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![Fundação (FFMS) - [IN]Pertinente](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
O populismo está na ordem do dia. Está ou sempre esteve, à espreita da oportunidade certa para ressurgir e fazer das suas? Mas, afinal, o que é isto do populismo? Como se distingue do fascismo e da demagogia? Quem foram os grandes populistas da história cuja marca nos faz recear os que vemos surgir nos dias de hoje? Numa viagem que começa na antiguidade e atravessa períodos significativos da História da Humanidade, Raquel Vaz-Pinto e Pedro Vieira detectam os sintomas do populismo actual, no mundo e no nosso país.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Citação de Tucidides - Livro III: LXXXII-LXXXIII «Mesmo as palavras tinham de mudar o seu sentido habitual e adaptarem-se ao que se pensava ser próximo das suas necessidades. Audácia já irracional passou a ser considerada como coragem fiel; hesitação prudente, refinada cobardia; (…) ter visão global das coisas , correspondia a ser incompetente em tudo. Avançar freneticamente e de cabeça, era considerado digno de um verdadeiro homem; querer decidir com segurança, não passava de pretexto bem-falante para se escusar (…) O que era comportamento civilizado, do qual fazia parte algum sentimento nobre, era objecto de troça e desapareceu, enquanto a sociedade ficava dividida entre si em toda e qualquer opinião., sem que confiasse em ninguém. (…) Eram pois os que careciam de visão apropriada que levavam a melhor. Por temerem as suas próprias deficiências e a capacidade dos seus adversários, para que se não vissem inferiorizados nos debates e para evitar que não fossem surpreendidos pela habilidade e análise dos outros, precipitavam-se com temeridade na acção. A parte contrária pensava com arrogância que conseguiria saber tudo com antecedência e que de forma alguma era necessário recorrer à acção, mas sim ao que a análise dos factos providenciava, foi vítima frequentemente de não se ter prevenido.»
Populismo, Cas Mudde
Generais Romanos, os Homens que construíram o Império Romano, Adrian Goldsworthy
Caesar. The Life of a Colossus, Adrian Goldsworthy
Julius Caesar, William Shakespeare
O Outono do Patriarca, Gabriel Garcia Marquez
Peaky Blinders https://www.netflix.com/pt-en/title/80002479
The Newsroom https://hboportugal.com/series/the-newsroom
RAQUEL VAZ-PINTO É investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e prof. auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos. Foi presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais «A Grande Muralha» e o «Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos» (Tinta da China) e «Os Portugueses e o Mundo» (Fundação Francisco Manuel dos Santos). Os seus interesses de investigação são política externa e estratégia chinesa; os EUA e o Indo Pacífico; a Europa e o mundo; e liderança e estratégia. É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Científica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA nasceu em Lisboa, em 1975. Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, actualmente, guionista e pivô do programa «O Último Apaga a Luz» da RTP3. É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors. Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
Será que os beijos e abraços estão em vias de extinção? Será que o estilo das máscaras nos vai tornar mais (ou menos) atraentes? Quais serão os novos critérios de sedução? A pandemia mudou as nossas interacções: essa mudança está para ficar ou o ser humano tem memória curta? Desafiado por Ana Markl, Rui Costa Lopes traz dados surpreendentes sobre como vivemos os dois confinamentos e o que podemos esperar para depois.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Heurística da disponibilidade: Availability: A heuristic for judging frequency and probability. Cognitive psychology, 5(2), 207-232, Tversky, A., & Kahneman, D. (1973)
Better than average effect: The better-than-average effect. The self in social judgment, 1, 85-106, Alicke, M. D., & Govorun, O. (2005).
Negligência do denominador: Numeracy, ratio bias, and denominator neglect in judgments of risk and probability. Learning and individual differences, 18(1), 89-107. Reyna, V. F., & Brainerd, C. J. (2008).
