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Marques Mendes considera que o discurso de demissão do primeiro-ministro na terça-feira foi digno, embora considere que António Costa não tenha tido alternativa senão demitir-se. Já sobre o segundo e inesperado discurso de sábado, o comentador afirma mesmo que “foi um desastre” e “patético do ponto de vista político”. O que está em causa nesta investigação não é a bondade dos investimentos, que são bons para o país, é a legalidade dos procedimentos. Há criminalidades a acontecer próximo do primeiro-ministro e António Costa não deu uma explicação, “fugiu a essa questão”. Marques Mendes acrescenta ainda que o propósito do discurso de sábado foi “condicionar a justiça”. O programa foi exibido a 12 de novembro na SIC.
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Um comentário especial de Luís Marques Mendes num dia de crise política inesperada. O comentador da SIC considera que António Costa esteve bem na declaração de demissão que fez ao país e “sai com dignidade e com uma declaração muito correta, muito bem feita”. O primeiro-ministro "é bastante imprudente na escolha dos seus colaboradores. Escolher para braço-direito alguém que foi profundamente ligado a José Sócrates é politicamente uma imprudência e o primeiro-ministro pode estar a pagar essas imprudências", afirma Luís Marques Mendes. Marques Mendes acredita que as eleições serão, apenas, no próximo ano, “no fim de fevereiro ou início de março” e que os nomes candidatos a primeiro-ministro são Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos.
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"Se os médicos não forem devidamente remunerados, ou saem para o estrangeiro ou saem para o privado", diz Luís Marques Mendes. Esta semana, o comentador deixa um apelo relativamente às negociações com os médicos: “Era muito importante Governo e sindicatos fazerem um esforço para se entenderem. Tem de haver cedências de parte a parte, em nome de um bem maior, que é o SNS. Pode neste momento não se conseguir o ideal, mas haverá negociações depois”. Luís Marques Mendes considera que, por razões de curto e médio prazo, “é preciso dar um sinal de ultrapassagem desta crise. Dum lado e do outro tem de haver aproximações. A política é a arte do possível”.
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"Arrogância" e "fundamentalismo", considera o comentador Luís Marques Mendes, na SIC e em podcast, a propósito das reações de Israel ao discurso do Secretário-Geral das Nações Unidas. "Lendo o discurso na íntegra, vê-se muito bem que António Guterres não só não legitimou o Hamas como condenou veementemente a sua ação", considera o advogado, ainda que acredite que "se voltasse atrás, António Guterres repetiria tudo, mas retiraria esta frase." Luís Marques Mendes defende que a atitude do Governo israelita é "inaceitável" e que, nos anos de governação de Netanyahu, tem havido um padrão de uma elite que se considera "acima de tudo e até do direito internacional." Este comentário foi emitido a 29 de outubro.
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O conflito no Médio Oriente e o impacto que pode vir a ter em Portugal, a venda da Tap, os sem-abrigo, a polémica do aumento do IUC e ainda a questão de falta de médicos em Portugal marcam o comentário de Luís Marques Mendes no seu habitual espaço no Jornal da Noite da SIC. Adianta que “é o próprio Governo e o Estado que reconhecem a crise de médicos em Portugal quando vão contratar ao estrangeiro”. O número de licenciados em medicina tem vindo a aumentar, ainda assim insuficientes para suprir as necessidades em Portugal.
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No seu habitual espaço de comentário no Jornal da Noite da SIC, o comentador analisa o Orçamento do Estado para 2024 e fala também sobre a guerra entre Israel e o Hamas. Sobre este tema afirma que a "invasão de Gaza vai ser dura e violenta" e traça três cenários possíveis no futuro sobre quem irá gerir Gaza se o Hamas for liquidado. Sobre o OE, diz que tem coisas boas, tem coisas más, e tem um truque fiscal pouco recomendável. Marques Mendes avalia ainda a prestação dos ministros e afirma: “Neste Orçamento há dois ministros vencedores, um vencido e quatro que ficam sob especial observação”. Oiça aqui o comentário emitido a 15 de outubro na SIC.
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Financeiramente prudente, fiscalmente insuficiente, economicamente sem ambição, é assim que Luís Marques Mendes avalia o que até agora se sabe do Orçamento de Estado deste ano, a ser entregue esta terça-feira. O comentador valoriza o crescimento do PIB e a respectiva dívida abaixo dos 100% do mesmo valor, garante que os números nos dão credibilidade a nível internacional, mas ao não falar de crescimento significativo, numa altura em que existem vários fundos para aplicar, mostra-se pouco ambicioso. Em análise está também a situação de Israel ou, nas palavras do comentador, “um trauma brutal histórico” que iniciou “uma nova guerra”. Ouça em podcast o programa emitido na SIC a 8 de outubro.
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As palavras do líder do PSD Luís Montenegro a rejeitar qualquer apoio com o Chega tecem elogios por parte de Marques Mendes. Nas eleições na Madeira, “uma caixinha de surpresas”, a escolha do PAN em vez da IL para coligação é inesperada mas talvez seja a solução “mais fácil, barata e rápida”. Será que tem estabilidade para quatro anos? O aumento das pensões e a crise na habitação foram outros temas abordados neste comentário exibido no Jornal da Noite da SIC a 1 de outubro.
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Estes são os dois grande derrotados das eleições na Madeira para Luís Marques Mendes: por um lado, o Partido Socialista, cujo líder regional, Sérgio Gonçalves, considera o comentador, deveria demitir-se já esta noite. “Onde é que já se viu? Em quatro anos perder metade do eleitorado. É um autêntico tsunami”. Por outro lado, o segundo grande derrotado, o Chega, cujo objetivo era tirar a maioria absoluta à coligação PSD/CDS-PP e falhou. “André Ventura foi o líder nacional que mais se empenhou nestas eleições. Até faltou às Jornadas Mundiais para estar na Madeira". O grande vencedor da noite, considera ainda Marques Mendes, é Miguel Albuquerque. "O seu Governo esteve bem durante a pandemia, ainda melhor depois, com grandes resultados a nível económico e social. Quando há resultados, normalmente ganham-se eleições". Oiça a análise em podcast
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O destaque da inflação e o crédito à habitação, o novo livro de Cavaco Silva e a moção de censura do CHEGA, e ainda o estado da Educação e o início do novo ano lectivo. Os novos dados da OCDE que foram conhecidos esta semana são dúbios. Uns são positivos, outros nem por isso. Ouça a opinião de Marques Mendes em mais um podcast.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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