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A crise chegou à Madeira e fez cair o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque. “Faça-se investigação, ninguém está acima da lei”, diz Marques Mendes, mas critica o aparato enorme e, mais grave que isso, a fuga de informação, já que “houve jornalistas que souberam destas buscas na véspera”. O comentador aplaude a demissão de Albuquerque embora acredite que saiu tarde e “empurrado pelo PAN”. Os dois maiores partidos vêem-se então envoltos em investigações de corrupção e isso irá condicionar a campanha eleitoral. Vão ser umas legislativas “estranhíssimas”. A justiça substituiu a política? O juiz Ivo Rosa foi “arrasado” esta semana pelo tribunal da relação, facto que leva Marques Mendes a comentar que este juiz é “um caso perdido”. O comentário de Marques Mendes foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 28 de janeiro.
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Luís Marques Mendes não crê que a TAP vá tirar muito mais votos a Pedro Nuno Santos: “Acho que já perdeu o que tinha a perder”. No entanto, o comentador considera que o tema é uma sombra que vai pairar sobre Pedro Nuno Santos: "Viu-se esta semana, com questões sobre a TAP, se tinha ou não tinha incompatibilidades, se o contrato estava ou não estava bem feito, se Pedro Nuno Santos viu ou não viu". Marques Mendes vê como positiva a posição do líder do PS sobre ter como prioridade o crescimento económico, uma posição que até aqui não era a do Governo, mas aponta como negativa a dificuldade que o candidato a primeiro-ministro tem em comprometer-se com uma baixa de impostos. Oiça o podcast
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"Não chega fazer diagnóstico, a AD tem de apresentar ideias", considera Luís Marques Mendes no seu comentário semanal em podcast. "Analisando distrito a distrito, nota-se que o PSD é o partido mais afetado com o crescimento do Chega. Se o Chega tiver um resultado [perto dos] 15%, ou mais, a AD não ganha as eleições. Nunca Luís Montenegro chegará a primeiro-ministro", avisa Marques Mendes. O advogado defende que "é preciso surpreender com um pensamento alternativo e com propostas alternativas, um projeto transformador, e não há muito tempo para o apresentar". E traça a meta: "a Convenção do próximo domingo é o limite para o fazer com eficácia". Este comentário é de 14 de janeiro.
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O congresso do PS deste fim de semana em destaque na análise semanal de Luís Marques Mendes, em podcast. Ainda que admita que o congresso tenha corrido bem a Pedro Nuno Santos, o comentador mantém que o ex-ministro continua a ter má uma imagem governativa. E justifica: "Foi o conflito com o primeiro-ministro sobre o novo aeroporto em que foi desautorizado e a seguir se auto humilhou para se manter no governo. O caso grave de Alexandra Reis, onde até teve de se demitir. E as polémicas em torno da TAP, incluindo os 3 mil milhões de euros injetados na companhia." O advogado deixa também elogios à nova Aliança Democrática, alerta para o facto de isso "não lhes garantir a vitória". "Portugal precisa de uma campanha de propostas pela positiva e não apenas de uma campanha pela negativa. Doutra forma, não se mobilizam os eleitores e até se fomenta a abstenção", considera neste comentário emitido na SIC a 07 de janeiro.
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Luís Marques Mendes traça os pontos positivos e negativos do ano de 2023 com especial foco na crise política, que considera o acontecimento do ano. António Costa é a figura nacional do ano, sobretudo porque teve o mérito de alcançar maioria absoluta e de a destruir um ano depois. O ano de 2024 começa com um aumento de preços, com o fim do IVA zero e com o agravamento do problema da habitação e do desemprego, que está a aumentar há cinco meses consecutivos. O caso das gémeas e a nova AD foram outros dos temas em análise no programa exibido a 23 de dezembro.
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No seu habitual espaço de opinião na SIC, Luís Marques Mendes analisa a vitória de Pedro Nuno Santos nas eleições do PS e antecipa o confronto nas ideias, nas propostas e na forma de fazer política com Luís Montenegro nas legislativas de março. O comentador considera que "esta eleição vai ter resultado incerto até ao fim, pode ganhar o PS ou ganhar o PSD, não são favas contadas para ninguém". A análise de Marques Mendes teve moderação de Clara de Sousa no Jornal da Noite de 17 de dezembro na SIC.
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O caso das gémeas e o relatório sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa foram temas que marcaram a semana. Que futuro para António Costa e, ainda, a mudança de posição do ministro da Educação em relação à devolução do tempo congelado dos professores, em análise por Marques Mendes. Na mesma semana em que se ficou a saber que o desempenho dos alunos portugueses de 15 anos a Matemática caiu a pique em 2022, com uma queda de 20 pontos nos testes PISA (Programme for International Student Assessment), que constituem a maior avaliação internacional em Educação. Pandemia não é a única causa.
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Marques Mendes analisa em podcast a despedida de António Costa, depois de ver o seu último Orçamento aprovado, e cenariza o que poderá acontecer após as eleições legislativas. O comentador considera que "ganhe quem ganhar" em março, será difícil Portugal não ter "um governo precário, com alguma instabilidade, e provavelmente a não conseguir cumprir uma legislatura inteira". Portugal correrá assim "o risco sério de voltar ao tempo antes da primeira maioria absoluta de Cavaco Silva, em que os governos eram de curta duração". A opinião de Luís Marques Mendes foi emitido na SIC a 03 de dezembro.
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Esta semana, Luís Marques Mendes começa por aquelas que considera serem as “questões centrais”, como o aumento do preço do cabaz alimentar. Sobre a crise política, o comentador intui que António Costa está arrependido de se ter demitido. “Foi uma decisão precipitada. Anda furioso, de cabeça perdida”. Marques Mendes considera que António Costa deveria obrigar Vítor Escária a fazer declarações: “De onde vem o dinheiro, porque não foi declarado ao fisco, porque não foi depositado num banco, porque estava escondido em São Bento?”. Oiça o podcast
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“António Costa estava muito mal rodeado”, garante o comentador Luís Marques Mendes em mais um comentário aos acontecimentos políticos que estão a mudar o país. Esta semana, passa em revista as consequências nas metas do Governo e na aplicação do Plano de Recuperação e Resiliência com a chamada de eleições antecipadas, por parte do Presidente da República, para dia 10 de março. Face à crise política, elabora duras críticas ao Ministério Público, em particular à liderança da Procuradora Geral da República, Lucília Gago. “Esta senhora é muito competente, mas do ponto de vista da liderança é inexistente”, afirma. Há ainda tempo para comentar as mais recentes declarações de Pedro Nuno Santos a José Luís Carneiro; “estalou o verniz, são declarações violentas”. Para ouvir em podcast, o comentário político de Luís Marques Mendes emitido na SIC a 19 de novembro.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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