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Há mais de quatro mil médicos a trabalhar à hora no SNS, dos quais 75% têm vínculo profissional com o Estado ou com o sector privado. A despesa com os prestadores de serviços médicos atingiu os 230 mil euros, em 2024, e ascendia já a 162 milhões nos primeiros oito meses deste ano.
O Ministério da Saúde e a recém-criada Associação dos Médicos Prestadores de Serviços reuniram ontem, pela primeira vez. O Governo quer diminuir o valor pago à hora a estes clínicos, que varia consoante a carreira de cada um, as necessidades do sistema e a área geográfica de trabalho, e impedir que os médicos que saem do SNS trabalhem à tarefa durante três anos.
A associação que representa os tarefeiros comprometeu-se a entregar um documento com as suas reivindicações até ao final do ano, sabendo-se que defende a manutenção das regras que definem o valor-hora pago, negociado com cada União Local de Saúde nos contratos de prestação de serviço. São estes clínicos quem assegura a maioria dos serviços de urgência no país e que chegaram a falar na hipótese de uma paralisação.
Inês Schreck, jornalista do PÚBLICO, especializada em Saúde, é a convidada deste episódio.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By PÚBLICO5
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Há mais de quatro mil médicos a trabalhar à hora no SNS, dos quais 75% têm vínculo profissional com o Estado ou com o sector privado. A despesa com os prestadores de serviços médicos atingiu os 230 mil euros, em 2024, e ascendia já a 162 milhões nos primeiros oito meses deste ano.
O Ministério da Saúde e a recém-criada Associação dos Médicos Prestadores de Serviços reuniram ontem, pela primeira vez. O Governo quer diminuir o valor pago à hora a estes clínicos, que varia consoante a carreira de cada um, as necessidades do sistema e a área geográfica de trabalho, e impedir que os médicos que saem do SNS trabalhem à tarefa durante três anos.
A associação que representa os tarefeiros comprometeu-se a entregar um documento com as suas reivindicações até ao final do ano, sabendo-se que defende a manutenção das regras que definem o valor-hora pago, negociado com cada União Local de Saúde nos contratos de prestação de serviço. São estes clínicos quem assegura a maioria dos serviços de urgência no país e que chegaram a falar na hipótese de uma paralisação.
Inês Schreck, jornalista do PÚBLICO, especializada em Saúde, é a convidada deste episódio.
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