Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente

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By Fundação Francisco Manuel dos SantosSociety & CultureBusinessScience
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Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente episodes

  • EP 46 | SOCIEDADE | Que invenção é esta do trabalho?

    Por que razão chamamos trabalho ao trabalho?
    Quem inventou tal conceito e baseado em quê?
    Como é que o trabalho foi evoluindo?
    Como é que a sua percepção se foi transformando ao longo dos tempos?
    Como vemos o trabalho hoje?

    Numa quase perfeita sequela do episódio anterior, Ana Markl e Miguel Chaves fazem a cronologia deste tema que afecta tanto as nossas vidas, a percepção de nós próprios e a dos outros também.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Meda, Dominique, 1999, O Trabalho: um Valor em Vias de Extinção. Lisboa: Fim de Século.
    Arendt, Hannah. 2001[1958]. A Condição Humana. Lisboa: Relógio d’Água.

    Zoberman, Yves. 2015. Uma História do Desemprego: da Antiguidade aos Nossos Dias. Porto: Afrontamento.

    Rebelo, Glória. 2021. O Trabalho na Era Digital –Estudos Laborais. Coimbra: Almedina.

    Arari, Yuval N. 2018.  21 Lições para o Século XXI. Elsinore: Amadora.

    Gray, Mary L. e Sury, Siddharth. 2019
     Ghost Work: How to Stop Silicon Valley from Building a New Global Underclass.

    Messenger, Jon C. (Ed.). 2019. Telework in 21 st. Century: An Evolutionary Perspective. Elgar
    https://www.elgaronline.com/view/edcoll/9781789903744/9781789903744.xml

    Pequeno documentário da The Economist chamado: The future of work: is your job safe?
    https://www.youtube.com/watch?v=gUc5oN_ffRo


    Definições:
    Gig Economy: The gig economy is changing the way we work. Now regulation must catch up, World Economic Forum - https://www.weforum.org/agenda/2016/06/gig-economy-changing-work/
    Vallas, Steven; Schor, Juliet B. (2020). "What Do Platforms Do? Understanding the Gig Economy". Annual Review of Sociology. 46 (1): annurev–soc–121919-054857. doi:10.1146/annurev-soc-121919-054857
    Ludismo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludismo
    Rendimento Básico Incondicional: http://rendimentobasico.pt/


    BIOS

    ANA MARKL

    Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.


    MIGUEL CHAVES

    Miguel Chaves é Professor Associado do Departamento de Sociologia da NOVA FCSH e investigador do CICS.NOVA. Desenvolveu estudos acerca de marginalidades, desvio e exclusão social, que deram origem a diversos textos dos quais se destacam os livros Casal Ventoso: da Gandaia ao Narcotráfico (Imprensa de Ciências Sociais, 1999) e, em coautoria, Casal Ventoso Revisitado. Memórias para Imaginar um Futuro (Húmus 2019). Realizou também investigações acerca de estilos de vida juvenis e transição para o trabalho, como, por exemplo, “Percursos de inserção dos licenciados: relações objetivas e subjetivas com o trabalho”. Sobre estes assuntos escreveu vários artigos científicos e textos jornalísticos, bem como a obra Confrontos com o Trabalho entre Jovens Advogados (Imprensa de Ciências Sociais, 2010). Entre outras funções universitárias, coordena atualmente o Observatório de Inserção Profissional da Universidade Nova de Lisboa (OBIPNOVA) e o curso de Licenciatura em Sociologia da NOVA FCSH.

    1 hr 1 min
  • EP 45 | ECONOMIA | A Teoria dos Jogos, na prática

    A Teoria dos Jogos tem mais aplicações na prática do que aquelas que podemos imaginar: está subjacente aos leilões de arte mas também aos leilões do peixe ou das flores; está por detrás da colocação de professores em escolas ou de médicos em hospitais. Até a turma onde a sua filha foi colocada na Faculdade é determinada por esta teoria que afinal tem aplicações muito mais concretas do que parece.

