
Sign up to save your podcasts
Or

![Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
Seja feita justiça: refiram-se muitas das Senhoras que fizeram a diferença na política do mundo e nos direitos das próprias mulheres.
Da Antiguidade aos dias de hoje, muitas são aquelas cuja obra não é conhecida por completo ou divulgada na sua verdadeira amplitude.
Raquel Vaz Pinto e Pedro Vieira fazem uma viagem de cinquenta minutos por muitos cantos da História e trazem à luz todas aquelas de quem não se fala tanto (ou se fala demasiado pouco) mas que merecem referência pelo papel extraordinário que desempenharam para que a igualdade de género se vá tornando uma realidade. Ambos lamentam tantas que ficaram de fora; quem sabe o sucesso deste episódio não traga mais um em que ambos possam acrescentar mais ‘Senhoras, primeiro’.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Women & Power, Mary Beard
Portuguesas Extraordinárias, Maria do Rosário Pedreira
Uma vindicação dos direitos das mulheres, Mary Wollstonecraft
The Histories, Herodotus
A Rainha Pirata, Susan Ronald
On the subjection of women, John Stuart Mill
Novas cartas portuguesas, Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, MariaVelho da Costa
Carta de Eleanor Roosevelt à Presidente da Daughters of the American Revolution (DAR):
https://www.archives.gov/exhibits/american_originals/eleanor.html
Greece vs Rome, with Boris Johnson and Mary Beard:
https://www.youtube.com/watch?v=2k448JqQyj8
Elizabeth:
https://www.imdb.com/title/tt0127536/
Três Mulheres:
https://www.imdb.com/title/tt7276352/
YPJ:
https://thekurdishproject.org/history-and-culture/kurdish-women/ypj/
Ngozi Okonjo-Iweala:
https://en.wikipedia.org/wiki/Ngozi_Okonjo-Iweala
BIOS
RAQUEL VAZ PINTO
É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA
Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
Falemos de soluções para o ambiente e para as alterações climáticas:
Abolir o plástico é uma solução?
Sim, mas também não.
Os carros eléctricos são melhor que os que usam gasolina ou gasóleo?
Depende.
É preferível consumir soja e deixar de lado a carne?
Não é linear.
Ana Markl e Rui Costa Lopes arrancam este episódio com um aviso à navegação: se se quer abordar este tema com seriedade e sobretudo com argumentos que provêem de factos, há que conhecer todos os lados da equação. E nem sempre aquilo que mais se diz ou pratica, conta a história toda. Venha ouvir e depois tente responder ao que perguntámos mais atrás.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Temporal discounting:
https://www.behavioraleconomics.com/resources/mini-encyclopedia-of-be/time-temporal-discounting/
‘Dilema do prisioneiro’ e o ambiente:
https://blogs.cornell.edu/info2040/2012/09/24/prisoners-dilemma-and-the-environment/
Joana Guerra Tadeu, ‘A Ambientalista Imperfeita’
https://www.instagram.com/joanaguerratadeu/?hl=en
Documentário de Leonardo di Caprio:
Before the flood
https://www.netflix.com/title/80141928
Moral Licensing:
https://productiveclub.com/moral-licensing/
Eco-Modernismo:
https://veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/o-manifesto-eco-modernista-so-com-tecnologia-seremos-capazes-de-proteger-a-natureza-8221/
Eco-Ansiedade:
https://www.iberdrola.com/social-commitment/what-is-ecoanxiety
Doomers:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Doomer
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
RUI COSTA LOPES
Rui Costa Lopes (n. 1981) é psicólogo social. Trabalha como Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) e Professor Convidado na Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorado em Psicologia Social (ISCTE, 20009) e com Pós-Doutoramento entre os Países Baixos e Lisboa (ICS-UL), desenvolve pesquisa no âmbito de projectos de investigação e de consultoria em tópicos como relações entre grupos, normas sociais e atitudes sociais e políticas. A sua pesquisa tem sido publicada em revistas como o European Journal of Social Psychology e Frontiers in Psychology. Vive em Lisboa com a mulher e dois filhos.