Estudo sobre primeiro confinamento: https://www.ics.ulisboa.pt/docs/RelatorioInqueritoICSISCTE.pdf
Fear Of Dating Again (F.O.D.A.): https://www.publico.pt/2021/03/05/p3/noticia/beijar-alguem-significar-contrair-virus-medo-solidao- 1953088?fbclid=IwAR0Rs_g-eUiiBVLZNqmQSg5CzK3uePM4iEleLSsNQxKt5SU1naSU0aL7EeA
Colectivismo e obediência: https://bmcpublichealth.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12889-020-09674-6
Estudo Universidade do MInho: https://www.publico.pt/2021/04/22/ciencia/noticia/confinamento-2021-sofrimento-menos-obsessao- 1959465
ANA MARKL nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
RUI COSTA LOPES (n. 1981) é psicólogo social. Trabalha como Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) e professor convidado na Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorado em Psicologia Social (ISCTE, 20009) e com Pós-Doutoramento entre os Países Baixos e Lisboa (ICS-UL), desenvolve pesquisa no âmbito de projectos de investigação e de consultoria em tópicos como relações entre grupos, normas sociais e atitudes sociais e políticas. Tem publicado em revistas como o European Journal of Social Psychology e Frontiers in Psychology.
Fala-se das ameaças à sobrevivência do planeta. Reforçam-se os discursos da reciclagem. Aponta-se o dedo aos países que mais poluem. Porém, que alternativas globais existem para garantir a sustentabilidade da Terra? Será que o ‘decrescimento’ dos países, o tão famoso degrowth, é a solução? O Hugo van der Ding fez perguntas pertinentes, a Cátia Batista explicou, e ainda indicou outras soluções nas quais todos podemos ter um papel activo.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Curva de Kuznetz: https://www.sciencedirect.com/topics/earth-and-planetary-sciences/environmental-kuznets-curve
Simon Kuznets definition: https://www.investopedia.com/terms/s/simon-kuznets.asp
Spillover Effect: https://corporatefinanceinstitute.com/resources/knowledge/other/spillover-effect/
Net Zero: https://www.nationalgrid.com/stories/energy-explained/what-is-net-zero
US factories are polluting less but regulation rollbacks threaten air quality: https://blogs.lse.ac.uk/usappblog/2019/03/02/us-factories-are-polluting-less-but-regulation-rollbacksthreaten-air-quality/
Four years after declaring war on pollution China is winning: https://epic.uchicago.cn/news/new-york-times-four-years-after-declaring-war-on-pollution-china-iswinning/
Is mobile money changing rural landscape? Evidence from Mozambique: https://voxdev.org/topic/finance/mobile-money-changing-rural-landscape-evidence-mozambique
CÁTIA BATISTA é professora Associada de Economia, e fundadora e directora Científica do centro de investigação NOVAFRICA, na Nova School of Business and Economics. Doutorada pelo Departamento de Economia da Universidade de Chicago, licenciou-se também em Economia na Universidade Católica Portuguesa (UCP). Obteve a Agregação em Economia Internacional na Universidade Nova de Lisboa. Tem sido professora regente de cursos de macroeconomia, desenvolvimento económico e economia internacional nas Universidades de Chicago, Oxford, Notre Dame e Trinity College Dublin. Trabalhou no Fundo Monetário Internacional e na UCP. Actualmente, tem afiliações, enquanto investigadora, nos centros CReAM (London, UK), IZA (Bonn, Germany) e JPAL Europe (Paris, France), e foi consultora para o Banco Mundial e para o IGC (International Growth Center, baseado na London School of Economics).