    Joana Pais e Hugo Van Der Ding largam o lado teórico e trocam agora a Teoria dos Jogos por miúdos, fazendo jus ao objectivo do IN PERTINENTE: dar respostas às perguntas de todos e contribuir para uma sociedade mais informada.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Leilões:

    Krishna, Vijay. Auction theory. Academic press, 2009. 
    Milgrom, Paul Robert. Putting auction theory to work. Cambridge University Press, 2004 

    Desenho de mercados em geral:

    Roth, Alvin E. The economist as engineer: Game theory, experimentation, and computation as tools for design economics." Econometrica 70.4 (2002): 1341-1378.
    Roth, Alvin E. "What Have We Learned from Market Design?." The Economic Journal 118.527 (2008): 285-310. 
    Scott Duke Kominers, Alexander Teytelboym, and Vincent P. Crawford. An invitation to market design. Oxford Review of Economic Policy 
    Matching theory:

    Gale, David, and Lloyd S. Shapley. "College admissions and the stability of marriage." The American Mathematical Monthly 69.1 (1962): 9-15. 

    Scientific Background on the Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel 2012: https://www.nobelprize.org/uploads/2018/06/advanced-economicsciences2012.pdf

    Roth, Alvin E. "The evolution of the labor market for medical interns and residents: a case study in game theory." The Journal of Political Economy(1984): 991-1016. 

    Alvin Roth, Marilda Sotomayor, Two-sided matching (1990), Cambridge university press (Econometric Society Monograph)

    Alvin Roth (2015), Who gets what - and why: The new economics of Matchmaking and Market Design, Eamon Dolan / Houghton Mifflin Harcourt 

    Michael A. Rees, Ty B. Dunn, Christian S. Kuhr, Christopher L. Marsh, Jeffrey Rogers, Susan E. Rees, Alejandra Cicero, Laurie J. Reece, Alvin E. Roth, Obi Ekwenna, et al. Kidney exchange to overcome financial barriers to kidney transplantation. American Journal of Transplantation, 17:782–790, 2017.


    BIOS

    JOANA PAIS
    Joana Pais é professora de Economia no ISEG da Universidade de Lisboa. Obteve o seu Ph.D. em Economia na Universitat Autònoma de Barcelona em 2005. Atualmente é coordenadora do programa de Mestrado em Economia e do programa de Doutoramento em Economia, ambos do ISEG, e membro da direção da unidade de investigação REM - Research in Economics and Mathematics. É ainda coordenadora do XLAB – Behavioural Research Lab, um laboratório que explora a tomada de decisão e o comportamento económico, político e social, suportado pelo consórcio PASSDA (Production and Archive of Social Science Data). Os seus interesses de investigação incluem áreas como a teoria de jogos, em particular, a teoria da afetação (matching theory), o desenho de mercados, a economia comportamental e a economia experimental.

    HUGO VAN DER DING 
    Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo do Golfo da Biscaia, durante uma viagem entre Amesterdão e Lisboa, e cresceu numa comunidade hippie nos arredores de Montpellier. Estudou História das Artes Decorativas Orientais, especializando-se em gansos de origami. Em 2012, desistiu da carreira académica para fazer desenhos nas redes sociais. Depois do sucesso de A Criada Malcriada deixou de precisar de trabalhar. Ainda assim, escreve regularmente em revistas e jornais, é autor de alguns livros e podcasts, faz ocasionalmente teatro e televisão, e continua a fazer desenhos nas redes sociais. Desde 2019 é um dos apresentadores do programa Manhãs da 3, na Antena 3.

    46 min
  • EP 44 |CIÊNCIA | Somos MESMO imperfeitos.

    Aviso ao ouvinte: este episódio tem todos os ingredientes para lhe criar um sério problema de segurança.
    Tudo aquilo que alguma vez ouviu ou pensou de que o ser humano é perfeito do ponto de vista biológico, não é verdade.
    Um fim de semana em plena selva sem os recursos que inventámos para nos assistir, estaria longe de ser uma aventura e muito mais próximo de nos transportar directamente para outra vida que não esta.

    Na sua estreia no IN PERTINENTE, Inês Lopes Gonçalves e Paulo Gama Mota contam com todas as letras esta triste realidade: NÃO SOMOS PERFEITOS. Está psicologicamente preparado para ouvir?