A pandemia mudou a nossa forma de trabalhar em poucas semanas, a evolução tecnológica avança hoje a uma velocidade galopante, num ritmo que em nada se compara (e muito menos se assemelha) ao das revoluções anteriores, relativas ao mundo do trabalho.
Como se vai alterar a nossa vida profissional? Serão as mudanças introduzidas pela Inteligência Artificial, as únicas? Cátia Batista fala de diferentes perspectivas e refere oportunidades, mostrando a Hugo van der Ding o lado mais positivo de toda esta aceleração.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Rendimento Básico Incondicional
https://basicincome.stanford.edu/
https://www.vox.com/future-perfect/2020/2/19/21112570/universal-basic-income-ubi-map
https://www.vox.com/2016/4/14/11410904/givedirectly-basic-income
Molina et al (2019). Long-Term Impacts of Conditional Cash Transfers: Review of the Evidence.
https://academic.oup.com/wbro/article/34/1/119/5492445
Ozler 2020. Conditional vs Unconditional Cash Transfers
https://blogs.worldbank.org/developmenttalk/how-should-we-design-cash-transfer-programs
BIOS
CÁTIA BATISTA
Cátia Batista é Professora Associada de Economia, e Fundadora e Directora Científica do centro de investigação NOVAFRICA, na Nova School of Business and Economics. Doutorada pelo Departamento de Economia da Universidade de Chicago, licenciou-se também em Economia na Universidade Católica Portuguesa. Obteve a Agregação em Economia Internacional na Universidade Nova de Lisboa. Tem sido professora regente de cursos de macroeconomia, desenvolvimento económico e economia internacional nas Universidades de Chicago, Oxford, Notre Dame e Trinity College Dublin. Trabalhou no Fundo Monetário Internacional e na Universidade Católica Portuguesa. Actualmente, tem afiliações enquanto investigadora nos centros CReAM (London, UK), IZA (Bonn, Germany) e JPAL Europe (Paris, France), e foi Consultora para o Banco Mundial e para o IGC (International Growth Center, baseado na London School of Economics).
HUGO VAN DER DING
Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
Os seres humanos estão a contribuir activa, vivamente (e alegremente) para acabar com o mundo.
Um meteorito pode explodir com o planeta.
A Terra pode ser engolida por um buraco negro.
O Sol pode, um dia, dar cabo de nós.
A Joana Marques foi provocando em todos os episódios anteriores, mas neste é que é: o Vítor Cardoso vai explicar as muitas maneiras de como o nosso mundo pode acabar; e atenção que não estamos a falar do nosso ‘mundinho’ mas sim deste planeta que nos alberga, alimenta e dá vida. Senhoras e Senhores, sejam bem vindos ao episódio mais animador desta temporada do [IN] Pertinente: sejam bem vindos ao fim do mundo.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Sir Martin Rees and Sandra Faber at the APS meeting 2021:
https://meetings.aps.org/Meeting/APR21/Session/X06
The Planetary Air Leak, David C. Catling and Kevin J. Zahnle, Scientific American, May 2009, p. 26 (accessed 25 July 2012)
A Many-Colored Glass: Reflections on the Place of Life in the Universe, Freeman Dyson, (Page-Barbour Lectures)
Time without end: Physics and biology in an open universe, Freeman J. Dyson, Rev. Mod. Phys. 51, 447 (1979)
Passenger pigeon:
https://www.audubon.org/birds-of-america/passenger-pigeon
BIOS
JOANA MARQUES
Nasceu em Lisboa em 1986. Toda a gente sabe que os nativos do signo Virgem são fadados para o sucesso. Infelizmente Joana é Capricórnio e não percebe nada de astrologia. Quando era mais pequena (ainda) queria ser pintora, felizmente mudou de ideias entretanto, já que o talento que tem agora para pintar é o mesmo que tinha aos seis anos, quando desejava ser a nova Paula Rêgo. Assim que começou a aprender a escrever percebeu que o “foturo paçaria pur aí”, depois aprendeu que se escrevia “futuro passaria por aí” e nunca mais ninguém a parou. Começou a trabalhar como guionista em 2007, chegou à rádio em 2012, à maternidade em 2016 e 2020, e espera demorar ainda muito a chegar à reforma. Até lá, não segue o carpe diem porque isso de viver cada dia como se fosse o último parece perigoso. Gosta de viver cada dia como se fosse o primeiro, e observar o mundo como se tivesse acabado de cá aterrar.
