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“Esta semana o governo começou verdadeiramente a governar e ganhou a iniciativa política”, defende Luís Marques Mendes. O comentador acredita que o completo solidário para idosos e a gratuitidade de medicamentos são propostas que permitem “a reconciliação da AD com pensionistas e reformados, é um combate à pobreza” e classifica as medidas como “muito ambiciosas do ponto de vista social.” Marques Marques prevê ainda que o governo acelere o ritmo e que “nos próximos dias seja anunciado Alcochete como a nova localização do aeroporto, seguindo a proposta da Comissão Técnica Independente.” Por fim, analisa a campanha para as europeias, os diferentes padrões nas exonerações feitas pelo executivo e as medidas apresentadas para a habitação. Programa emitido a 12 de maio, para ouvir em podcast.
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Esta semana, o Governo exonerou a mesa da Santa Casa da Misericórdia. Isto fez cair a provedora Ana Jorge. O comunicado foi emitido pelo Ministério do Trabalho, mas até agora nem a ministra Ana Mendes Godinho, nem o próprio Luís Montenegro, vieram apresentar explicações. Luís Marques Mendes olha para o caso com grande seriedade e está crente de que nos próximos tempos vai haver uma espécie de “teste do algodão à credibilidade da Ministra e da decisão”, pois “se escolher um político ligado ao PSD ou ao CDS, não se livra da acusação que isto é um saneamento político”. Quanto a outros casos reveladores da prestação do Governo, como o IRS ou a forma como lidou com a proposta das ex-SCUT, o comentador está convencido de que é preciso mostrar sinais “de coragem e capacidade de decisão”, algo que, a seu ver, não estará a fazer: “Duas decisões em trinta dias é pouco, é preciso mais”. Programa emitido a 5 de maio, para ouvir em podcast.
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As declarações de Marcelo Rebelo de Sousa dia 23 de abril causaram muita polémica. Na opinião de Marques Mendes, Marcelo teve “o pior dia de sempre da até hoje”. Na opinião do comentador, o tema da reparação às ex-colónias que não deve ser debatido “à mesa do café com esta ligeireza”. E acrescenta que um Presidente da República deve ser um elemento de ligação e não de disrupção: “foi um momento muito infeliz”, conclui. Em relação às eleições europeias, Marques Mendes considera que convidar o presidente da Câmara do Porto para número dois da lista “é uma falta de respeito“, mas tece elogios a Sebastião Bugalho, o número um da lista da AD. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 28 de abril.
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"Tudo isto é um abalo como nunca se viu na credibilidade do Ministério Público." No seu comentário em podcast, Luís Marques Mendes resume o acórdão da Relação de Lisboa como uma derrota significativa do Ministério Público (MP), comprometendo a credibilidade da instituição, implicando o arquivamento "previsível" da investigação a António Costa, e abala a credibilidade do MP, gerando uma crise de confiança, levantando dúvidas sobre a idoneidade das suas ações futuras: "A partir de agora, em cada busca, cada detenção ou cada acusação que se faça, os portugueses vão sempre desconfiar se o MP está a abusar ou exagerar". Ao MP e à PGR, questiona se vão refletir sobre a situação e se esta não justificaria a demissão de Lucília Gago. Esta emissão do seu comentário é de 21 de abril, dia em que também entrevistou o antigo presidente António Ramalho Eanes.
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António Ramalho Eanes foi o convidado de Luís Marques Mendes e Clara de Sousa na emissão desta semana. Ouça aqui a entrevista ao general e antigo presidente da República. De acordo com Ramalho Eanes, faz sentido comemorar também o 25 de Novembro, mas sublinha: "Há uma data fundadora da democracia: o 25 de Abril. Houve, como toda a gente sabe, sobretudo os mais velhos, aquela perturbação terrível a que chamaram PREC e, houve, obviamente, ameaças significativas à intenção original do 25 de Abril, que era a intenção democrática. O 25 de Novembro reassumiu esse compromisso original". Ouça a emissão completa.
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Nas palavras do comentador, “o primeiro-ministro, no seu discurso, fala em alívio fiscal total de 1,5 milhões face a 2023. Ora, se o alívio fiscal é face a 2023, tinha de incluir os 1,3 milhões decididos pelo Governo PS. Se se tratasse de somar 1,5 ao valor anterior, o país já não teria excedente. Voltaria a ter défice. E isso não podia suceder. Mas, se o Governo não mentiu, também é verdade que criou ambiguidade e não corrigiu a ambiguidade”. A polémica com Passos Coelho e o ataque a Israel pelo Irão foram outros temas em destaque.
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“É fundamental passar o Orçamento para a estabilidade do país", garante Luís Marques Mendes negando a possibilidade de se governar em duodécimos. Para isso, pede abertura ao novo Governo e um orçamento pouco provocativo. Sugere a Luís Montenegro deixar cair a descida do IRC, promessa eleitoral, do Orçamento e avançar com esse plano como lei própria. Ao Partido Socialista, pede "viabilizações", pois apesar de "a liderança da oposição ser do PS", esta deve ser "ao Governo e não ao país”. Em análise está ainda o futuro de Costa que, propões o comentador, pode não passar pela Europa mas pelo comentário político televisivo. Ouça Luís Marques Mendes em podcast, programa emitido na SIC Notícias a 7 de abril.
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No seu espaço de opinião na SIC, Luís Marques Mendes analisa os ministros e ministras do Governo liderado por Luís Montenegro e acredita que "surpreendeu pela qualidade". "O Governo ou cria uma boa impressão nos primeiros três meses ou corre o risco de cair em novembro com o orçamento", defende. O comentador saúda a forma com o bloco central resolveu o impasse na eleição de Aguiar-Branco como novo Presidente da Assembleia da República e critica o Chega pela degradação do funcionamento do parlamento. Alerta ainda para a perceção errada que se está a criar à volta do excedente orçamental. O comentário foi emitido a 31 de março na SIC e SIC Notícias.
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Luís Marques Mendes começa por tecer algumas palavras sobre a saída de cena de Augusto Santos Silva que “sai pela porta pequena e por culpa própria“, na sua opinião. As eleições europeias foram outro dos temas e Marques Mendes não descarta a hipótese do Chega chegar ao segundo ou mesmo ao primeiro lugar. São eleições de grande abstenção e o partido está muito mobilizado, afirma o comentador. Quanto ao novo governo, Marques Mendes enumera os vários desafios que o executivo irá enfrentar e desmente a questão da ”governação por decreto“ para evitar a Assembleia, garantido que isso não faz sentido: “Um governo toma decisões por decreto quando a constituição lhe permite”, esclarece. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC.
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No seu espaço de opinião na SIC e em podcast, Luís Marques Mendes faz o rescaldo das eleições legislativas e prognostica a futura composição de um Governo liderado por Luís Montenegro. "Ainda está em aberto se será um governo da AD ou um governo da AD e da IL. É muito possível que as duas formações façam um acordo global, que inclua governo e eleições europeias. Se tal acontecer, a IL deverá ter dois ministros e o CDS um. Os demais, serão do PSD. Se a IL não entrar no governo, haverá um ministro do CDS e os demais indicados pelo PSD", defende o comentador no seu comentário emitido a 17 de março na SIC e SIC Notícias.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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