    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
    Richard Dawkins 1999. A escalada do monte improvável. Gradiva, Lisboa.

    https://www.gradiva.pt/catalogo/14078/a-escalada-do-monte-improvavel

    Nathan Lentz. 2018. Human errors: A panorama of our glitches, from pointless bones to broken genes. HMH Books.

    https://www.amazon.es/gp/product/1328974693/ref=ppx_yo_dt_b_asin_title_o04_s00? ie=UTF8&psc=1

    Vídeo com a dissecação do nervo vago numa girafa.

    https://www.youtube.com/watch?v=cO1a1Ek-HD0

    Ver o ponto cego do olho:
    https://www.youtube.com/watch?v=27vUFAI3NLM
    https://www.weshigbee.com/blind-spot-examples/

    BIOS
    INÊS LOPES GONÇALVES
    Inês Lopes Gonçalves é uma pessoa, função que acumula com as de radialista, locutora e apresentadora de televisão. Na rádio é actualmente uma d'As Três da Manhã da Rádio Renascença, na televisão é a anfitriã do talk show Traz Pr'á Frente, na RTP e RTP Memória.
    Fez rádio na Antena 3, foi apresentadora do 5 Para a Meia Noite na RTP e desde 2017 que é uma das caras do Festival da Canção. O seu percurso começou na informação como jornalista na Rádio Renascença, passou pela Sport Tv, Canal Q, e colaborou com as revistas Time Out, Sábado e semanário Expresso. 

    PAULO GAMA MOTA
    Paulo Gama Mota é biólogo, doutorado pela Universidade de Coimbra, Professor Associado do Departamento de Ciências da Vida da FCTUC e investigador do CIBIO. Investiga o comportamento animal e a compreensão das suas causas evolutivas, incluindo a comunicação animal e selecção sexual. É docente em áreas relacionadas com a evolução e a evolução do comportamento. Mantém um grande interesse pela comunicação de ciência, tendo sido Director de vários museus e responsável pelo projecto e Director do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (2006-2015). Comissariou várias exposições de ciência e coordenou vários projectos de ciência cidadã, sempre com a preocupação de aproximar os cidadãos da ciência.

    42 min
  • EP 44 | ECONOMIA | A Teoria dos Jogos, na prática

    A Teoria dos Jogos tem mais aplicações na prática do que aquelas que podemos imaginar: está subjacente aos leilões de arte mas também aos leilões do peixe ou das flores; está por detrás da colocação de professores em escolas ou de médicos em hospitais. Até a turma onde a sua filha foi colocada na Faculdade é determinada por esta teoria que afinal tem aplicações muito mais concretas do que parece.

    Joana Pais e Hugo Van Der Ding largam o lado teórico e trocam agora a Teoria dos Jogos por miúdos, fazendo jus ao objectivo do IN PERTINENTE: dar respostas às perguntas de todos e contribuir para uma sociedade mais informada.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Leilões:

    Krishna, Vijay. Auction theory. Academic press, 2009. 
    Milgrom, Paul Robert. Putting auction theory to work. Cambridge University Press, 2004 

    Desenho de mercados em geral:

    Roth, Alvin E. The economist as engineer: Game theory, experimentation, and computation as tools for design economics." Econometrica 70.4 (2002): 1341-1378.
    Roth, Alvin E. "What Have We Learned from Market Design?." The Economic Journal 118.527 (2008): 285-310. 
    Scott Duke Kominers, Alexander Teytelboym, and Vincent P. Crawford. An invitation to market design. Oxford Review of Economic Policy 
    Matching theory:

    Gale, David, and Lloyd S. Shapley. "College admissions and the stability of marriage." The American Mathematical Monthly 69.1 (1962): 9-15. 

    Scientific Background on the Sveriges Riksbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel 2012: https://www.nobelprize.org/uploads/2018/06/advanced-economicsciences2012.pdf

    Roth, Alvin E. "The evolution of the labor market for medical interns and residents: a case study in game theory." The Journal of Political Economy(1984): 991-1016. 