VÍTOR CARDOSO
Vítor Cardoso é Físico Teórico no CENTRA, professor Catedrático e Presidente do Departamento de Física do Instituto Superior Técnico. Os seus interesses de investigação incidem sobre astrofísica e gravitação, em particular a física do espaço-tempo curvos, ondas gravitacionais e buracos negros. É autor de um livro e de cerca de 200 artigos publicados em revistas internacionais. A sua investigação foi distinguida duas vezes pelo European Research Council. Em 2015 o Presidente da República concedeu-lhe a Ordem de Santiago D’Espada, pelas suas contribuições para a ciência. Neste momento, é líder do GWverse, um consórcio internacional de mais de 30 países e centenas de cientistas, que se dedica ao estudo de ondas gravitacionais e buracos negros. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Relatividade e Gravitação.
O terror torna-nos vulneráveis, reduz-nos à nossa fragilidade.
O terrorismo condiciona a forma como olhamos o vizinho, passeamos na rua, vemos o futebol, assistimos a um concerto.
O terror e o terrorismo deixaram marcas profundas em gerações como as que viveram a ETA, as Brigadas Vermelhas, o IRA, o 9 de Setembro, o Daesh e agora, certamente, novas gerações serão afectadas pelo que se está a passar no Afeganistão.
No ano em que se celebram os 20 anos dos ataques às torres gémeas de Nova Iorque, Raquel Vaz Pinto e Pedro Vieira fazem ressoar esses acontecimentos na nossa memória, estabelecendo pontes com os últimos acontecimentos do presente e remontando às suas origens na antiguidade.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
A torre do desassossego, Lawrence Wright
Coleccção Astérix o Gaulês, Goscinny et Uderzo
The lesser evil, Michael Ignatieff
Uma história da ETA, Diogo Noivo
Afghanistan, a cultural and political History, Thomas Barfield
Terrorism, A very short introduction, Charles Townshend
Our world in data:
https://ourworldindata.org/terrorism
A ganha-pão:
https://www.imdb.com/title/tt3901826/
Zero Dark Thirty:
https://www.imdb.com/title/tt1790885/?ref_=nv_sr_srsg_0
A vida de Brian:
https://www.netflix.com/pt/title/699257
Michael Collins:
https://www.imdb.com/title/tt0117039/
The Americans:
https://www.primevideo.com/dp/0OFMNAW7T7CZCNEGYSP538PNL2?gclsrc=aw.ds&&ref=dvm_pds_tit_PT_lb_s_g_zzz_RGQHzhysc_c511269891790&gclid=CjwKCAjwxo6IBhBKEiwAXSYBs6NohAesoI6QalS9xbzZyyp97CDMY5cxK1SOxxDB2CAOzijho860MRoCI2MQAvD_BwE
Kalifat:
https://www.netflix.com/pt/title/80240005
BIOS
RAQUEL VAZ PINTO
É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA
Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
Achamos que estão perdidos.
Achamos que são mal-educados.
Achamos que são consentidos.
Achamos que não têm interesse por nada.
Achamos que são viciados em tecnologia.
É assim em todas as gerações: os nossos pais já diziam isso de nós e os nossos avós pensavam o mesmo dos nossos pais. Mas aquilo de que nos esquecemos é que os adolescentes têm razões para os seus comportamentos: muitos deles explicam-se biologicamente, outros são fruto da época em que nasceram. A diferença está em que agora podemos conhecer as causas e talvez assim encontrar melhores soluções. Venha ouvi-las pela boca da Ana Markl e do Rui Costa Lopes.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Sarah-Jayne Blakemore e o cérebro adolescente:
https://www.youtube.com/watch?v=6zVS8HIPUng
Para contactos de terapeutas familiares:
https://sptf.pt/
Dados sobre Bullying na adolescência:
https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/4948/adolescentes-as-suas-vidas-o-seu-futuro
Sobre os mitos das motivações do bully:
https://www.psychologytoday.com/us/blog/intense-emotions-and-strong-feelings/201010/do-bullies-actually-lack-empathy
https://www.psychologytoday.com/us/blog/intense-emotions-and-strong-feelings/201010/do-bullies-really-have-low-self-esteem