HUGO VAN DER DING Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
Sabia que as bandas de Heavy Metal roubaram o estilo aos cientistas? Sabia que a matemática é a linguagem de tudo o que nos rodeia? Sabia que o Einstein afinal era bom aluno, tinha (também) mau humor e não recebeu o Nobel pela Teoria da Relatividade? Sabia que os buracos negros não têm efectivamente cabelo? A Joana Marques, com a ajuda do Vítor Cardoso, ficou a saber tudo isto e muito mais.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
Metropolis: https://www.imdb.com/title/tt0017136/
A Possible Failure of Determinism in General Relativity, Harvey Reall: https://physics.aps.org/articles/v11/6
The unreasonable effectiveness of mathematics, Eugene Wigner:
https://www.maths.ed.ac.uk/~v1ranick/papers/wigner.pdf
Visualização de buracos negros:
https://earthsky.org/space/black-hole-visualization-from-side-schnittman-goddard
A ciência em Portugal: https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/36/a-ciencia-em-portugal
Limites da ciência: https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/874/limites-da-ciencia
Portugal e o espaço: https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/1186/portugal-e-o-espaco
A ciência no século XXI, oportunidades e ameaças
https://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/2331/a-ciencia-no-seculo-xxi-oportunidades-eameacas
The hole picture, Vitor Cardoso, Nature Physics Reviews 2019
https://www.nature.com/articles/s42254-019-0119-2?proof=t
Nature Astronomy, edição de Janeiro 2019, sobre buracos negros
https://www.nature.com/collections/dbechdjfig
JOANA MARQUES
Nasceu em Lisboa em 1986. Toda a gente sabe que os nativos do signo Virgem são fadados para o sucesso. Infelizmente Joana é Capricórnio e não percebe nada de astrologia. Quando era mais pequena queria ser pintora, felizmente mudou de ideias. Assim que começou a aprender a escrever percebeu que o “foturo paçaria pur aí”, depois aprendeu que se escrevia “futuro passaria por aí” e nunca mais parou. Começou a trabalhar como guionista em 2007, chegou à rádio em 2012, à maternidade em 2016 e 2020. Gosta de viver cada dia como se fosse o primeiro, e observar o mundo como se tivesse acabado de cá aterrar.
VÍTOR CARDOSO
Vítor Cardoso é Físico Teórico no CENTRA, professor Catedrático e presidente do Departamento de Física do Instituto Superior Técnico. A sua investigação incide sobre astrofísica e gravitação, em particular a física do espaço-tempo curvos, ondas gravitacionais e buracos negros. Publicou um livro e cerca de 200 artigos em revistas internacionais. A sua investigação foi distinguida 2 vezes pelo European Research Council. Em 2015, recebeu a Ordem de Santiago D’Espada, pelas suas contribuições para a ciência. Lidera o GWverse, um consórcio internacional de mais de 30 países e centenas de cientistas, dedicado ao estudo de ondas gravitacionais e buracos negros. É&
Os golpes de estado já não se fazem com generais de bigode e óculos escuros mas antes devagarinho, paulatinamente, até que a democracia se desvaneça. As novas gerações não têm memória de ditaduras. As tecnologias estão aí, também para o mal. A democracia está em risco: os factos que Pedro Vieira e Raquel Vaz Pinto contam sobre o assunto estão aqui para quem os quiser ouvir.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS
The Subjugation of Women in On Liberty and other essays, John Stuart Mill
How Democracies die, what history reveals about our future, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt
On Tyranny, Twenty lessons from the Twentieth Century, Timothy Snyder
1984, George Orwell
O triunfo dos porcos, George Orwell
The Digital Dictators, Andrea Kendall-Taylor, Erica Frantz e Joseph Wright, in Foreign Affairs, vol. 99, n. 2, Março/Abril 2020, pp. 103-115.
Qualidade da Democracia em Portugal, Conceição Pequito
Confiança nas Instituições Políticas, Ana Maria Belchior
O Regresso das Ditaduras, António Costa Pinto
Democracia em sobressalto (Revista XXI nº 7)
Cultura política e democracia, coordenado por Tiago Fernandes
Freedom House
RAQUEL VAZ PINTO é Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Nova de Lisboa e Prof. Auxiliar Convidada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, onde lecciona a disciplina de Estudos Asiáticos. Foi Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política de 2012 a 2016. Autora de vários artigos e livros entre os quais A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen, a China e os Direitos Humanos editado pela Tinta-da-China e Os Portugueses e o Mundo editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Os seus interesses de investigação são Política Externa e Estratégia Chinesa; os EUA e o Indo Pacífico; a Europa e o Mundo; e Liderança e Estratégia. É comentadora residente da rádio TSF. É membro da Comissão Cientifica do Fórum Futuro e consultora da Administração da Fundação Calouste Gulbenkian.