    Alvin Roth, Marilda Sotomayor, Two-sided matching (1990), Cambridge university press (Econometric Society Monograph)

    Alvin Roth (2015), Who gets what - and why: The new economics of Matchmaking and Market Design, Eamon Dolan / Houghton Mifflin Harcourt 

    Kidney Exchange (parte da matching theory)


    BIOS

    JOANA PAIS
    Joana Pais é professora de Economia no ISEG da Universidade de Lisboa. Obteve o seu Ph.D. em Economia na Universitat Autònoma de Barcelona em 2005. Atualmente é coordenadora do programa de Mestrado em Economia e do programa de Doutoramento em Economia, ambos do ISEG, e membro da direção da unidade de investigação REM - Research in Economics and Mathematics. É ainda coordenadora do XLAB – Behavioural Research Lab, um laboratório que explora a tomada de decisão e o comportamento económico, político e social, suportado pelo consórcio PASSDA (Production and Archive of Social Science Data). Os seus interesses de investigação incluem áreas como a teoria de jogos, em particular, a teoria da afetação (matching theory), o desenho de mercados, a economia comportamental e a economia experimental.

    HUGO VAN DER DING 
    Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo do Golfo da Biscaia, durante uma viagem entre Amesterdão e Lisboa, e cresceu numa comunidade hippie nos arredores de Montpellier. Estudou História das Artes Decorativas Orientais, especializando-se em gansos de origami. Em 2012, desistiu da carreira académica para fazer desenhos nas redes sociais. Depois do sucesso de A Criada Malcriada deixou de precisar de trabalhar. Ainda assim, escreve regularmente em revistas e jornais, é autor de alguns livros e podcasts, faz ocasionalmente teatro e televisão, e continua a fazer desenhos nas redes sociais. Desde 2019 é um dos apresentadores do programa Manhãs da 3, na Antena 3.

    46 min
  • EP 43 | POLÍTICA | A Política do Tempo

    Sabia que estamos em 2022 mas também em 1443 e 5782?
    Sabia que devemos a Júlio César o nome dos meses do ano?
    Sabia que os franceses tentaram baralhar tudo e criaram um novo calendário?
    Mas, afinal, o que é o Tempo tem a ver com Política?

    Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira vão explicar, percorrendo a forma como o tempo foi sendo medido ao longo dos séculos e demonstrando como o presente pode modificar o passado e influenciar o futuro.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Receita de Ano Novo, Carlos Drummond de Andrade
    Longitude, the true story of a  line genius who solved the greatest scientific problem of his time, Dava Sobel
    Esquerda e Direita, Rui Tavares
    O Adivinho, Goscinny e Uderzo
    A Odisseia de Homero, Frederico Lourenço
    A Ilíada de Homero, Frederico Lourenço
    1984, George Orwell
    18 de Brumário de Luís Bonaparte, Karl Marx
    Word Perfect, Susie Dent
    The History of Time, Leofranc Holford-Strevens, Colecção ‘A Very Short Introduction’

    Série:
    The West Wing
    https://pt.wikipedia.org/wiki/The_West_Wing

    Filmes:
    Back to the future
    https://www.imdb.com/title/tt0088763/

    Blade Runner
    https://www.imdb.com/title/tt0083658/


    BIOS

    RAQUEL VAZ-PINTO

    É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
    Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
    Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
    É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.

    PEDRO VIEIRA

    Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
    Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
    É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
    Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã. 

    52 min
  • EP 42 | SOCIEDADE | Somos o que trabalhamos?

    ‘O que é que queres ser quando fores grande?’
    ‘O que é que fazes?’
    ‘Em que é que trabalhas?’
    ‘E agora, vais deixar de trabalhar?’
    O trabalho persegue-nos desde pequeninos e ainda nos define, como se não fôssemos mais nada sem ele. Mas será que a concepção do trabalho está a mudar? E, se sim, em que direcção?