Ferramentas para lidar com o bullying - Rute Agulhas:
https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/rute-agulhas/um-por-todos-todos-contra-o-bullying-12950149.html
Internet Game addiction no DSM:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5520128/
Ivone Patrão e as férias digitais:
https://www.jn.pt/nacional/telefone-nao-toma-banho-nao-come-e-nao-dorme-mas-precisa-de-ferias-13898555.html
Not a Game:
https://www.netflix.com/title/81405383
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
RUI COSTA LOPES
Rui Costa Lopes (n. 1981) é psicólogo social. Trabalha como Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) e Professor Convidado na Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorado em Psicologia Social (ISCTE, 20009) e com Pós-Doutoramento entre os Países Baixos e Lisboa (ICS-UL), desenvolve pesquisa no âmbito de projectos de investigação e de consultoria em tópicos como relações entre grupos, normas sociais e atitudes sociais e políticas. A sua pesquisa tem sido publicada em revistas como o European Journal of Social Psychology e Frontiers in Psychology. Vive em Lisboa com a mulher e dois filhos.
De que serve testar políticas económicas sem avaliar o seu impacto?
Como sabemos se uma solução económica é verdadeiramente uma solução sem a testarmos e medirmos os resultados, antes de a lançar em grande escala?
As políticas económicas devem ser testadas mas também avaliadas, exactamente como se faz na ciência, com os medicamentos. Mais uma vez, Cátia Baptista responde à curiosidade de Hugo Van Der Ding e fala da sua experiência de campo, relatando estudos cujos resultados são surpreendentes.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Bah et al (2021). Information gaps and irregular migration to Europe
https://novafrica.org/research/information-gaps-and-irregular-migration/
Haushofer et al. (2018) Improving Economic and Psychological Well-being through Unconditional Cash Transfers in Kenya
https://blogs.worldbank.org/impactevaluations/maybe-money-can-buy-happiness
https://www.povertyactionlab.org/evaluation/improving-economic-and-psychological-well-being-through-unconditional-cash-transfer
http://globaldev.blog/blog/intentions-gambian-youth-migrate-europe-effects-covid-19
CÁTIA BATISTA
Cátia Batista é Professora Associada de Economia, e Fundadora e Directora Científica do centro de investigação NOVAFRICA, na Nova School of Business and Economics. Doutorada pelo Departamento de Economia da Universidade de Chicago, licenciou-se também em Economia na Universidade Católica Portuguesa. Obteve a Agregação em Economia Internacional na Universidade Nova de Lisboa. Tem sido professora regente de cursos de macroeconomia, desenvolvimento económico e economia internacional nas Universidades de Chicago, Oxford, Notre Dame e Trinity College Dublin. Trabalhou no Fundo Monetário Internacional e na Universidade Católica Portuguesa. Actualmente, tem afiliações enquanto Investigadora nos centros CReAM (London, UK), IZA (Bonn, Germany) e JPAL Europe (Paris, France), e foi Consultora para o Banco Mundial e para o IGC (International Growth Center, baseado na London School of Economics).
HUGO VAN DER DING
Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
O Viagra foi descoberto por causa de um falhanço.
As bolas de bilhar deixaram de ser de marfim por causa de outro.
Os post-its, idem, idem, aspas, aspas.
E, por incrível que pareça, a grande maioria dos sucessos da Ciência devem-se a rotundos e frequentes fracassos.
Nesta conversa, o Vítor Cardoso confessa alguns falhanços e espicaça a Joana Marques a falar dos seus. Pelo caminho, ficamos a conhecer muitas conquistas importantes da ciência que mudaram o mundo e as nossas vidas, todas graças a um ou vários… "tiros no pé".
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
The failed experiment that changed the world
https://www.forbes.com/sites/startswithabang/2017/04/21/the-failed-experiment-that-changed-the-world/
The post billiards age:
