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No seu espaço habitual de comentário, Luís Marques Mendes analisa a calamidade dos incêndios dos últimos dias, salientando que, apesar de algumas coisas terem funcionado, a crise no combate aos incêndios parece durar. Em 7 anos nada foi feito para minimizar o flagelo como limpeza das florestas, a criação de centrais de biomassa ou a aplicação da lei que responsabilize os incendiários.
O comentador analisa positivamente o comportamento do governo, enaltecendo o ministro Castro Almeida, “um dos Ministros mais competentes do Governo”.
O Orçamento do Estado e as escolhas para a Comisão Europeia foram outros dos temas analisados no comentário exibido no Jornal da Noite da SIC a 22 de setembro.
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Luís Marques Mendes considera que Lucília Gago não irá deixar saudades quando sair da procuradoria-geral da República e que o importante agora é o futuro: “É essencial que a escolha recaia sobre uma pessoa realmente independente, com capacidade de liderança, de comunicação e de motivação interna”. No seu espaço habitual de comentário, no Jornal da Noite, deixa rasgadas críticas ao estilo da atual procuradora, enumerando que “nunca reconhece um erro ou um falha e toma qualquer crítica à sua atuação como um caso de Estado". As críticas estendem-se também à prestação dos deputados, que Marques Mendes considera “deixar bastante a desejar”. Oiça a opinião em podcast
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A fuga de 5 reclusos do estabelecimento prisional de Alcoentre fez soar os alarmes quanto à segurança interna do país. "Como é possível isto acontecer numa prisão de alta segurança? Espera-se que o inquérito seja rápido, mas o país vai querer um relatório do estado de segurança das prisões em Portugal. É muito estranho, para não dizer insólito, que o Governo ainda não tenha dito uma palavra", afirma Luís Marques Mendes. Quanto à polémica envolvendo a privatização da TAP, Marques Mendes aponta a falha ao segundo Governo de Passos Coelho, mas acredita que “Miguel Pinto Luz é o que menos tem responsabilidade neste processo. Só esteve no Governo 26 dias, não participou na decisão de privatização, não estava no Conselho de Ministros que a aprovou. Não tem nenhuma assinatura em peças contratuais.” Prestes a começar o novo ano letivo, o Governo admite que milhares de alunos vão começar as aulas sem professores a pelo menos uma disciplina, mas Luís Marques Mendes acredita que as medidas do novo Governo vão melhorar a situação. Sobre a possível proibição do uso de telemóveis na escola, o comentador acha que “a decisão deve ser das escolas, mas o governo deve recomendar a proibição", devido aos efeitos nefastos na saúde dos alunos. Luís Marques Mendes analisa ainda o estado do SNS em Portugal e o Conselho de Estado agendado por Marcelo Rebelo de Sousa. O programa foi emitido a 8 de setembro na SIC.
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A novela política da aprovação do Orçamento de Estado tem um novo capítulo: a rentree dos dois maiores partidos. Há avanços no enredo? Pedro Nuno Santos discursou no encerramento da Academia Socialista e Luís Montenegro no da Universidade de Verão do PSD. Luís Marques Mendes avalia o dia dos líderes e mostra-se positivo com o que ouviu: “Há esperança para os portugueses, pode não haver crise política”. Apesar de estar convencido da abertura e disponibilidade para acordos, garante que, para correr bem, é preciso “que os líderes se juntem e falem, com recato e não na praça pública”. Há ainda tempo para falar sobre a redução nas prestações à habitação, a escolha de Maria Luís Albuquerque para Comissária Europeia e a decisão de Leonor Beleza de se afastar da corrida às presidenciais depois das especulações: “Tenho-lhe uma admiração política e pessoal”, comenta. O programa foi emitido a 1 de setembro na SIC Notícias.
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Luís Marques Mendes critica as afirmações do secretário-geral do PSD ao Expresso sobre as eleições americanas, em que diz que tem “discordâncias profundíssimas com a forma de estar e de fazer política de Donald Trump”, mas não suficientes para ter a certeza de que votaria em Kamala Harris.
No seu habitual espaço de opinião na SIC, o comentador fala ainda do suplemento para os pensionistas, do Orçamento do Estado e da proposta do Chega para referendar a imigração. Oiça aqui em podcast
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Luís Marques Mendes critica a gestão e organização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), afirmando que o aumento de financiamento, de 9 mil milhões em 2015 para 15 mil milhões de euros em 2024, não resultou em melhorias significativas. Mesmo com mais recursos, há uma crise, "o que reforça o problema de má gestão". Além disso, Mendes aponta uma discrepância regional, com maiores problemas a Sul, sugerindo que a diferença está na gestão dos recursos, e não na competência dos profissionais. O comentador residente considera ainda que a presença conjunta do Presidente da República e do primeiro-ministro numa cerimónia no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, durante uma crise na Saúde "faz todo o sentido". O advogado defende que é papel do Presidente "ajudar o país a resolver os seus problemas", especialmente em áreas essenciais como a Saúde. Marcelo Rebelo de Sousa "está a ser coerente" com a sua atuação passada, onde frequentemente apoiou os governos de António Costa, inclusive em situações críticas. "É natural que agora também coopere com o governo minoritário de Luís Montenegro, dada a sua fragilidade", considera. A opinião de Marques Mendes foi emitida a 11 de agosto, na SIC Notícias.
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No seu habitual espaço de comentário na SIC, Marques Mendes considera que o apoio do PCP à vitória de Maduro é um “suicídio político”. O comentador relembra que o partido veio logo a seguir à eleição saudar Nicolás Maduro e o seu regime. A entrevista do ministro das finanças e a operação Tutti Frutti, na qual Fernando Medina foi constituído arguido, foram outros dos temas deste comentário exibido na SIC a 4 de agosto.
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Esta semana, a promulgação da lei que consagra uma redução do IRS agitou as águas. “Tudo não passou de uma tempestade num copo de água”, diz Luís Marques Mendes. “Afinal, Presidente da República e Governo fizeram o que lhes competia. Se Marcelo Rebelo de Sousa vetasse o IRS, seria um veto inútil. Para além do conflito político, a lei podia ser confirmada na Assembleia da República porque PS e Chega têm maioria absoluta”. O comentador acrescenta ainda que “politicamente, estas leis até facilitam" a a vida ao PSD, uma vez que o PS tem menos condições para votar contra contra o Orçamento de Estado”.
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A desistência de Biden não surpreende o comentador, depois de tudo o que sucedeu nos últimos dias “não tinha escapatória”: tinha contra ele a maioria do partido; as principais figuras, entre as quais Obama; a imprensa afeta aos Democratas; e os financiadores da campanha. Refere que “é capaz de ser a melhor solução possível”. Mas não quer dizer que possa ser uma solução "milagrosa" para levar os Democratas à vitória. Ainda as negociações para o OE do próximo ano, os possíveis acordos na área fiscal, o aumento da criminalidade em Lisboa e no Porto e o TGV em marcha.
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No seu espaço de comentário semanal na SIC, Luís Marques Mendes começa por analisar o ataque a Donald Trump, cuja campanha estará, agora, mais beneficiada. As eleições autárquicas foram outro tema de destaque: Marques Mendes não acredita que o Chega tenha capacidade para ganhar qualquer autarquia mas adverte que o partido de André Ventura pode roubar votos ao PSD e ao PS. A entrevista à Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, foi outro tema em destaque, entrevista essa que Marques Mendes considerou “uma desilusão”. O comentário foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 14 de julho.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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