PEDRO VIEIRA Vieira nasceu em Lisboa, em 1975. Licenciado pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalhou no Canal Q das Produções Fictícias e é, atualmente, guionista e pivô do programa O Último Apaga a Luz da RTP3. É responsável pela Comunicação do Cinema São Jorge e foi consultor de Comunicação na Booktailors. Trabalha como ilustrador freelancer e escreve livros como se não houvesse amanhã.
Dizer ‘preto’ ou ‘negro’. Olhar em volta antes de dizer uma piada. Afirmar que não se é racista… até que aparece a ‘excepção’. Dar por garantido que as oportunidades são iguais e que, por isso, a meritocracia funciona na perfeição para todos. É verdade: as questões relativas à 'raça' são (ainda) extremamente difíceis de pôr preto no branco. Mas há factos inegáveis que nos fazem pensar sobre onde começa e acaba o nosso racismo: o Rui Costa Lopes, com a ajuda da curiosidade da Ana Markl, vai dizê-los, neste episódio, a bom som.
REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:
White Right: Meeting the enemy
Daryl Davis: the black man who converts Ku Klux Klan members
The race of life
Eye of the storm
Teste de associação implícita
Portugal é um dos países da Europa que mais manifestam racismo
The nature of prejudice, GW Alport
Expressões dos racismos em Portugal, Jorge Vala, Rodrigo Brito, Diniz Lopes
ANA MARKL nasceu em Lisboa, em 1979, com uma total inaptidão para tomar decisões, pelo que se foi deixando levar pelas letras: licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas porque gostava de ler e escrever, mas acabou por se formar em Jornalismo pelo CENJOR. Começou por trabalhar no jornal Blitz para pôr a render a sua melomania, mas extravasou a música e acabou por escrever sobre cultura e sociedade para publicações tão díspares como a Time Out, o Expresso ou até mesmo a Playboy. Manteve o pé na imprensa, mas um dia atreveu-se a fazer televisão. Ajudou a fundar o canal Q em 2010, onde foi guionista e apresentadora. Finalmente, trocou a televisão pela rádio, um velho amor que ainda não consumara. Trabalha desde 2015 na Antena 3 como locutora e autora.
RUI COSTA LOPES (n. 1981) é psicólogo social. Trabalha como Investigador Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) e Professor Convidado na Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Doutorado em Psicologia Social (ISCTE, 20009) e com Pós-Doutoramento entre os Países Baixos e Lisboa (ICS-UL), desenvolve pesquisa no âmbito de projectos de investigação e de consultoria em tópicos como relações entre grupos, normas sociais e atitudes sociais e políticas. A sua pesquisa tem sido publicada em revistas como o European Journal of Social Psychology e Frontiers in Psychology. Vive em Lisboa com a mulher e dois filhos.
Parece coisa de máfia mas não é: é Economia. Hugo van der Ding em conversa com a economista Cátia Batista mostra todos os lados da Mão Invisível, a teoria criada por Adam Smith, no século XVIII.
Referências e links úteis:
Riqueza das Nações, Adam Smith
Teoria dos Sentimentos Morais, Adam Smith
Economics, Paul Samuelson
Hugo van der Ding é muitas personagens. Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, podemos encontrá-lo, ou melhor ouvi-lo, todas as manhãs na Antena 3 ou por detrás dos bonecos que nos surgem todos os dias por aqui e ali.
Cátia Batista é professora associada de Economia, e fundadora e directora científica do centro de investigação NOVAFRICA, na Nova School of Business and Economics. Doutorada pelo Departamento de Economia da Universidade de Chicago, licenciou-se também em Economia na Universidade Católica Portuguesa. Tem sido professora regente nas Universidades de Chicago, Oxford, Notre Dame e Trinity College Dublin. Trabalhou no FMI e na Universidade Católica Portuguesa. Actualmente, tem afiliações enquanto Investigadora nos centros CReAM (London, UK), IZA (Bonn, Germany) e JPAL Europe (Paris, France), e foi Consultora para o Banco Mundial e para o IGC (International Growth Center, baseado na London School of Economics).
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4 comunicadores, 4 especialistas, 4 temas - Economia, Sociedade, Política e Ciência -, todas as semanas no [IN] Pertinente. Um confronto bem disposto entre a curiosidade e o saber. Porque quando há…

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