https://99percentinvisible.org/episode/the-post-billiards-age/
Man who might have won the Nobel Prize:
https://www.insidescience.org/news/man-who-might-have-won-nobel-prize
Post-it:
https://www.moma.org/collection/works/4720
https://www.moma.org/learn/moma_learning/art-fry-and-spencer-silver-post-it-note-1977/
Before you pop that Tylenol, tune uno this podcast (minuto 7:15):
https://www.statnews.com/2016/06/16/tylenol-drugs-signal-podcast/
Lessons from cold fusion, 30 years on:
https://www.nature.com/articles/d41586-019-01673-x
Hunt for Vulcan:
https://www.pbs.org/wgbh/nova/article/hunt-for-vulcan/
Why everyone went wild goose-chase looking planet Vulcan:
https://www.smithsonianmag.com/smart-news/why-everyone-went-wild-goose-chase-looking-planet-vulcan-180964822/
Le Verrier:
http://expositions.obspm.fr/leverrier/Le-Verrier/neptune/p6-mercure.html
https://bibnum.obspm.fr/ark:/11287/1wk9Q
The Works of H. G. Wells, H. G. Wells
BIOS
JOANA MARQUES
Nasceu em Lisboa em 1986. Toda a gente sabe que os nativos do signo Virgem são fadados para o sucesso. Infelizmente Joana é Capricórnio e não percebe nada de astrologia. Quando era mais pequena (ainda) queria ser pintora, felizmente mudou de ideias entretanto, já que o talento que tem agora para pintar é o mesmo que tinha aos seis anos, quando desejava ser a nova Paula Rêgo. Assim que começou a aprender a escrever percebeu que o “foturo paçaria pur aí”, depois aprendeu que se escrevia “futuro passaria por aí” e nunca mais ninguém a parou. Começou a trabalhar como guionista em 2007, chegou à rádio em 2012, à maternidade em 2016 e 2020, e espera demorar ainda muito a chegar à reforma. Até lá, não segue o carpe diem porque isso de viver cada dia como se fosse o último parece perigoso. Gosta de viver cada dia como se fosse o primeiro, e observar o mundo como se tivesse acabado de cá aterrar.
VÍTOR CARDOSO
Vítor Cardoso é Físico Teórico no CENTRA, professor Catedrático e Presidente do Departamento de Física do Instituto Superior Técnico. Os seus interesses de investigação incidem sobre astrofísica e gravitação, em particular a física do espaço-tempo curvos, ondas gravitacionais e buracos negros. É autor de um livro e de cerca de 200 artigos publicados em revistas internacionais. A sua investigação foi distinguida duas vezes pelo European Research Council. Em 2015 o Presidente da República concedeu-lhe a Ordem de Santiago D’Espada, pelas suas contribuições para a ciência. Neste momento, é líder do GWverse, um consórcio internacional de mais de 30 países e centenas de cientistas, que se dedica ao estudo de ondas gravitacionais e buracos negros. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Relatividade e Gravitação.
Contam-se com a música de Jimi Hendrix e as odes à classe trabalhadora de Bruce Springsteen.
Contam-se falando do lugar que vira muitas coisas ao contrário: republicanos que preferem o encarnado e são chamados de elefantes, democratas que preferem o azul e recebem o nome de burros.
Contam-se compreendendo uma nação que se construiu assumidamente com ferro, fogo e lágrimas, na qual a religião funciona como “cola da sociedade” e a antiguidade clássica uma referência.
Se há país que a Raquel Vaz Pinto conhece do avesso e do direito, são os Estados Unidos da América. E o Pedro Vieira não lhe fica atrás na curiosidade em querer compreender um dos países mais poderosos do mundo, fascinante pelas suas contradições. Vale muito a pena ouvir.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
O regresso da América, Viriato Soromenho Marques
A revolução federal, Viriato Soromenho Marques
Razão e liberdade, José Gomes André
Polybius, The Histories, a new translation by Robin Waterfield, Oxford World’s Classics
The poems of Emma Lazarus
The rise and fall on Athens: nine greek lives , Plutarch, Penguin Classics
The Origins of American Constitutionalism, Donald Lutz, Louisiana State University Press, 1988, p.142
As memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar
