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“O Livre é o futuro da esquerda, quer queiram, quer não queiram.”
A frase é de Jorge Pinto, eleito este fim-de-semana porta-voz do Livre. O deputado sucede a Rui Tavares e junta-se a Isabel Mendes Lopes, que se mantém na mesma função.
Num momento em que o Bloco de Esquerda procura recuperar de sucessivos recuos eleitorais e o PS tenta reencontrar-se na oposição, o Livre acredita que chegou a sua oportunidade.
A ambição ficou clara ao longo do congresso. “Com esta equipa, vamos à conquista do poder”, afirmou Jorge Pinto. “Vai ser poder e vai ser poder já no próximo ciclo eleitoral.”
Durante dois dias, em Sintra, o Livre procurou apresentar-se como uma “nova esquerda”. Criticou os “cheques em branco” do PS ao Governo, desafiou os socialistas a travarem uma eventual revisão constitucional apoiada pela direita e voltou a colocar a regionalização entre as suas prioridades políticas.
Tudo isto acontece numa altura em que o Livre é um dos poucos partidos à esquerda a crescer eleitoralmente.
Mas conseguirá transformar esse crescimento em poder político?
E que lugar quer ocupar numa esquerda que continua à procura de se reinventar?
Neste episódio do P24 analisamos o significado político do congresso do Livre e os desafios que o partido tem pela frente.
O convidado é David Santiago, editor de Política do PÚBLICO.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By PÚBLICO5
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“O Livre é o futuro da esquerda, quer queiram, quer não queiram.”
A frase é de Jorge Pinto, eleito este fim-de-semana porta-voz do Livre. O deputado sucede a Rui Tavares e junta-se a Isabel Mendes Lopes, que se mantém na mesma função.
Num momento em que o Bloco de Esquerda procura recuperar de sucessivos recuos eleitorais e o PS tenta reencontrar-se na oposição, o Livre acredita que chegou a sua oportunidade.
A ambição ficou clara ao longo do congresso. “Com esta equipa, vamos à conquista do poder”, afirmou Jorge Pinto. “Vai ser poder e vai ser poder já no próximo ciclo eleitoral.”
Durante dois dias, em Sintra, o Livre procurou apresentar-se como uma “nova esquerda”. Criticou os “cheques em branco” do PS ao Governo, desafiou os socialistas a travarem uma eventual revisão constitucional apoiada pela direita e voltou a colocar a regionalização entre as suas prioridades políticas.
Tudo isto acontece numa altura em que o Livre é um dos poucos partidos à esquerda a crescer eleitoralmente.
Mas conseguirá transformar esse crescimento em poder político?
E que lugar quer ocupar numa esquerda que continua à procura de se reinventar?
Neste episódio do P24 analisamos o significado político do congresso do Livre e os desafios que o partido tem pela frente.
O convidado é David Santiago, editor de Política do PÚBLICO.
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