    Na estreia de Miguel Chaves enquanto ‘dupla’ de Ana Markl nesta nova temporada do [IN] PERTINENTE, ambos exploram os sentidos do trabalho, chegando mesmo àqueles que parecem não fazer sentido nenhum.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Arvey, R. D., Harpaz, I. e Liao, H. (2004). Work Centrality and post-award work behavior of lottery winners. The Journal of Psychology, 138(5), 404-420, DOI: 10.3200/JRLP.138.5.404-420
    Boltanski, L. e Chiappello, È. (1999). Le Nouvel esprit du capitalisme. Paris: Gallimard.
    Chaves, M. (2010). Confrontos com o Trabalho entre Jovens Advogados. As Novas Configurações da Inserção Profissional. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.
    Freire, J. (1997). Variações sobre o Tema Trabalho. Porto: Edições Afrontamento.
    Gorz, A. (2003). Metamorfoses do Trabalho. São Paulo: Annablume.
    Herzberg, F., Mausner, B. e Snyderman. B.B. (2017[1959]). The Motivation to Work. Nova Iorque: Routledge. 
    Highhouse, S., Zickar, M. J. e Yankelevick. (2010). Would you work if you won the lottery? Tracking changes in the American work ethic. Journal of Applied Psychology, 95(2), 349 –357. DOI: 10.1037/a0018359
    Johnson, S. (2019[2002]. Quem Mexeu no Meu Queijo?. Lisboa: Gestão Plus.
    Lareau, A. (2011). Unequal Childhoods. Class Race and Family Life. Berkeley: University of California Press.
    Larsson, B. (2011). Becoming a winner but staying the same. Identities and consumption of lottery winners. American Journal of Economics and Sociology, 70(1), 187-209.
    Méda, D. (1999). O Trabalho – Um Valor em Vias de Extinção. Lisboa: Fim de Século.
    Vala. J. e Freire. J., (Coords.). (2000). Trabalho e Cidadania. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais
    Willis, P. (1977). Learning to Labor: How Working-Class Kids Get Working Class Jobs. Farnborough: Saxon House.


    BIOS

    ANA MARKL

    Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.

    MIGUEL CHAVES

    Miguel Chaves é professor associado do Departamento de Sociologia da NOVA FCSH e investigador do CICS.NOVA. Desenvolveu estudos acerca de marginalidades, desvio e exclusão social, que deram origem a diversos textos dos quais se destacam os livros Casal Ventoso: da Gandaia ao Narcotráfico (Imprensa de Ciências Sociais, 1999) e, em coautoria, Casal Ventoso Revisitado. Memórias para Imaginar um Futuro (Húmus 2019). Realizou também investigações acerca de estilos de vida juvenis e transição para o trabalho, como, por exemplo, “Percursos de inserção dos licenciados: relações objetivas e subjetivas com o trabalho”. Sobre estes assuntos escreveu vários artigos científicos e textos jornalísticos, bem como a obra Confrontos com o Trabalho entre Jovens Advogados (Imprensa de Ciências Sociais, 2010). Entre outras funções universitárias, coordena atualmente o Observatório de Inserção Profissional da Universidade Nova de Lisboa (OBIPNOVA) e o curso de Licenciatura em Sociologia da NOVA FCSH. 

    54 min
  • EP 41 | ECONOMIA | A Teoria dos Jogos

    Vamos falar de Jogos mas não dos electrónicos.
    Vamos falar de xadrez e de póquer, mas não vamos ensinar como jogar mas sim do que está subjacente.
    Vamos falar do Dilema do Prisioneiro que, quer acredite ou não, explica muita vida fora das prisões.

    Joana Pais estreia-se no IN PERTINENTE ao lado de Hugo Van Der Ding e ambos vão levar-nos a esta Teoria que está presente nas nossas vidas em muito mais momentos do que aqueles dos quais temos consciência. Interpelada por Hugo, a Joana explica e contextualiza a Teoria dos Jogos, e depois põe-na em prática, ao vivo, desafiando o Hugo para um jogo. Ouça e, se lhe apetecer, jogue com eles ‘em directo’.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    John von Neumann:
    -Artigo de 1928: Theory of Parlor Games, publicado em alemão: v. Neumann, J. (1928) Zur Theorie der Gesellschaftsspiele. Math. Ann. 100, 295–320 (1928). https://doi.org/10.1007/BF01448847

    - Livro de 1944 com Oskar Morgenstern:
    v. Neumann, J, Morgenstern, O. (1944). Theory of Games and Economic Behavior. Princeton University Press.

