esse dinheiro no Banco Central Europeu, que lhe paga 3%, ou seja, três vezes mais. É legal, mas não é moral, não é correto, não é justo”. Marques Mendes exalta as autoridades reguladoras a terem uma palavra firme: ”O Ministério das Finanças e o Banco de Portugal deveriam ter uma palavra firme de censura perante esta situação”. Oiça o podcast
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A semana fica marcada pela greve dos professores e pelas mudanças nas condições dos novos certificados de aforro, mas Luis Marques Mendes destaca os bons indicadores no plano macroeconómico. O INE acaba de divulgar um conjunto de dados relativos à economia portuguesa e espelham um crescimento do turismo em 13,8% em termos de dormidas, aumento de exportação de bens, mas um plano ligeiramente negativo no investimento. Na escala micro, o comentador revela que os cidadãos apenas sentirão mudanças na carteira “algures no próximo ano”.
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No fim de semana que consagrou a nova liderança do Bloco de Esquerda, Luís Marques Mendes analisa os desafios que Mariana Mortágua enfrentará na sucessão de Catarina Martins à frente dos destinos do partido. "A dificuldade de fazer uma escolha importante: querer liderar um partido de protesto ou um partido com vocação e capacidade de governar", afirma o comentador. A propósito da Operação Tutti Frutti, Marques Mendes diz ser "lado mais negro do Bloco Central de Interesses" a hipótese de haver "contactos entre pessoas do PSD e do PS para acordarem candidatos autárquicos", e apela a que Luís Montenegro se distancie do caso, uma "oportunidade de fazer uma limpeza política indispensável" dentro do partido que lidera. Nesta emissão da opinião de Luís Marques Mendes, na SIC a 28 de maio, houve ainda oportunidade para regressar ao tema do novo aeroporto de Lisboa, ou "D. Sebastião".
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Marques Mendes considera que o discurso de Cavaco Silva é o tema da semana. Não tanto por ter arrasado o Governo, mas mais por ter endossado Luís Montenegro: "É a grande razão do incómodo do PS". O comentador diz que o momento escolhido pelo ex-presidente é ideal e enumera os motivos: "pancadaria dentro de um ministério, dois dias de lavagem de roupa suja na Assembleia da República, a sensação com que todos ficamos de que todos estão a mentir. Todos estão a faltar à verdade". O comentador é peremptório e diz que "estas pessoas não têm qualidade, nem nível, nem princípios para pertencerem a um Governo da República" e complementa: "Acho inevitável haver uma dissolução da Assembleia da República". Oiça o podcast.
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Andamos perdidos a debater a "mercearia política", nas palavras de Luís Marques Mendes. "A política portuguesa está um pouco estranha" e, por isso, o comentador traz para a mesa de debate desta noite os números do INE. O que nos dizem? Há desqualificação, os salários não aumentam e os jovens formados continuam a fugir do país. Mas o caso entre o Governo e o SIS não é de todo mercearia política e Luís Marques Mendes não evita criticar o que se passa. “A principal responsável do Serviço de Informações devia sair, pelo seu pé, com total naturalidade”, deixa a nota. O comentador considera que o caso alterou significativamente o cenário da política nacional e que o Governo não tem margem para erro. Já o PSD tentou uma aproximação à Iniciativa Liberal e afastou o Chega da equação. Será suficiente para conquistar aquilo que o comentador chama de "país real"? Mostra-se cético, "o PSD tem reagido às trapalhadas, as pessoas querem que aja". Ouça a opinião de Luís Marques Mendes em podcast. Este programa foi emitido na SIC a 14 de maio.
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Para Luís Marques Mendes, esta era uma crise desnecessária que só agrava o problema da inflação, da perda do poder de compra, do crédito à habitação, entre outros. Para o comentador, era fácil evitar uma crise desta magnitude e não compreende a decisão de abrir uma guerra com Marcelo Rebelo de Sousa, que esteve sempre ao lado do Governo. “É preciso mais maturidade nesta governação”, remata. Marques Mendes considera ainda que João Galamba já não é um ministro, apesar de considerar que uma remodelação profunda não deverá acontecer. “Desta situação há consequências e desafios. Comecemos pelas consequências: primeiro, o Governo tem um Ministro a menos. João Galamba, na prática, já não é Ministro. É um cadáver político que ainda mexe. Segundo, uma remodelação profunda do Governo, como muitos pedem, passou a ser do domínio da ficção. Ninguém com prestígio e qualidade quer entrar num governo desgastado e com os dias contados.Terceiro, o Governo fica mais fragilizado. Não queria que se falasse de dissolução, porque o fragilizava. Agora, vai passar a falar-se ainda mais: dissolução quando? A seguir à CPI? Antes das europeias? Depois das europeias? É a ideia de um governo interino e a prazo.” O comentário de Marques Mendes foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 7 de maio.
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"É um ministro suspeito e sem autoridade", alega Luís Marques Mendes sobre João Galamba no seu comentário habitual deste domingo em podcast. Considerando que a mais recente crise política, desta vez com epicentro no Ministério das Infraestruturas e envolvendo um computador portátil, uma bicicleta e os serviços secretos portugueses, é "um caso gravíssimo", considera todo o episódio "bizarro, surreal, caricato", e que é necessária uma remodelação, por iniciativa de António Costa ou de Marcelo Rebelo de Sousa. "Um caso político traduzido em imaturidade, irresponsabilidade e mentiras”, pelo qual o ministro João Galamba é o "responsável político" até pelo "abuso de poder" que suscitou o recurso aos Serviços de Informação e Segurança. "Marcelo Rebelo de Sousa não pode deixar de intervir se o primeiro-ministro nada fizer. Obrigando o primeiro-ministro a pôr ordem na casa e a explicar-se ao país. Já há desordem a mais", apela o comentador nesta emissão de 30 de abril na SIC.
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Com grande destaque para as polémicas da semana em torno da Tap e o aumento das pensões, Luís Marques Mendes passa ainda em análise a vinda de Lula da Silva a Portugal e a entrada em vigor do IVA zero em alguns produtos essenciais. Os erros cometidos por Portugal e Brasil que tiveram impacto na quase obrigatória “blindagem” do presidente brasileiro perante a comunicação social, o aumento extraordinário para os pensionistas que haviam perdido um enorme poder de compra e o cabaz alimentar da DECO que, ao fim de mais de um ano, começa a ter valores mais acessíveis devido à descida do IVA. Este programa foi emitido na SIC Notícias a 23 de abril.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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