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“O país já tem tantos problemas económicos, sociais, na habitação, saúde, educação e nos impostos, dispensa bem mais um problema de natureza institucional”, avalia assim Luís Marques Mendes a situação entre Belém e São Bento, após o silêncio do primeiro-ministro para com o Presidente da República no Conselho de Estado ter feito escalar as tensões que se arrastam entre ambas as figuras do Estado desde o caso de Galamba. O comentador olha ainda para o início, a meio gás, do ano letivo, com falta de professores e de condições para os alunos. Lamenta a falta de planeamento na educação, mas também, os atrasos na aplicação do Plano de Recuperação e Resiliência - "a bazuca das bazucas". Este programa foi emitido na SIC a 10 de setembro. Ouça em podcast a opinião de Luís Marques Mendes.
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O ano político que agora começa apresenta bastantes desafios ao executivo de António Costa: O aumento do custo de vida, nomeadamente os juros no crédito a habitação, mas também outros assuntos pendentes como a questão dos professores e a reforma do SNS que, estranhamente, foi apresentada pela direcção executiva do SNS e não pelo Governo. “Uma boa reforma no papel, mas porque é que o Governo não deu a cara?”, pergunta o comentador. Sobre as eleições na Madeira, Marques Mendes avisa que Se o PSD não tiver maioria na coligação PSD-CDS passa a ter o pesadelo do Chega. Já nas eleições europeias, uma derrota do PS traria mais problemas a Luís Montenegro que a António Costa. O comentário de Marques Mendes foi exibido no Jornal da Noite a 3 de setembro.
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"Se eu vir que tem alguma utilidade uma candidatura minha, e que tenho o mínimo de condições para o concretizar, sou franco: tomarei essa decisão". Foi no seu habitual comentário semanal que Luís Marques Mendes admitiu candidatar-se à Presidência da República. Questionado sobre Clara de Sousa sobre se o regresso do comentador e ex-líder do PSD à Festa do Pontal, que marca a rentrée política do partido, significaria um futuro apoio de Luís Montenegro a uma candidatura sua a presidente da República, foi perentório: "Nunca na minha vida falei com Luís Montenegro sobre eleições presidenciais, não há nada a falar, não há qualquer acordo". O comentário de Luís Marques Mendes foi emitido na SIC a 27 de agosto.
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Dentro do plano da subjetividade, quanto ao fluxo turístico de turistas que por esta altura procuram o sul de Portugal para fazer férias, há algo que é inequívoco: "Temos uma crise social que retira poder de compra aos portugueses face aos turistas estrangeiros e o Alvarve está muito caro". A AHETA, Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, avança com uma redução na ordem dos 7% de portugueses que deixaram, este ano, de frequentar as praias e as unidades hoteleiras algarvias.
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“Vai ficar na história”, garante Luís Marques Mendes. Esta Jornada Mundial da Juventude, que foi a primeira depois da pandemia e a primeira depois de uma “polémica desgastante” para a Igreja dos abusos sexuais, foi para o comentador um sucesso a todos os níveis. Para o país economicamente e socialmente, para os crentes e não crentes, para os jovens e para a Igreja Católica que, segundo o comentador, “deu uma prova da vontade de reconciliação consigo própria e com a sociedade”. E, na semana em que tanto se fala de juventude, Luís Marques Mendes decide também trazer para o espaço habitual de comentários os dados que são o retrato dessa faixa etária em Portugal. Dificuldade em sair da casa dos pais, grandes qualificações, baixos salários, emigração. “Temos de fazer um forte investimento em duas coisas. No baixar dos impostos e num crescimento económico mais forte”, explica. Ouça o comentário em podcast, emitido na SIC a 6 de agosto.
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“Um recorde absoluto”. Assim o classifica, Luís Marques Mendes. Nunca antes haviam participado tantos países nas Jornadas Mundiais da Juventude. Locais “com pouquíssima implantação da igreja católica”, como o Butão, Mongólia ou Mauritânia, estão presentes nesta jornada. Espanha, França, Itália, EUA e Portugal formam o top 5 no que toca a representação em número de peregrinos. A lusofonia conta com um número de mais de 8 mil pessoas, a maior parte oriundos do Brasil, mas também Cabo Verde se encontra nesta lista. Quanto ao clero, serão mais de 9 mil padres, 766 bispos e 30 cardeais. Ainda, mais de 22 mil voluntários, 600 eventos e 2500 artistas. Quanto ao impacto económico, um estudo referido pelo comentador, aponta para um intervalo de valores entre os 400 e os 600 milhões de euros de riqueza adicional.
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Na componente macroeconómica, Portugal está muito bem. O país tem a maior carga fiscal de sempre, a maior receita fiscal e os maiores fundos da UE de sempre. Só que a nação não está tão bem quanto o Estado. “O Estado está a cobrar impostos a mais”, reflete Marques Mendes. Os números que o Governo apresenta são bons mas isso não se reflete na qualidade de vida: a subida dos juros, a falta de casas, o aumento do custo de vida e as listas de espera intermináveis no SNS apertam cada vez mais as famílias portuguesas. O Governo e o país têm todas as condições necessárias para fazer melhor: “Porque é que o país hoje cresce metade do que crescia?”, pergunta o comentador e enumera uma lista de desafios que faltam cumprir. Este e outros temas, incluíndo as eleições em Espanha, no programa exibido no Jornal da SIC a 23 de julho.
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Luís Marques Mendes compara os factos com o que ficou registado no relatório da CPI à TAP, que considera não ser independente por ilibar por completo o Governo. “Isto é mau para a democracia, porque dá a ideia de que maioria absoluta é poder absoluto. O próprio Governo não ganha nada com isto. O país viu, os portugueses viram. Era mais inteligente ter espírito de abertura. Tentar esconder a responsabilidade é pior a emenda que o soneto". Oiça o comentário completo em podcast.
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No seu espaço de opinião habitual na SIC, Luís Marques Mendes fala sobre o relatório preliminar da CPI à TAP e sobre a demissão do secretário de Estado da Defesa, Marco Capitão Ferreira. Uma saída do Governo, a 13ª em ano e meio, que não surpreende o ex-presidente do PSD. Ainda assim, critica a "displicência com que o primeiro-ministro fala de questões de corrupção", argumentando que é "um pouco assustador" António Costa não perceber que o fenómeno ocupa a mente e preocupa os portugueses. Nesta emissão de 09 de julho, Marques Mendes perspetiva ainda uma potencial disputa entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, "o líder do PS no parlamento", nas próximas legislativas.
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Lagarde visitou Portugal e não trouxe boas notícias à ponta da Europa - declarou que o BCE quer continuar a aumentar os juros e pede que os governos fechem a torneira às ajudas. Se este tom parece familiar, a Luís Marques Mendes lembra o discurso punitivo da troika. “Lagarde devia apostar na pedagogia”, aconselha e garante que só os populismos ganham com a postura assumida. Em análise está também a importância da aposta na integração de imigrantes e as previsões para as cabeças de lista nas europeias do próximo ano - Marta Temido e Rui Moreira. Ouça o programa emitido na SIC a 2 de julho em podcast.
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Todos os domingos a análise de Luís Marques Mendes no Jornal da Noite. Um espaço em que o comentador olha de forma atenta e crítica para os assuntos que marcam a semana em…

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