    Émile Borel

    Antoine-Augustin Cournot:
    - Livro de 1838:
    Cournot, A.A. (1838) Recherches sur les principes mathématiques de la théorie des richesses (Researches into the Mathematical Principles of the Theory of Wealth).

    RAND Corporation:
    https://www.rand.org/

    John Nash:
    - Artigo de 1951:
    Nash, J. (1951). Non-Cooperative Games. Annals of Mathematics, 54(2), 286–295. https://doi.org/10.2307/1969529
    - Prémio em Ciências Económicas em memória de Nobel em 1994, com Reinhard Selten e John C. Harsanyi.
    -Filme: A Beautiful Mind (Uma Mente Brilhante) de 2001

    Dilema do Prisioneiro:
    Formulado por Merrill Flood e Melvin Dreshner da RAND Corp., com Albert Tucker em 1950.
    Colin F. Camerer
    https://www.hss.caltech.edu/people/colin-f-camerer

    Artigo sobre a teoria da hierarquia cognitiva (cognitive hierarchy theory):
    Camerer, C. F.,  Ho, T.-H. e Chong, J.-K. (2004). A cognitive hierarchy model of games. Quarterly Journal of Economics, 119 (3), 861-898. ISSN 0033-5533. doi:10.1162/0033553041502225.


    BIOS

    JOANA PAIS
    Joana Pais é professora de Economia no ISEG da Universidade de Lisboa. Obteve o seu Ph.D. em Economia na Universitat Autònoma de Barcelona em 2005. Atualmente é coordenadora do programa de Mestrado em Economia e do programa de Doutoramento em Economia, ambos do ISEG, e membro da direção da unidade de investigação REM - Research in Economics and Mathematics. É ainda coordenadora do XLAB – Behavioural Research Lab, um laboratório que explora a tomada de decisão e o comportamento económico, político e social, suportado pelo consórcio PASSDA (Production and Archive of Social Science Data). Os seus interesses de investigação incluem áreas como a teoria de jogos, em particular, a teoria da afetação (matching theory), o desenho de mercados, a economia comportamental e a economia experimental.

    HUGO VAN DER DING 
    Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo do Golfo da Biscaia, durante uma viagem entre Amesterdão e Lisboa, e cresceu numa comunidade hippie nos arredores de Montpellier. Estudou História das Artes Decorativas Orientais, especializando-se em gansos de origami. Em 2012, desistiu da carreira académica para fazer desenhos nas redes sociais. Depois do sucesso de A Criada Malcriada deixou de precisar de trabalhar. Ainda assim, escreve regularmente em revistas e jornais, é autor de alguns livros e podcasts, faz ocasionalmente teatro e televisão, e continua a fazer desenhos nas redes sociais. Desde 2019 é um dos apresentadores do programa Manhãs da 3, na Antena 3.

    49 min
  • EP 40 | CIÊNCIA | E ... se não houvesse ... Tempo?

    O que é o Tempo?
    Como se mede?
    É mesmo relativo?
    Tem uma dimensão individual, subjectiva?
    Para que precisa a Ciência do Tempo?

    A Joana Marques e o Vítor Cardoso despedem-se do [IN] PERTINENTE levando-nos numa viagem pelo Tempo não cronológico mas antes por aquele que nos faz realizar que afinal temos sempre tempo, e que sobretudo devemos reservá-lo para ouvir conversas boas, sem tempo, como esta.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Vitor Cardoso, O tempo na Física, celebrações dos 25 anos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

    https://www.quantamagazine.org/what-is-time-a-history-of-physics-biology-clocks-and-culture-20200504/

    https://www.nationalgeographic.com/science/article/130715-worlds-oldest-calendar-lunar-cycle-pits-mesolithic-scotland

    https://www.archaeology.org/issues/99-1307/artifact/935-egypt-limestone-sundial-valley-kings

