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Quinto e último comentário de Luís Marques Mendes aos resultados destas eleições e após os discursos dos candidatos: “A AD teve uma vitória curta, mas não deixa de ser uma vitória. Tem de ultrapassar a fragilidade, constituindo um bom governo e com capacidade de acção. Pedro Nuno Santos não é prejudicado com esta derrota. Para os seus objetivos, acho que sai bem, consolida-se na liderança e perde por pouco. É o candidato do PS às próximas eleições, sejam elas quando forem".
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Quarto comentário de Luís Marques Mendes aos resultados das eleições que se vão sabendo ao longo da noite eleitoral. “Perante este resultado a AD deveria fazer um entendimento com o Chega? Se Montenegro disse que ‘não é não’ não pode agora dizer o contrário, viria aí uma crise de credibilidade”. E acrescenta: “Nunca tivemos uma noite eleitoral tão instável como esta, é um ambiente terrível e saio desta noite profundamente preocupado e a vaticinar que vamos ter novas eleições legislativas em janeiro ou fevereiro do próximo ano”.
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Terceiro comentário de Luís Marques Mendes aos resultados das eleições que se vão sabendo ao longo da noite eleitoral. “O Chega teve hoje uma vitória histórica, goste-se ou não. E, à esquerda, o resultado do Livre é uma boa surpresa”.
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Segundo comentário de Luís Marques Mendes aos resultados das eleições que se vão sabendo ao longo da noite eleitoral. "Um governo minoritário é um problema para o governo e para a oposição. O primeiro-ministro tem de ter um governo muito competente e um grande espírito de iniciativa, até chegar ao orçamento".
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Depois das primeiras projeções à boca das urnas, às 20h de 10 de março, Luís Marques Mendes comenta os resultados que começam a chegar. Para o comentador da SIC, é já claro que Portugal vai ter um governo minoritário, seja de direita ou de esquerda: "Acho que o governo vai ser minoritário, mas viabilizado na Assembleia da República. A grande dúvida é seis meses depois como é que passa o primeiro Orçamento. Não é uma anormalidade da nossa democracia, este vai ser um governo parecido com o governo minoritário de Cavaco Silva, em 1985, que durou um ano e meio".
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A uma semana da noite eleitoral que vai decidir o futuro do país, Luís Marques Mendes faz uma retrospectiva aos últimos dias de campanha. Com o foco voltado para os dois maiores concorrentes destas eleições, o comentador desvaloriza as polémicas relacionadas com a AD, como aquelas que envolveram Passos Coelho e as declarações sobre imigração e segurança ou Paulo Frazão e o aborto, e elogia a inteligência de Pedro Nuno Santos ao apostar na estratégia de bipolarização do "nós de esquerda" ou "eles de direita", para "garantir o voto útil, sem melindrar os partidos de esquerda". Ao olhar para os vários altos e baixos, não só da semana intensa de campanha, mas de tudo o que aconteceu desde a demissão de António Costa, repara nas diferenças das personagens que marcam o atual jogo político e garante: "ainda está tudo em aberto". Para ouvir em podcast o programa de Luís Marques Mendes emitido a 3 de março.
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Arrancou este domingo (25 de fevereiro) a campanha eleitoral. A duas semanas dos resultados finais que ditarão quem será o próximo primeiro-ministro, Luís Marques Mendes faz um balanço da semana, trazendo novamente à tona o debate que colocou à prova Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro. Um confronto impróprio para os indecisos e que não primou pela qualidade. “Globalmente, acho que a matéria de conteúdos foi abaixo do que se espera de dois candidatos a primeiro-ministro”.
O comentador criticou ainda as várias posições contraditórias que Pedro Nuno Santos adotou ao longo da semana quanto à viabilização de um governo minoritário de Montenegro e as implicações diretas que isso causou à sua imagem enquanto candidato, bem como a estratégia de Montenegro em não revelar a posição da AD relativamente à governabilidade em caso de derrota para o PS. Oiça aqui o programa emitido na SIC no dia 25 de fevereiro.
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Esta segunda-feira enfrentam-se, pelas ideias para o país, os dois principais intervenientes políticos do panorama nacional. Na opinião de Marques Mendes, e por se estar ainda longe das eleições, “decisiva mesmo será a campanha eleitoral”. Espera um debate equilibrado por várias ordens de razão: “porque as propostas programáticas de um e de outro são sobejamente conhecidas e amplamente discutidas. Ninguém vai tirar um novo "coelho da cartola". Porque Pedro Nuno e Montenegro têm objetivos diferentes. Porque cada um fará, direta ou indiretamente, o apelo ao voto útil.
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Na emissão semanal da sua opinião em podcast, Luís Marques Mendes analisa a primeira semana dos debates televisivos entre os líderes dos partidos que concorrem às eleições legislativas, e como estes terão sido afetados pelo resultados da ida às urnas nos Açores. "A dinâmica da campanha mudou. O PSD mudou de atitude. O PS mudou de discurso, atitude e estratégia", alega o comentador. Ao longo da meia hora deste comentário deste domingo, emitido na SIC, o antigo presidente do PSD deixa as suas notas qualitativas aos debates da última semana, com apontamentos sobre o desempenho das diferentes lideranças.
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Em noite de eleições nos Açores, já são feitas projeções sobre os resultados. E estes revelam-se favorecedores da aliança partidária da AD, resta saber se conquistam ou não a maioria absoluta. Luís Marques Mendes avalia as projeções e garante que se se revelarem corretas "mostra-se que a AD não precisa do Chega e Montenegro ganha élan político e psicológico". O comentador não quer fazer leituras sobre os efeitos nacionais dos resultados das ilhas, mas admite que a estratégia de Pedro Nuno Santos de conquistar votos ao centro, associando o PSD ao Chega, necessária tendo em conta principalmente as mais recentes sondagens que revelam uma grande perda de lugar à esquerda, pode sair furada. Quanto aos números dessa mesma sondagem que mostram um crescimento significativo do partido de André Ventura, teme que o país "fique ingovernável" e aconselha Montenegro a apelar ao voto útil - "uma tarefa exigente", nas palavras do comentador. Há ainda tempo para falar sobre as notícias que dão conta da descida da dívida pública e, nesse sentido, para tecer um elogio ao legado de António Costa e feitos do Medina. Ouça o programa em podcast, emitido a 4 de fevereiro.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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