Cartoons the Thomas Nast: https://maccullochhall.org/collections/the-thomas-nast-collection/
Martin Luther King:
"I have a dream that one day every valley shall be exalted, every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight, and the glory of the Lord shall be revealed, and all flesh shall see it together.
This is our hope. This is the faith that I go back to the South with. With this faith, we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope. With this faith we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day.
This will be the day when all of God's children will be able to sing with new meaning: My country, 'tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing. Land where my fathers died, land of the pilgrims' pride, from every mountainside, let freedom ring."
https://www.npr.org/2010/01/18/122701268/i-have-a-dream-speech-in-its-entirety
BIOS
RAQUEL VAZ PINTO
É Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos.
Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo- Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia.
É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA
Pedro Vieira nasceu em Lisboa, em 1975.
Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3.
É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors.
Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
A desigualdade de género (ainda) existe?
Neste assunto, Portugal está na cauda ou na dianteira da Europa?
O Feminismo é Machismo ao contrário?
Deviam mulheres e homens estar já contentes com o estado da igualdade de género?
Vamos dizê-lo com todas as letras: a desigualdade de género ainda existe e há muito por fazer para que a mudança de mentalidades se produza. Não é uma opinião nossa mas antes uma demonstração de facto que o Rui Costa Lopes faz, de viva voz, respondendo a todas as perguntas da Ana Markl.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Estudo FFMS Anália Torres:
https://www.ffms.pt/publicacoes/grupo-estudos/2601/igualdade-de-genero-ao-longo-da-vida
Gender equality index:
https://eige.europa.eu/gender-equality-index/2020/IT
Global Gender Gap Index:
https://www.statista.com/statistics/244387/the-global-gender-gap-index/
Bechdel Test:
https://en.wikipedia.org/wiki/Bechdel_test
European Values Study:
https://gulbenkian.pt/noticias/european-values-study-quais-os-valores-dos-portugueses/
Mansplaining:
https://www.bbc.com/worklife/article/20180727-mansplaining-explained-in-one-chart
Os homens também choram:
https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/5414/os-homens-tambem-choram-historias-da-nova-masculinidade
Livro Branco: Homens e Igualdade de género
https://repositorio.ul.pt/handle/10451/26649
Feminists: what were they thinking?
https://www.netflix.com/title/80216844
Mad men:
https://www.theguardian.com/tv-and-radio/2013/apr/05/what-mad-men-says-about-women
BIOS
ANA MARKL
Ana Markl nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
RUI COSTA LOPES
Rui Costa Lopes (n. 1981) é psicólogo social. Trabalha como Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) e Professor Convidado na Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorado em Psicologia Social (ISCTE, 20009) e com Pós-Doutoramento entre os Países Baixos e Lisboa (ICS-UL), desenvolve pesquisa no âmbito de projectos de investigação e de consultoria em tópicos como relações entre grupos, normas sociais e atitudes sociais e políticas. A sua pesquisa tem sido publicada em revistas como o European Journal of Social Psychology e Frontiers in Psychology. Vive em Lisboa com a mulher e dois filhos.
From the publisher's feed
4 comunicadores, 4 especialistas, 4 temas - Economia, Sociedade, Política e Ciência -, todas as semanas no [IN] Pertinente. Um confronto bem disposto entre a curiosidade e o saber. Porque quando há…

12 Listeners

8 Listeners

16 Listeners

6 Listeners

19 Listeners

86 Listeners

20 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

8 Listeners

29 Listeners

4 Listeners

1 Listeners

3 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

9 Listeners