    Yarrow, K., Haggard, P., Heal, R. et al. Illusory perceptions of space and time preserve cross-saccadic perceptual continuity. Nature 414, 302–305 (2001).

    https://doi.org/10.1038/35104551
    (https://www.nature.com/articles/35104551)


    BIOS

    JOANA MARQUES
    Nasceu em Lisboa em 1986. Toda a gente sabe que os nativos do signo Virgem são fadados para o sucesso. Infelizmente Joana é Capricórnio e não percebe nada de astrologia. Quando era mais pequena (ainda) queria ser pintora, felizmente mudou de ideias entretanto, já que o talento que tem agora para pintar é o mesmo que tinha aos seis anos, quando desejava ser a nova Paula Rêgo.
    Assim que começou a aprender a escrever percebeu que o “foturo paçaria pur aí”, depois aprendeu que se escrevia “futuro passaria por aí” e nunca mais ninguém a parou. Começou a trabalhar como guionista em 2007, chegou à rádio em 2012, à maternidade em 2016 e 2020, e espera demorar ainda muito a chegar à reforma. Até lá, não segue o carpe diem porque isso de viver cada dia como se fosse o último parece perigoso. Gosta de viver cada dia como se fosse o primeiro, e observar o mundo como se tivesse acabado de cá aterrar.


    VÍTOR CARDOSO
    Vítor Cardoso é Físico Teórico no CENTRA, professor Catedrático e Presidente do Departamento de Física do Instituto Superior Técnico. Os seus interesses de investigação incidem sobre astrofísica e gravitação, em particular a física do espaço-tempo curvos, ondas gravitacionais e buracos negros.
    É autor de um livro e de cerca de 200 artigos publicados em revistas internacionais. A sua investigação foi distinguida duas vezes pelo European Research Council. Em 2015 o Presidente da República concedeu-lhe a Ordem de Santiago D’Espada, pelas suas contribuições para a ciência. Neste momento, é líder do GWverse, um consórcio internacional de mais de 30 países e centenas de cientistas, que se dedica ao estudo de ondas gravitacionais e buracos negros. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Relatividade e Gravitação.

    43 min
  • EP 39 | POLÍTICA | Mística do 22

    Talvez não saiba, mas o número 22 também tem a sua ´Mística’. E, neste caso, não estamos a falar (directamente) de futebol, mas de uma série de acontecimentos que, ao longo da história, marcaram o mundo e a Política. O que tiveram em comum? Precisamente a terminação 22.

    No primeiro episódio [IN] PERTINENTE do ano, Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira chamam a si o direito a opiniões várias, fazem uma viagem vertiginosa pelos anos 22 que marcaram a história, e fazem prognósticos pelo que certamente nos marcará ao longo dos próximos 12 meses.


    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:

    Catch 22, Joseph Heller
    Ulisses , James Joyce
    A world beneath the sands, Toby Wilkinson
    Atatürk, Andrew Mango
    The Histories, Herodotus

    Ulisses , James Joyce
    A world beneath the sands, Toby Wilkinson
    Atatürk, Andrew Mango
    The Histories, Herodotus



    CRONOLOGIA DA MÍSTICA DO 22:

    A.C:
    522 Início do reinado de Dário, um dos grandes da Dinastia dos Aqueménidas da Pérsia

    322 Morte de Aristóteles (dispensa apresentações)
     
    D.C.:
    622 Hégira: fuga de Maomé para Medina e o ano a partir do qual começa o calendário muçulmano

    722 Batalha de Covadonga (? c. 718-725) e vitória do Rei Pelágio que simboliza o início da Reconquista

    1422 Morte do Rei Henrique V de Inglaterra (o herói da batalha de Agincourt em 1415)

    1522 Martinho Lutero está a trabalhar na sua tradução da Bíblia e termina o Novo Testamento, sendo que a tradução completa seria impressa em 1534: 
    https://www.bl.uk/collection-items/luther-bible
    Primeira Circum-navegação por Fernão de Magalhães terminada por Juan Sebastián de Elcano

