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Na recta final da campanha eleitoral das legislativas regionais dos Açores, a grande dúvida é o que fará o PSD-Açores caso não tenha a maioria suficiente para governar. Entre as eleições nos Açores e as consequências dos casos de alegada corrupção na Madeira, o debate político da semana está no Poder Público.
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A política, que é o que normalmente nos atrai, tem estado em brasa. Ontem foi uma quarta-feira especialmente quente na Madeira para Miguel Albuquerque. O dia começou com buscas em casa do presidente do Governo regional e noutros 60 locais e acabou com o social-democrata a ser constituído arguido num processo em que há suspeitas de corrupção activa e passiva, participação económica em negócio, prevaricação, recebimento ou oferta indevida de vantagem, abuso de poderes e tráfico de influência (isto segundo a PJ). É uma longa lista.
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O Poder Público desta semana surge no rescaldo de mais um congresso partidário. Num ano em que há tantas eleições, a verdade é que os partidos precisam de se organizar e as reuniões magnas são momentos muito importantes para este efeito. Neste caso, foi o congresso do Chega em Viana do Castelo (neste caso chama-se convenção nacional) e temos como convidado o Henrique Pinto Mesquita, que esteve a acompanhar os trabalhos.
A conversa passa ainda pelas listas de candidatos a deputados do PSD e pela AD.
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Hoje é dia de fazer uma análise ao 24° congresso do PS que foi muito marcado pelos discursos de António Costa - o último de Costa -, e em especial o segundo Pedro Nuno Santos.
Além deste congresso, há também o do Chega, neste fim-de-semana. Curiosamente, no último dia do congresso do PS, André Ventura escolheu anunciar a candidatura à liderança do partido, quiçá numa tentativa de tirar palco e tempo de antena ao PS. Na mesma lógica, o PSD, o CDS e o PPM fizeram questão de apresentar formalmente a nova Aliança Democrática horas depois da reunião de socialistas.
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Desde o último episódio, ainda no ano velho, houve dois discursos marcantes: o último discurso de Natal de António Costa como primeiro-ministro e o discurso de Ano Novo do Presidente da República.
O Poder Público desta semana olha para estes discursos e antecipa ainda o congresso do PS, que começa na sexta-feira, em Lisboa.
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No último Poder Público do ano, passamos em revista alguns momentos que marcaram 2023, mas não podemos deixar de comentar a novidade do fim-de-semana. Pedro Nuno Santos é o novo líder do PS, eleito com mais de 60% dos votos.
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Este é o penúltimo episódio do ano do Poder Público, que se prepara para fazer uma pausa na semana entre o Natal e o Ano Novo. Uma pausa muito bem-vinda, já que os primeiros meses de 2024 vão ser intensos. Ainda esta semana ficámos a saber que além das eleições europeias que já estavam previstas para Junho, e das legislativas que foram antecipadas para Março, vamos ter também eleições nos Açores, a 4 de Fevereiro. Isto porque a primeira “geringonça” de direita não resultou e o Governo minoritário de José Bolieiro caiu com o chumbo do seu orçamento. Mas ainda não é hoje que nos dedicamos a fazer uma antevisão de 2024.
Esta quinta-feira o programa concentra-se em dois temas: a entrevista de despedida de António Costa e a corrida à liderança do PS. Aliás, é por isso que o convidado é Luciano Alvarez, que andou uns dias em reportagem com as candidaturas de José Luís Carneiro e de Pedro Nuno Santos.
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O caso das gémeas luso-brasileiras criou uma nuvem de suspeição que envolve também o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. O que nos diz este caso sobre o país? Este é o tema de partida do Poder Público desta semana.
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O Orçamento foi esta semana aprovado, como previsto, e estamos cada vez mais perto de ver publicado o decreto presidencial que formaliza a demissão de António Costa e da sua equipa. Nesta quarta-feira, durante um discurso do líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, o ainda primeiro-ministro foi homenageado e aplaudido de pé pela bancada do PS e emocionou-se. Consta que não foi o único.
Depois desta etapa, que marca o fim de mais de oito anos de governação socialista, fica a faltar a dissolução do Parlamento. O Governo já está quase em gestão e o país em clima de campanha, já a discutir promessas.
Até agora, a semana em que estamos foi marcada essencialmente por dois momentos: os resquícios do congresso do PSD e a sondagem da Católica, divulgada no PÚBLICO e na RTP.
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A campanha está ao rubro no PS, mas nesta semana vamos falar mais do PSD. Entre os medos de um "desastre eleitoral" dos sociais-democratas e a ambição do regresso ao poder, que espaço há para Luís Montenegro? Também é tema da semana as indirectas entre Belém e São Bento.
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A semana política em debate pela secção de política do PÚBLICO.

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