    1622 Armand-Jean du Plessis passa a Cardeal Richelieu

    1822 Independência do Brasil e Jean-François Champollion decifra os hieróglifos

    1922Independência do Estado Livre da Irlanda 
    Travessia aérea do Atlântico Sul pelos portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral
    Descoberta do Túmulo de Tutankhamon numa expedição liderada por Howard Carter
    Fundação oficial da URSS e Marcha sobre Roma de Benito Mussolini
    Publicação de Ulysses de James Joyce

    1922-1923:Vitória das forças lideradas por Kemal Ataturk, abolição do Sultanato e Formação da República da Turquia


    BIOS

    RAQUEL VAZ-PINTO
    É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
    Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
    Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
    É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian. 

    PEDRO VIEIRA 
    Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
    Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
    É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
    Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã. 

    53 min
  • EP 38 | SOCIEDADE I A ficção tem impacto na vida real?

    O tema da violência no cinema e nas séries de televisão, e a sua repercussão na realidade não é de análise fácil. Muito se discute sobre o assunto e, quando se referem os públicos mais jovens, as opiniões podem ganhar contornos extremistas. Que o diga a tão famosa série coreana do momento. Mas a pergunta impõe-se: que impacto tem a ficção na vida real? De que modo pode interferir no desenvolvimento dos mais novos?
    Neste episódio [IN] PERTINENTE, Rui Costa Lopes partilha com Ana Markl o gosto pelo cinema e juntos discutem alguns estudos sobre o assunto. No dia que fecha o ano de 2021 vale a pena ouvir e reflectir sobre o assunto.

    REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
    Sobre o impacto de conteúdos violentos nas crianças:
    https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1111/j.1529-1006.2003.pspi_1433.x

    Teoria de Aprendizagem Social (Bandura):
    https://www.simplypsychology.org/bandura.html#:~:text=Social%20learning%20theory%2C%20proposed%20by,and%20emotional%20reactions%20of%20others.&text=Behavior%20is%20learned%20from%20the%20environment%20through%20the%20process%20of%20observational%20learning

    Durkheim e a utilidade do desvio e da violência:
    https://www.tutor2u.net/sociology/reference/durkheim-on-deviance

    Porque gostamos de vilões?
    https://medium.com/invisible-illness/the-psychology-behind-why-we-love-villains-820bc5867bf2#:~:text=Travis%20Langley%20of%20Wired%20tells,as%20well%20as%20our%20good

    Fresh start Effect
    https://psychologycompass.com/blog/reaching-goals/

    Modelo Transteórico de Mudança
    https://amenteemaravilhosa.com.br/modelo-transteorico-de-mudanca/

    Approach and Avoidance, artigo da Plos One
    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33296385/

    Filmes e Séries:
    Squid Game
    https://www.netflix.com/pt/title/81040344

    Succession
    https://hboportugal.com/search/succession

    Os Sopranos
    https://hboportugal.com/search/the-sopranos

    The Wire
    https://hboportugal.com/search/the-wire

    Madmen
    https://www.imdb.com/title/tt0804503/?ref_=nv_sr_srsg_0

    Natural Born Killers
    https://en.wikipedia.org/wiki/Natural_Born_Killers

    Trainspotting
    https://en.wikipedia.org/wiki/Natural_Born_Killers

    American Psycho
    https://www.imdb.com/title/tt0144084/

    O Padrinho
    https://hboportugal.com/filmes/o-padrinho

    Taxi Driver
    https://www.imdb.com/title/tt0075314/

    BIOS
    ANA MARKL
    Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.

    RUI COSTA LOPES
    Rui Costa Lopes (n. 1981) é psicólogo social. Trabalha como Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) e Professor Convidado na Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorado em Psicologia Social (ISCTE, 20009) e com Pós-Doutoramento entre os Países Baixos e Lisboa (ICS-UL), desenvolve pesquisa no âmbito de projectos de investigação e de consultoria em tópicos como relações entre grupos, normas sociais e atitudes sociais e políticas. A sua pesquisa tem sido publicada em revistas como o European Journal of Social Psychology e Frontiers in Psychology. Vive em Lisboa com a mulher e dois filhos.

    57 min

About Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente

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